O Centro Universitário Unifacisa vem acompanhando, com preocupação, a circulação de ameaças de ataques às instituições de ensino em todo o país, disseminadas de forma anônima principalmente nas mídias sociais.
Gostaríamos de deixar claro que não há confirmação efetiva, neste momento, de qualquer evento que possa afetar a integridade da nossa instituição, no entanto, por cautela, informamos às Polícias Militar e Civil do Estado da Paraíba dos fatos e seguimos com rigor nos protocolos de segurança, limitando as visitas ao campus, reforçando a vigilância nas imediações e dentro das instalações, a fim de garantir a proteção de nossos alunos, docentes e colaboradores.
Esclarecemos que toda e qualquer denúncia será apurada e levada ao conhecimento da Polícia para investigação. Por fim, reforçamos a importância da união de todos para combatermos a disseminação de informações falsas e o ódio, e mantermos nossas instituições seguras e protegidas.
A Reitoria
Todas as profissões atualizam-se dia após dia. Do ponto de vista técnico, é observado a inserção cada vez mais de equipamentos tecnológicos em todos os espaços. Entretanto, profissões como a enfermagem provam que as modernizações não se detém apenas a parte técnica, mas, essencialmente sobre a relação construída entre enfermeiro e paciente com ênfase na prevenção, tratamento e assistência de pessoas de idades e condições diversas.

Partindo dessa premissa, Florence Nightingale, fundadora da enfermagem moderna, que serviu durante a Guerra da Crimeia, afirmava que a enfermagem exige um preparo tão rigoroso que pode ser considerada como uma das mais belas artes. Tal ideia busca exprimir que essa atuação vai para além da assistência do indivíduo como um todo e vai de encontro, também, com as necessidades físicas, emocionais, intelectuais, sociais e espirituais. Assim, juntamente com a equipe multidisciplinar de enfermeiros, é possível tomar decisões e formular uma visão individualizada do ser humano através de autoconfiança e sentido de responsabilidade; compreensão, tato e paciência; capacidade de deliberação e decisão; capacidade de organização; capacidade de controle da situação e consciência das suas limitações.
A partir destas ideias, de acordo com o Conselho Federal de Enfermagem (COFEN), as linhas de atuação agrupam-se em três grandes áreas: 1) Saúde coletiva, saúde da criança e do adolescente, saúde do adulto, saúde do idoso e urgência e emergência; 2) Gestão; 3) Ensino e pesquisa. Nessas três dimensões abrangendo mais de 40 especialidades. Ainda, segundo o COFEN, existem ótimas oportunidades na rede hospitalar, estratégia saúde da família, clínicas especializadas, serviços de atenção domiciliar, serviços de atendimento pré-hospitalar, cargos de gestão, ensino e empreendedorismo. Para o professor do curso de enfermagem e coordenador da pós-graduação em “Enfermagem em Urgência, Emergência e UTI”, da Unifacisa, Josivan Soares Alves Júnior, “o progresso tecnológico e o cenário clínico/epidemiológico no processo saúde e doença, configuram uma maior necessidade de profissionais de enfermagem no país.”, ressaltou.
Diante dessas e tantas outras possibilidades evidenciadas, também, pela constante modernização da área, torna-se essencial a busca pela atualização profissional. Para Josivan, “se manter atualizado é de extrema importância, dentro das habilidades, competências e atitudes em saúde, para atingir com excelência o atendimento ao paciente, todos os objetivos estabelecidos e restabelecendo a saúde do indivíduo como um todo.”, explicou. O enfermeiro ainda pontuou formas de buscar essa atualização: “através de cursos, eventos científicos, publicação de artigos, networking, inserção e habilitação em aplicativos, tecnologia, dentre outras.”, citou.

