A enxaqueca crônica é uma condição que afeta a qualidade de vida de milhões de pessoas em todo o mundo. Com implicações socioeconômicas importantes, essa condição tem sido uma preocupação crescente na área da saúde. No entanto, há esperança no horizonte, e o Hospital HELP, em Campina Grande – PB, está realizando pesquisas e tratamentos neste sentido.

De acordo com o neurocirurgião, Luiz Severo, o Artigo científico publicado na Headache Medicine, revista oficial da Sociedade Brasileira de Cefaleia, intitulado “Prolotherapy in the treatment of chronic migraine — Case report” é um marco na produção científica do hospital, com o primeiro caso de paciente acompanhado no Centro de Dor.

"A temática do artigo traz a descrição de um caso promissor onde foi utilizado a técnica da Proloterapia, consistindo na aplicação da glicose e anestésico local, trazendo redução de crises em médio prazo. A proloterapia provou ser um complemento promissor para o tratamento e controle das crises de enxaqueca. Uma opção minimamente invasiva para o controle da dor refratária aos tratamentos convencionais. Aplicando esta técnica no tratamento da enxaqueca, obtivemos excelentes resultados no controle da dor. Ressalta-se que a técnica eficaz depende de um operador com experiência e vasto conhecimento do procedimento, anatomia e histórico médico do paciente", pontuou.

Para o estudante de Medicina da Unifacisa, Ítallo Bernardo Souto, é muito simbólico publicar o primeiro artigo científico do HELP em uma revista de relevância nacional e internacional como a Headache Medicine. “É a prova de que nós estamos avançando, o HELP progredindo e a ciência andando a passos largos. Continuo cativado pela ideia de produzir soluções inovadoras para velhas questões, como a migrânea crônica. São propósitos ambiciosos, mas acredito que alcançaremos lugares de maior excelência em relação à posição que estamos hoje no gerenciamento da enxaqueca crônica”, afirmou.

Na pesquisa, a proloterapia provou ser uma técnica notável para reduzir o número de dias em um mês que um paciente com enxaqueca crônica refratária à terapia padronizada teve dores de cabeça. No entanto, são necessários estudos em grupo controle para determinar a eficácia do procedimento.

Confira a publicação AQUI

Na Unifacisa a busca pelo desenvolvimento acadêmico e profissional se dá por meio de uma metodologia de ensino inovadora, que incentiva o discente a transitar entre a prática, pesquisa e extensão. No curso de administração, o corpo docente da graduação, assim como nos outros cursos, busca incentivar os alunos a se desenvolverem em todas as áreas que sejam possíveis para que estes tenham a autonomia de escolher qual carreira seguir e, assim, obter sucesso de maneira inevitável. 

Destes estímulos entre aluno e professor surgem excelentes estudos e projetos com forte impacto social, como é o caso de Elaine Santos Farias, egressa do curso de administração, que, junto ao professor e orientador Eufrásio Vieira, publicou um artigo em uma revista nacional de alta classificação no conceito CAPES, a Revista Gestão & Regionalidade. Com o título “The ‘Glance’ at the ‘Uberization’ process” (Um ‘olhar’ para o processo de ‘Uberização’), o estudo teve o processo de publicação iniciado em junho de 2021 e, após ajustes, foi publicado oficialmente em junho deste ano. 

“O primeiro impacto que tivemos foi pesquisar um assunto que ainda era muito novo e sem tantas teorias para embasamento. A cada novo artigo encontrado que se assemelhava com nossas ideias, era uma pequena vitória e víamos que estávamos indo no caminho certo. A pesquisa de tipo qualitativa proporcionou uma maior interação com os seis entrevistados que utilizavam os aplicativos Uber e 99pop como forma de renda. A pesquisa ocorreu em setembro de 2019 por meio de um grupo focal on-line via Whatsapp.”, historiou a egressa. 

Elaine ainda destacou de que maneira a publicação agregou valor à sua carreira profissional e como a orientação para o desenvolvimento do trabalho foi necessária. Segundo ela, “o caminho da pesquisa foi mostrado por Eufrásio. Ele quem enxergou a possibilidade de publicação e acreditou desde o início. Ficar imersa na minha pesquisa e nas novas possibilidades que a Economia Compartilhada vem trazendo para sociedade e a forma como tratamos essas oportunidades, me faz lembrar todos os dias do porquê escolhi esse tema. Me aprofundar na temática foi muito importante para minha bagagem profissional.”, concluiu. 

Para o professor e orientador do trabalho, Eufrásio Vieira, “a realização de pesquisas científicas proporciona ao aluno uma experiência que o aproxima da ciência, do descobrir o novo e da possibilidade de contribuir com melhorias, seja para a sociedade, para o indivíduo ou para as organizações. Assim, a publicação se torna uma consequência de uma pesquisa bem executada. Esse contato científico ainda pode trazer o interesse  pela docência. Queremos proporcionar ao aluno sempre mais.”, encerrou. 

