Os estudantes da Unifacisa interessados em participar da 2° edição do Desafio Unifacisa-Babson College devem se inscrever até o próximo dia 06 de junho. Confira o edital.

Requisitos para inscrição:

Cronograma de atividades: 

Docente do curso de Direito da Unifacisa explicou sobre alguns direitos e deveres do consumidor, bem como prudências para serem adotadas

A época dos festejos juninos é uma das mais tradicionais e aguardadas comemorações para a região do Nordeste brasileiro. Neste período é comum que haja uma grande movimentação monetária por conta das festas em cidades como Campina Grande/PB, terra do Maior São João do Mundo. A celebração dura pouco mais de 30 dias e é responsável por movimentar o setor de serviços, comércio local, gastronomia e hotelaria com os milhares de turistas. Para a edição de 2024, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico estima que mais de quatro mil empregos sejam gerados e que cerca de 600 milhões de reais movimentem a economia da cidade. 

Entretanto, em meio a toda a comemoração e agitação econômica, torna-se comum que o preço de alguns produtos sejam superestimados. Segundo Antonio Pedro de Mélo Netto, advogado e professor de Direito Civil da graduação em Direito da Unifacisa, “os preços naturalmente aumentam com o passar do tempo em razão de alguns fatores como festas, aumento de demanda e estiagens. Entretanto, se esse aumento passar do razoável, ele pode se tornar ilegal. Ressalte-se aqui que geralmente a abusividade nos reajustes vai estar vinculado a produtos e serviços essenciais ou aqueles de prestação continuada”, destacou. Em casos de identificação de práticas abusivas, “o consumidor deve fazer uma denúncia ao Procon - Procuradoria de Proteção e Defesa do Consumidor, para averiguação e/ou procurar o judiciário e o Ministério Público. Todos esses órgãos estão à disposição do consumidor para evitar abusividade nas relações de consumo”, elucidou.

Dentro desta realidade são evidenciadas muitas questões sobre quais os direitos e deveres do consumidor, uma vez que, segundo o advogado, a falta de clareza no momento da compra leva ao ruído na comunicação e, consequentemente, resulta em problemas durante e após a compra.“São inúmeros direitos e deveres. Entretanto, podemos focar no dever de informar com clareza para que o consumidor consiga compreender com exatidão aquilo que está adquirindo e as condições. Isto é, a proposta precisa ser clara. O outro ponto é o dever do consumidor em pagar na data e nas condições definidas no acordo”, destacou Antonio. Além disso, no período das festas juninas, outro grande destaque de consumo são os alugueis de imóveis, “mas em relação ao contrato de locação é ainda importante registrar como o imóvel é entregue ao inquilino. Isso precisa ser registrado por um termo de vistoria e no caso de locação por temporada, muito comum no período, deve ser deixado claro os deveres e custos dos serviços”, enfatizou.

Em ocasiões como esta última, infelizmente, ainda é comum o não cumprimento de alguma cláusula do contrato, o que, evidentemente, “pode levar à rescisão do contrato por qualquer uma das partes e ao pagamento de multa, se esta estiver prevista no acordo”, disse o professor. Para evitar desgastes, Antonio faz um alerta ressaltando a importância do “consumidor procurar empresas confiáveis e desconfiarem de promoções com preços muito abaixo do mercado, pois nessas épocas ocorrem muitos golpes. Vale a pena ainda lembrar que o consumidor deve sempre checar as avaliações e se o estabelecimento existe de fato antes de fazer qualquer pagamento e nunca fazer depósitos em nome de pessoa diferente da que você está negociando ou fora das plataformas oficiais”, concluiu.

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

Segundo Carol Gadelha, diretora de estratégia e inovação da Unifacisa, “é impossível pensar em inovar sem antes pensarmos em como podemos contribuir com o meio em que estamos inseridos”. É partindo de ideais como este que o Ecossistema Unifacisa solidificou-se como uma instituição de impacto social em diversos âmbitos, como na educação, esporte, saúde, cultura e inovação. Na esfera educacional cada aluno tem o incentivo de se desenvolver de maneira completa, principalmente no que diz respeito a projetar e aplicar ações que tragam valor e avanço social para todos os públicos.