Em contrapartida a fala de Josivan, a coordenadora do curso de enfermagem da Unifacisa, professora Renata, frisa que mais importante do que buscar atualizações profissionais é ter uma base sólida de conhecimento que seja adquirido através de uma boa graduação em enfermagem. “O curso de enfermagem da Unifacisa busca através de uma metodologia inovadora, aplicar atividades teórico-práticas, utilizando a aprendizagem baseada em competências e projetos, tornando o aluno protagonista de sua aprendizagem. Desde o primeiro semestre, o aluno vivencia situações do dia a dia profissional. Dessa maneira, a Unifacisa busca garantir uma boa formação, preparando o aluno para enfrentar os desafios das rápidas transformações da sociedade, do mercado de trabalho e das condições do exercício profissional em enfermagem.”, destacou.
Como prova da excelência das atividades práticas desenvolvidas pela instituição, Josivan, ainda, aproveitou para dar ênfase às oportunidades que os alunos terão com as aulas no Hospital HELP (Hospital de Ensino e Laboratórios de Pesquisa). Ele afirmou que: “o HELP, o hospital que já nasce no futuro, sem dúvidas, será uma oportunidade única para nossos alunos colocarem em ação todos os conceitos, abordagens e práticas ministradas por nosso renomado corpo docente e ensinado em sala de aula, fazendo a diferença na vida de cada paciente com um atendimento digno, respeitoso e acima de tudo humano.”, encerrou.
Todo o corpo docente do curso de enfermagem da Unifacisa tem acesso às modernizações e especificidades do mercado de trabalho para a área de enfermagem. A Unifacisa investe diariamente em práticas e metodologia que tragam aos alunos e egressos destaque e sucesso. Isso se comprova com a boa quantidade de profissionais formados na instituição que, hoje em dia, iniciam residência ou mestrado, e estão no mercado de trabalho do próprio ecossistema como profissionais de destaque.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa
A produção científica do conhecimento é incentivada na Unifacisa com suporte do corpo docente de mestres e doutores em nossas graduações. O curso de Enfermagem finalizou o ano de 2022 celebrando as publicações dos alunos em revistas científicas internacionais.
O artigo “Violência obstétrica: análise conceitual no contexto da enfermagem” é fruto do Trabalho de Conclusão de Curso da aluna Gabriele Santos do Nascimento, orientado pela professora Renata Clemente, em parceria com a egressa Vitória Ribeiro dos Santos e as docentes Emanuella de Castro Marcolino, Gleicy Karine Nascimento de Araújo-Monteiro e Ana Márcia Nóbrega Dantas.

O trabalho foi publicado na revista internacional Aquichan - Universidad de La Sabana , que dá subsídios para o conceito de violência obstétrica na enfermagem, além de fornecer múltiplas possibilidades de pesquisas futuras relacionadas à temática. O artigo auxilia os profissionais da enfermagem a identificar os atributos essenciais que envolvem a violência no momento do pré-natal, parto e puerpério.
Outro trabalho foi publicado na revista OBJN - Online Brazilian Journal of Nursing, em chamada pública específica para manuscritos envolvendo a temática da COVID-19. O artigo "Violência e qualidade de vida de mulheres isoladas socialmente por COVID-19: estudo transversal", também é produto do TCC de Maria Luísa Cabral da Cunha, em parceria com os ex-alunos Tamires Paula Gomes Medeiros, Igor de Sousa Nóbrega e Kalyne Araújo Bezerra e os docentes da UNIFACISA Gleicy Karine Nascimento de Araújo-Monteiro, Emanuella de Castro Marcolino e Maria Cidney da Silva Soares. O manuscrito conseguiu observar a relação existente entre a violência psicológica e física de forma negativa na qualidade de vida de mulheres isoladas socialmente pela pandemia.
A professora orientadora Renata Clemente comemora as publicações e incentiva os alunos para tal, pois é uma das formas do aluno e futuro profissional fortalecer o seu currículo. “O engajamento do aluno em produções científicas está muito relacionado a sua intenção no mercado de trabalho, após a sua formação. Ingressar em grupos de estudos e pesquisa do curso pode ser um forte impulsionador nas publicações científicas e potencializador do currículo para competir com o mercado de trabalho.” Destacou.
Confira os artigos na íntegra:
“Violência obstétrica: análise conceitual no contexto da enfermagem”
“Violence and quality of life women socially isolated due to Covid-19: a cross-sectional study”