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

No último sábado (23) encerrou-se a primeira edição do Congresso Internacional Interdisciplinar de Saúde, promovido pelo Centro Universitário Unifacisa e pelo Hospital de Ensino e Laboratórios de Pesquisa (HELP). O encontro teve duração de três dias e representou um momento de atualização para os mais de 600 inscritos, entre profissionais, alunos da área de saúde e empreendedores que compartilharam suas pesquisas e experiências com profissionais renomados e referências na área da saúde.

“Nosso Congresso Interdisciplinar abordou vários temas ligados à saúde, como novos tratamentos para as mais diversas especialidades. É maravilhoso poder contribuir com a atualização profissional não só dos nossos alunos, como também dos profissionais da saúde. Este é o compromisso da Unifacisa e nós vamos nos manter assim, preocupados e focados em melhorar cada vez mais a realidade do nosso sistema de saúde por meio da educação”, enfatizou a reitora da Unifacisa, Gisele Gadelha. 

Com temáticas ligadas à tendências e inovações no cuidado em saúde, o encontro buscou trazer o que há de mais atual e moderno em técnicas e tratamento das patologias relacionadas à saúde em geral por meio de discussões, apresentações orais de trabalhos, exposição de painéis temáticos e muito mais. Segundo a coordenadora de integração pedagógica, Vivianne Barros, “buscamos abordar as tendências em saúde. Trouxemos discussões acerca de tratamentos oncológicos, com a palestra do Dr. Ricardo Marques, workshops, painéis interativos que abordaram sobre tratamentos com a saúde mental, gestão e empreendedorismo para área da saúde, marketing para clínicas, pesquisas científicas e inovação, entre muitos outros temas tratados pelos mais de 80 palestrantes.”, disse. 

O diretor da Faculdade de Medicina da instituição, Diego Gadelha, destacou algumas participações internacionais. Segundo ele, “tivemos participação da professora Wiljeana Glover, da Babson College, em Boston, que falou sobre pesquisa científica enquanto inovação para saúde. Já o professor Yi Jin, que é co-fundador da Neosync Inc. Newport Brain Research Laboratory, tratou sobre tendências nos tratamentos do espectro autista. Participações como essas chancelaram nosso congresso como um encontro completo sobre inovações modernas e condizentes com o que se está em uso atualmente”, frisou.

Diante do valor agregado para a comunidade acadêmica com o evento, alunos como Bruno Tavares, do curso de fisioterapia da Unifacisa, explicaram sobre a participação no encontro. Para ele “foi um imenso prazer estar presente em um congresso internacional e interdisciplinar, onde aprendemos e trocamos experiências interdisciplinarmente com as mais diversas áreas da saúde. Nós, que estudamos sobre a saúde, sabemos diariamente da necessidade de atualização para atuar profissionalmente e essa aprendizagem o congresso nos proporcionou.”, destacou o aluno. 

Dado o sucesso do evento, por meio dos laços de aprendizagem construídos entre os congressistas com a Unifacisa e o HELP, já é possível crer que o Congresso Internacional Interdisciplinar de Saúde terá muitas outras edições uma vez que iniciativas como essa reforçam um dos objetivos instituição: a preparação de profissionais de sucesso para um mercado de trabalho cada vez mais moderno. Para o chanceler da Unifacisa, Dalton Gadelha, “queremos continuar promovendo possibilidades de transformação não só para a saúde de Campina Grande, mas para todos os âmbitos sociais do nosso estado. É por este e para este objetivo que transitamos por investimentos na educação, no esporte, na cultura, na saúde e na tecnologia.”, concluiu. 

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

O trio integra a Liga Acadêmica de Diagnóstico Médico Diferencial (LIDMED) e representou a Unifacisa no encontro

De 6 a 9 de setembro, o curso de medicina da Unifacisa foi representado durante o Congresso Brasileiro de Atualização em Endocrinologia e Metabologia, ocorrido em João Pessoa. Com três trabalhos aprovados para apresentação no encontro, o grupo, por meio dos alunos Amanda Araújo Brandão; Ítallo Bernardo Souto; e Tamara Andrade Soares, também estiveram representando a Liga Acadêmica de Diagnóstico Médico Diferencial (LIDMED) da Unifacisa. Além da oportunidade de compartilhar suas pesquisas e experiências com profissionais renomados, a participação do trio ainda representou o comprometimento e o talento dos envolvidos, bem como destacou a LIDMED no cenário nacional do diagnóstico médico. 