Há pouco tempo, um grupo de alunos do curso de Sistemas de Informação, Fábio José Dantas Filho, Renata Cardoso Mantovani, Jessica Vitória Luiz Batista e Evelyn Julia da Silva, criou “uma plataforma inovadora de ensino de programação projetada para ser universalmente acessível e garantir que todos, incluindo pessoas com deficiências visuais e auditivas, possam aprender a codificar. Com o lema ‘a programação é para todos’, ABC se compromete a remover barreiras e criar um ambiente de aprendizado inclusivo”, explicaram. 

A iniciativa, que quer dizer Anybody Can Code (Qualquer um Pode Programar),  se deu a partir da competência “Programar Web Frontend”, no qual foi direcionado o desenvolvimento de um projeto em HTML e CSS. Inicialmente, o grupo tinha como inspiração seguir plataformas como “Alura” e “Udemy” com foco principalmente em cursos gratuitos da área de desenvolvimento. Entretanto, o professor da competência, Anderson Rodrigues, incentivou os estudantes a buscarem um diferencial para o projeto.

“A tecla de acessibilidade sempre foi debatida em suas aulas. Com isso em mente, decidimos que queríamos desenvolver um website que pudesse abranger o máximo de pessoas possíveis no quesito de aprendizado de linguagens de programação, permitindo que qualquer um que tivesse interesse pela área de desenvolvimento pudesse aprender, sem impedimentos. Para isso, idealizamos, além da gratuidade dos cursos, recursos de acessibilidade para pessoas com deficiências físicas que poderiam ter dificuldade em aprender tais tecnologias de métodos mais tradicionais”, destacaram.

Para iniciar a construção da plataforma, o primeiro passo dado foi a criação do design acessível. “Fábio, foi o principal responsável pela ideação da nossa identidade visual, tendo a responsabilidade de construir cada elemento do zero para garantir que todos os usuários, independentemente de suas limitações, pudessem navegar com facilidade e eficiência. O processo criativo envolveu muita pesquisa e aplicação de princípios de acessibilidade, o que enriqueceu significativamente a nossa experiência e compreensão sobre design inclusivo. Após isso, desenvolvemos cerca de dez telas utilizando HTML e CSS, focando inicialmente na tela inicial do website, tela de login e cadastro, e apresentação dos cursos que futuramente estariam disponíveis na plataforma”, elucidaram.

Os estudantes ressaltaram que a produção foi importante para agregar às carreiras deles de diversas maneiras, começando, por exemplo, pelo aprimoramento das habilidades técnicas com com HTML e CSS, elementos fundamentais da programação web. “Além disso, a experiência expandiu significativamente nossa compreensão e apreciação pelo design inclusivo. Aprendemos sobre a importância de criar tecnologias acessíveis que não apenas atendam às necessidades de todos os usuários, mas que também promovam a inclusão. Essa perspectiva mais ampla sobre como a tecnologia pode e deve ser usada para beneficiar a sociedade como um todo é algo que levaremos conosco ao longo de nossas carreiras profissionais, influenciando as decisões que tomamos e os projetos que escolhemos desenvolver”, concluíram.

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

Após o projeto conquistar aprovação em quatro diferentes editais, os alunos visam ampliar e modernizar ainda mais os atendimentos

O modelo de projetos integradores implementado na Unifacisa provou, mais uma vez, que é um catalisador de grande impacto social e acadêmico. O método põe alunos de todos os cursos para proporem soluções inovadoras em pequenas, médias e grandes corporações. Além disso, dentro deste sistema, é comum que os estudantes também desenvolvam o empreendedorismo por meio da criação de startups. Os estudantes do curso de Sistemas de Informação e Jogos Digitais, Mateus Lima da Cunha, Ivo Cavalcante de Miranda, Yuri Alex Venâncio Pereira, Ayrton Villeneuve Oliveira Tavares, Arthur Alcântara de Andrade e Wânderson Pio da Silva representam o exemplo dos alunos que tendem a seguir a vertente empreendedora. Juntos, o grupo criou a startup Data Health Flow que recebeu aprovação em quatro editais.