Entre os trabalhos aprovados, estão: “Presença de comorbidades endócrino-metabólicas e sua associação com o grau de acometimento pulmonar na  tomografia computadorizada de pacientes internados por Covid-19 grave em Campina Grande-PB”; “Obesidade como condição de risco para o desenvolvimento de formas graves de Covid-19 na infância: revisão integrativa”; e “Insuficiência Adrenal primária pós covid-19: relato de caso”. Cada uma das pesquisas teve orientação da coordenadora da liga, a professora Lígia Farias.

Para o presidente da LIDMED, Ítallo Bernardo, “aprovar 3 trabalhos no maior evento nacional de efervescência intelectual sobre atualizações em endocrinologia e  metabologia prelude tudo o que a LIDMED será nessa nova fase. Desenvolver uma medicina que esteja na fronteira do conhecimento ao lado da ciência e entregá-la à sociedade é o nosso grande ponto de partida. Toda essa preparação e envolvimento é muito precioso para nós porque queremos ser a resposta para as dores da vida de alguém. Há muitas pessoas apostando em nós, há muitas pessoas apostando em mim, e decepcioná-las não é uma alternativa. Estamos apenas começando.”, destacou.

História da LIDMED

A Liga Acadêmica de Diagnóstico Médico Diferencial da Unifacisa foi criada em 2018, sob o comando dos professores Marcos Farias e Lígia Farias, com o propósito de agregar aos discentes em medicina a excelência ao exercício médico prático do diagnóstico diferencial em múltiplas áreas e servir à sociedade. Com o passar dos anos, a liga se consolidou com o objetivo de formar médicos generalistas capazes de se inserirem em diversos cenários como agentes modificadores e competentes, para entregar à sociedade um conhecimento aplicado às necessidades de cada paciente.

Em 2020, com o início da pandemia da Covid-19, os serviços SUS de Campina Grande foram sobrecarregados e a liga precisou ser desativada, visto que aquele ambiente era o maior pilar de aprendizado do grupo. Entretanto, neste ano, a liga foi reativada e voltou a se empenhar no ativismo social e no envolvimento de discussões importantes e de competência médica. A participação no congresso é só uma das estratégias traçadas e concretizadas pelo grupo. Muitos outros projetos e ações estão sendo desenvolvidos e, em breve, serão postos em prática. 

O evento

O Congresso Brasileiro de Atualização em Endocrinologia e Metabologia é  o maior evento sobre atualização em endocrinologia e metabologia do país. Na ocasião estiveram grandes nomes da endocrinologia, como o autor do livro “Endocrinologia Clínica”, Dr. Lúcio Vilar, que é a grande referência do estudo da endocrinologia do Brasil. Os ligantes tiveram a oportunidade de conversar de perto com o médico: “Conhecer Dr. Lúcio Vilar foi superlativo. Particularmente, ele é humilde e uma grande referência intelectual. Ele me disse que adotou Emas como cidade natal e que tomou banho no Açude Estevão Marinho, em Coremas/PB, minha cidade natal. Saber que minhas referências estiveram lá já me permite traçar novos futuros possíveis na minha mente”, relatou Ítallo.

Ao lado de outros representantes da Unifacisa, como Lígia Farias; Fátima Lima; Marciênio Medeiros e Gabriela Ramos, o grupo também conheceu a presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) regional da Paraíba, Alana Abrantes. A oportunidade foi importante para tratar sobre a falta de humanização em atendimentos médicos.

Assim, a partir da participação em um encontro de destaque nacional, evidencia a história da LIDMED enquanto uma liga marcada pelo empenho, dedicação e paixão dos membros em promover a excelência na formação acadêmica e profissional médica. Essa iniciativa proposta pelos ligantes tem contribuição significativa para avanços em pesquisas e cuidados na saúde da população, o que revela um legado positivo no curso de medicina da Unifacisa.

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

O projeto é uma parceria com a Fundação Pedro Américo e a Unifacisa. Será lançado no dia 21 de setembro, às 19h, no Teatro Facisa, dentro do Congresso Internacional Interdisciplinar de Saúde.

A ala pediátrica de um hospital pode ser um ambiente desconhecido e intimidante para as crianças, onde os procedimentos médicos podem gerar ansiedade, medos e traumas.

Em uma iniciativa pioneira, o hospital HELP, em Campina Grande-PB, irá encantar os pequenos com um novo projeto de animação. Com a turma do Jackinho, o HELP coloca a criança como o centro do cuidado para que elas possam compreender o que está vivenciando dentro de um ambiente hospitalar.

A diretora da Qualidade do HELP e criadora do projeto, Bianca Gadelha, afirma que com essa abordagem, o Hospital está definindo um novo padrão de cuidados pediátricos, onde a educação, a diversão e a saúde andam de mãos dadas.