A iniciativa foi orientada por professores e tutores de ambos os cursos da Unifacisa e busca trazer avanços de gestão para o âmbito da saúde pública. O foco está na comunicação acessível para diminuir o absenteísmo de pacientes na rede do SUS. “Nosso lema é: ‘a tecnologia existe para melhorar a vida das pessoas’. Não é apenas uma frase de efeito, é uma realidade que buscamos colocar em prática. Nosso intuito é simplificar processos através de um sistema acessível, simples e pensado para ajudar a melhorar o acesso aos serviços da saúde pública das tantas realidades sociais, financeiras e educacionais do país. Somos uma startup com mentes inquietas que gostam de resolver problemas e de ouvir quem deve ser ouvido. O passo primordial para a evolução do projeto foi a orientação do professor, e gerente de projetos, Paulo de Tarso. Foi o seu incentivo e direcionamento técnico que levou a equipe a tirar a ideia do papel e iniciar uma jornada no mundo da inovação e dos negócios”, destacaram.

Através desta premissa, o grupo propõe diversas soluções para viabilizar os atendimentos no setor da saúde. Entre as propostas estão: “Um dos principais pontos é o nosso sistema de gerenciamento de consultas por chat que nos permite oferecer uma comunicação simples, acessível, descomplicada e personalizada de acordo com a realidade de cada município. Com suporte em tempo real realizado pelos profissionais da saúde que utilizam o sistema, respeitamos as regionalidades e especificidades de cada paciente. Além disso, fazemos uso extensivo da IA para auxiliar na comunicação com a população e otimizar processos internos, como a automação de tarefas repetitivas e a análise de dados para insights acionáveis. Outro aspecto crucial é a geração de dashboards em que consolidamos dados e métricas relevantes. Esta ferramenta fornece uma visão panorâmica da realidade a nível de instituição e de município no que diz respeito aos dados da saúde em tempo real”, citaram.

Na procura de oportunidades que gerassem ainda mais aproveitamento, o projeto conquistou quatro aprovações em diferentes editais: 1) o maior evento de inovação e empreendedorismo do Nordeste, o NEON 2024; 2) Impulse Campina powered by InovAtiva que é uma parceria estratégica entre a Prefeitura de Campina Grande, o SEBRAE e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC); 3) 4º edição do Programa de Pré-Aceleração e Incubação de Startups promovido pelo SENAI Paraíba, IEL Paraíba e o SEBRAE Paraíba; 4) Capital Empreendedor. Cada uma das oportunidades será essencial para conectar a startup dos alunos ao ecossistema empreendedor, além de gerar conexões inovadoras por meio das mentorias especializadas e networking com profissionais de todo o Brasil. 

A partir das aprovações, os estudantes creem que o objetivo principal é aproveitar todo o conhecimento que será obtido e priorizar a maturidade da Data Health Flow enquanto empresa, além das ocasiões serem oportunas para uma maior preparação para as próximas aplicações em 2025. “As conquistas obtidas para a nossa startup refletem as diferentes capacidades de cada componente da equipe que, juntos, conseguem obter o máximo possível de oportunidades. Transformar uma ideia em um produto, em um negócio, é um diferencial gigantesco na vida profissional de cada um daqueles que compõem a equipe Data Health Flow”, encerraram.

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

Nos próximos dias 24 e 25, os alunos da pós-graduação em Medicina da Dor da Unifacisa terão a oportunidade de vivenciar aulas com o Dr. Marcelo Valença, neurocirurgião especialista em cefaléia. O médico é mestre em Ciências Biológicas e Fisiologia pela UFPE, doutor em Fisiologia Geral pela USP, pós-doutor em Neuroendocrinologia no National Institutes of Health (Visiting Fellow, Neuroendocrinologia), USA e professor de Neurologia e Neurocirurgia da UFPE, além de presidente da Sociedade Brasileira de Cefaleia.

O encontro presencial com os médicos pós-graduandos se dará da seguinte forma: na sexta-feira (24), aula teórica na Unifacisa; e no sábado (25), aula prática no Hospital de Ensino e Laboratórios de Pesquisa (HELP). Por meio da sua vasta experiência e especialização na área da dor, a participação do médico terá papel fundamental para uma capacitação ainda mais completa para os médicos. No primeiro dia, o professor fará discussões de casos clínicos e steps sobre o tratamento medicamentoso e não medicamentoso com abordagem de procedimentos e treinamento nos protótipos (cabeça de isopor) para aplicação de botox e realização de bloqueios occipitais. No segundo dia será realizado atendimentos ambulatoriais e procedimentos para aplicação de botox e bloqueios de nervo occipital.

A participação do especialista reflete o compromisso firmado pela pós-graduação em Medicina da Dor na prática de sempre promover aos médicos o que houver de melhor e mais moderno na área da dor, com a ministração de quem é referência no assunto. O que os alunos viverão durante as aulas presenciais ao lado do Dr. Marcelo buscará incentivá-los a evoluírem dentro de suas áreas de atuação por meio do ensino aplicado ao cotidiano e das imersões práticas no HELP. Momentos como este mostram a qualidade acadêmica da capacitação e como sua metodologia se propõe a continuar inovando cada vez mais. 

Saiba mais sobre o programa de pós-graduação médica da Unifacisa aqui.

Já reconhecido por sua qualidade nos atendimentos filantrópicos, o Hospital de Ensino e Laboratórios de Pesquisa (HELP) se solidifica a cada dia mais como uma referência para a saúde da Paraíba e do Nordeste. O órgão é mantido pela Fundação Pedro Américo (FPA), com 60% dos atendimentos voltados para o SUS e 40% para particular/convênios. Além disso, o hospital tem em seu conceito a pesquisa e a inovação e visa desenvolver os acadêmicos do Centro Universitário Unifacisa com o que há de mais moderno e atualizado no mercado.

Dentre os muitos atendimentos oferecidos pelo hospital está a assistência odontológica também prestada por professores e alunos do curso de Odontologia da faculdade parceira. Os docentes José Eraldo Viana, Isa Jane, Clarissa Camelo, Smyrna Ximenes, Jamesson de Macedo, Igor Figueiredo e Mário César estão ao lado de alguns alunos do 9º e 10º semestre do curso. Os atendimentos oferecidos são os de laserterapia de baixa intensidade através do ambulatório; triagem e avaliação das DTM’s; atendimento aos pacientes em enfermaria; atendimento aos pacientes oncológicos e em hemodiálise; atendimento ao paciente em UTI. Cada uma das assistências acontece por meio das visitas da equipe de alunos e professores a cada um destes setores. Às pessoas que nunca foram atendidas no HELP e se interessaram por um dos atendimentos devem realizar agendamento prévio pelo (83) 3063-9960.

O professor José Eraldo explicou como se dá o atendimento dos pacientes. Segundo ele, “lidamos com quadros diversos, como pacientes com Disfunção Temporomandibular (DTM), dores orofaciais e casos de parestesia pós extração dentária. Os pacientes oncológicos e renais crônicos recebem avaliação das condições bucais, orientações e manejo para evitar o desenvolvimento de possíveis complicações orais. Aqueles com mucosite em decorrência do tratamento oncológico também recebem tratamento com laserterapia. Os internados em UTI são avaliados um a um na busca de focos de infecção na cavidade bucal, presença de lesões, além da qualidade da higiene bucal. Os pacientes com ventilação mecânica possuem quadros críticos e, por isso, a presença da equipe odontológica tem papel fundamental na evolução desses pacientes”, pontuou.

Antes de adentrar os espaços hospitalares os alunos são orientados pelos professores durante cada etapa dos procedimentos. O docente José Eraldo explica que, frente ao concorrido mercado de trabalho, estes estudantes se destacam pelas valiosas experiências oportunizadas com as práticas no HELP. “A Odontologia Hospitalar é a especialidade mais recente da odontologia e só foi reconhecida em janeiro deste ano. O HELP abriu as portas para que os estágios possam acontecer através da prática clínica dentro de um hospital de grande complexidade, onde os alunos conseguem vivenciar os casos que muitas vezes só ouviriam na teoria”, destacou.

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

As ligas acadêmicas são muito comuns nos cursos superiores. Estes grupos são responsáveis por unir os graduandos para debater, pesquisar e pôr em prática determinados assuntos através das produções científicas, reuniões semanais e atividades em espaços reais de trabalho. Na Unifacisa os cursos da área da saúde se destacam pela criação das ligas acadêmicas, sendo, alguns destes, com mais de 10 ligas em um único curso, por exemplo. Recentemente o curso de Farmácia, já conhecido pelas atividades multiprofissionais das suas ligas, fundou a LANFITO, a primeira Liga Acadêmica de Fitoterapia da Unifacisa.

Atualmente o grupo conta com 16 integrantes, são eles: Karla Monik Alves da Silva, Coordenadora da Liga; Maria Iasmim Alves Ferreira, Presidente; Elma Maria de Almeida L. Neta, Vice-Presidente; Airlla Karolina Santos Azevedo, 1° Secretária; Camylly Edyleusa Camilo Pessoa, 2º Secretária; Leonardo Silveira de Lima, Diretor de Comunicação e Marketing; Mariana Ferreira da SIlva, Diretora Financeira; Mariana Ferreira da Silva, Diretora Financeira; Saulo Lima de Oliveira, Diretor Científico; Ana Larissa de F. Silva e Sousa; Bianca Ferreira Mendes; Euder Gabriel Andrade Gomes; Rafaela Rodrigues dos Santos; Sarah Chaves Araújo; Vital Rodrigues Maciel Filho; Vitória Lia Santos Antunes e Yohanna Almeida de Andrade.

Os estudantes explicaram que a criação da união se deu através da necessidade de levar às pessoas informações sobre como fazer o uso correto de plantas  medicinais e fitoterápicos, bem como alertar que o consumo do “natural” não está livre de perigos. “O objetivo da liga é conscientizar sobre a importância das plantas medicinais e fitoterápicos no  tratamento e controle de doenças, seja de forma única ou em associação ao tratamento alopático, bem como a forma correta de obtenção das preparações e o uso seguro, promovendo ao consumidor e paciente a melhoria na sua qualidade de vida associada a uma boa eficácia terapêutica”, elucidaram.

Dentre as atividades desenvolvidas pela LAFITO estão: educações em saúde voltadas ao uso correto e seguro de plantas medicinais e fitoterápicos; Implementação de um horto e incentivo para implementação de uma farmácia viva no município de Campina Grande; Promoção de oficinas voltadas ao preparo de preparações medicinais, como infusões, decocto, garrafadas, florais e sabonetes fitoterápicos; Workshops e minicursos que abordam sempre os saberes populares e rituais do uso das plantas e sua correlação com as atividades farmacológicas e tóxicas; Avaliação da atividade farmacológica e toxicológica de plantas medicinais para produções científicas.

A forma de usar a fitoterapia impacta diretamente na qualidade do tratamento e efeito esperado pelos pacientes. Como este tipo de tratamento tem sido prescrito por médicos, nutricionistas e outros profissionais da área da saúde, a LAFITO é uma liga multidisciplinar que abraça estudantes de outros cursos da Unifacisa. “O uso de plantas medicinais e fitoterápicos tem sido alvo de uso em vários âmbitos da  saúde. Assim, cada curso atua dentro de suas habilidades. Por exemplo, os estudantes de Medicina  ficariam nas prescrições de plantas medicinais e fitoterápicos, bem como os de Nutrição; Os  estudantes de Farmácia, além de poderem focar em algumas prescrições, atuariam nas orientações quanto à forma correta e segura desses produtos; Os alunos de Educação Física poderiam atuar na comprovação da eficácia desses produtos nos desempenhos durante os exercícios físicos; Já os alunos de Enfermagem poderiam, por exemplo, atuar na busca desses produtos voltados ao tratamento de feridas e assim sucessivamente”, relataram.

Siga @lafito.cg para ficar por dentro dos processos seletivos e de outras atividades desenvolvidas pela liga.

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

A parceria entre a Unifacisa, Fundação Pedro Américo e a Rede Ita premiou o projeto das alunas do curso de Arquitetura e Urbanismo da Unifacisa, Larissa Barbosa e Laura Wanderley, com supervisão do docente Eduardo Dantas, para a construção do cenário do programa junino “Arraial da Ita”, edição 2024. Dezenas de estudantes do curso da instituição participaram seguindo vários critérios, como, por exemplo, iluminação, cores, layout do palco e plateia. O concurso evidenciou a oportunidade dos estudantes colocarem em prática tudo o que aprenderam dentro dos muros da Unifacisa e nos estágios curriculares.

O projeto escolhido se destacou por seguir todas as propostas do edital, além de prestar homenagens ao aniversário de 160 anos de Campina Grande. “O processo de construção se deu a partir do conceito de valorização da arquitetura da cidade e regionalidade, sendo o São João o patrimônio cultural. Ademais, juntamos esse fato com foco em mais um ano da cidade de Campina Grande trazendo fachadas Art déco e elementos do local. Durante todo o processo, o professor Eduardo esteve a postos para tirar dúvidas e sugerir melhorias, além de guiar na questão de layout e materiais. Tudo foi muito válido e servirá de experiência futura. Tanto a prática da execução do projeto, fora dos 3D's, quanto o processo de trabalhar em conjunto em um tempo curto para atender às demandas solicitadas e podendo aplicar o conhecimento e vivência do curso”, disseram Larissa e Laura.

O Arraial da Ita é um dos mais importantes programas exibidos no mês de junho por resgatar toda a cultura e tradicionalidade do São João de Campina Grande. Poder participar da construção do cenário de um programa como esse é uma experiência de extrema importância e impacto profissional. “Quando o resultado final, além de ser premiado, é executado, a experiência se completa muito mais, agregando bastante ao currículo acadêmico das alunas. Ao ser convidado para orientá-las, tive a certeza que fariam uma ótima proposta, o que foi confirmando no decorrer do processo projetual. Mesmo sendo de períodos distintos do curso, as alunas uniram suas experiências e foram demonstrando domínio e maturidade sobre as decisões a respeito do tema abordado ”, disse o professor orientador, Eduardo.

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

Após obter resultados exitosos para os alunos de ambas instituições, além de propor iniciativas inovadoras para a saúde paraibana, o Desafio Unifacisa-Babson College, em 2024, chega a sua segunda edição com o intuito de continuar fomentando a inovação e o empreendedorismo na área da saúde. Por meio da Coordenação de Pesquisa e Extensão Universitária da Unifacisa e o Global Health Innovation Lab da Babson College, a parceria internacional também buscará alavancar a aprendizagem baseada na experiência.

Através da atuação de equipes de estudantes em projetos interdisciplinares e interinstitucionais, a iniciativa também fomenta o desenvolvimento econômico e social por meio da identificação e solução de problemas reais. Esta colaboração também é baseada na busca de soluções em tecnologia enquanto cultiva uma cultura em ecossistemas inovadores não apenas para os alunos da Unifacisa e da Babson, mas também para a comunidade em geral que é a principal beneficiada com a ação.

Os estudantes da Unifacisa interessados em participar devem se inscrever entre os dias 16 a 21 de maio. O programa começará a ser desenvolvido só entre agosto e dezembro de 2024. Segundo o coordenador de pesquisa e extensão da Unifacisa, Marcelo Lara, “neste novo ciclo o projeto reforça sua importância, além de fortalecer a parceria entre a Unifacisa e a Babson College. Programas internacionais de cooperação em atividades de extensão são bastante raros no Brasil e é uma grande satisfação que a instituição consiga proporcionar esta oportunidade aos seus estudantes”, concluiu. Confira o edital.

Requisitos para inscrição:

Os estudantes com perfil adequado aos projetos selecionados poderão ser convidados para participar de uma entrevista por meio do endereço de e-mail indicado no ato de inscrição. A relação dos selecionados pela comissão organizadora será publicada no portal da Unifacisa, além de comunicada aos selecionados. 

Cronograma de atividades: 

Visando dar continuidade ao cronograma de atividades que buscam ampliar o conhecimento dos discentes a respeito dos benefícios no Ecossistema, a Unifacisa, por meio do programa “Viver Unifacisa”, lançou o regulamento da “Trilha de Empreendedorismo Jovem 2024”. O material corresponde a uma competição junina, na qual os alunos poderão desenvolver competências relacionadas ao empreendedorismo no evento Viver São João.

Com o tema “Unifacisa Viver São João”, o regulamento lançado pela nova trilha permitirá que todos os alunos regularmente matriculados possam participar com equipes de no mínimo quatro pessoas e máximo de oito pessoas. Será permitido que as equipes sejam compostas por alunos de cursos diferentes no qual um único participante não poderá integrar mais de uma equipe.

A trilha será dividida em cinco fases com diferentes objetivos: 1) Divulgação e inscrição; 2) Encontros presenciais para a modelagem do negócio (Business Model Canvas); 3) Apresentação do Canvas (fase do planejamento) para uma banca avaliadora e realização dos ajustes necessários antes do evento; 4) Realização do Evento Junino (fase da execução); 5) Apresentação do Relato de Experiência com base no Canvas (planejamento x execução) e divulgação da equipe vencedora. Além disso, a conclusão de cada fase buscará resultar no desenvolvimento das seguintes competências:

Competência geral: 

Competências específicas:

As inscrições deverão ser realizadas por meio da plataforma Even3 de 15 a 20 de maio através do link. Tenha acesso ao regulamento clicando aqui.

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