“Nosso objetivo com esse projeto é que a criança esteja no centro do cuidado. Ela precisa compreender o que está acontecendo, entender cada fase dentro da internação hospitalar. Com o adulto, a gente consegue fazer isso de uma forma mais simples, mas com a criança a gente precisa ir um pouco além, uma tratativa mais humanizada e lúdica, diminuindo a insegurança, os traumas e medos que ela possa ter no momento da internação”, pontuou.

O projeto de animação, desenvolvido por uma equipe multidisciplinar, utiliza uma abordagem educativa que combina elementos visuais atraentes e narrativas envolventes.

O designer gráfico e motion designer, Trigueiro Júnior, afirmou que produzir uma animação com a qualidade da Turma do Jackinho foi um grande desafio, e que, se torne uma parte integrante do ambiente hospitalar, proporcionando sorrisos, aprendizado e conforto a cada criança que passa por ali.

“Está sendo muito prazeroso trabalhar neste projeto. É extremamente gratificante criar artefatos lúdicos para crianças. Trata-se de um público exigente, espero que todos gostem”, pontuou.

Ao aliar a expertise médica à criatividade artística, a instituição está abrindo novos horizontes, oferecendo não apenas tratamento, mas também suporte emocional e educacional.

Os roteiros da 1ª temporada foram escritos pelo jornalista, ator e dramaturgo, Saulo Queiroz, também autor de "Jack, o jacaré do Açude Velho" - personagem criado por ele para o palco, em 2016, e que também batizou o mascote do Basquete Unifacisa, tornando-se sucesso entre torcedores de todas as idades. "Jack migrou do teatro para o esporte e agora, sob a maestria de Trigueiro Jr., se transforma em Jackinho, um personagem do HELP que vai encantar os pacientes mirins, tornando a estadia no hospital mais leve. Uma bela trajetória para um jacaré migrante que conquistou Campina Grande", declarou o artista.

O exemplar possui contribuição de alguns especialistas da área e, entre os capítulos, há uma contribuição realizada em parceira entre um aluno e um docente do curso de nutrição da Unifacisa 

O papel da docência vai para além de apenas repassar conteúdos programáticos em sala de aula. Dentro destes espaços, principalmente os universitários, é, também, função dos docentes incentivar e orientar os alunos para que eles alcancem a profissionalização ao máximo. Com este incentivo, cada discente poderá conquistar qualquer oportunidade dentro da sua área de atuação porque estará preparado para tal. Este estímulo e relacionamento entre professor e aluno, em sua grande maioria, tende a render bons frutos como a produção de pesquisas científicas, por exemplo. 

O livro “Modulação Intestinal – Do Sequenciamento Genético à Prática Clínica” teve contribuição do docente Caio Victor Coutinho, do curso de nutrição da Unifacisa, e do aluno Lucas Rios Ferreira Gomes, do mesmo curso. O capítulo “Fitoterapia e Nutracêuticos” foi escrito pela dupla. “Neste capítulo abordamos, com base científica, como a fitoterapia pode auxiliar no tratamento de alguns distúrbios intestinais, como gastrite, dispepsia funcional, doença do refluxo gastroesofágico, constipação, diarreia, entre outros. Ainda trazemos um quadro geral sobre cada distúrbio e sugestões de algumas espécies vegetais e suas posologias para o controle de sintomas dessas condições”, explicou Lucas. 

Para iniciar a produção de um texto científico é necessário, antes de tudo, o levantamento conceitual que é embasado e solidificado por meio de muita leitura e outros recursos que tragam para o pesquisador segurança para escrever. Para pessoas inexperientes, discernir tal função não é fácil e por isso que a presença do professor é tão importante para trazer luz durantes situações como essa. “Recebi o convite do professor Caio no final do 6° período. No início foi bem complicado pelo fato de não ter tanto conhecimento na área e até pouco interesse, porém, o professor me orientou e indicou diversos conteúdos como vídeo aulas e inúmeros artigos para que eu pudesse estudar e me familiarizar mais com o assunto. Com isso, eu acabei criando um interesse pela área. Após já estar mais familiarizado com a área, o professor me instruiu e exemplificou de maneira bem clara a estrutura do trabalho. Todo o processo sempre foi trocando informações com o orientador e recebendo feedbacks ou correções necessárias.”, relatou Lucas sobre o processo de produção do material.

A partir desta experiência, o discente destacou como a publicação do capítulo no livro tem impacto na sua carreira profissional e como, hoje, ele se identifica com a pesquisa científica. Segundo ele, “no início do curso eu não tinha pretensão nenhuma de seguir na área de pesquisa ou acadêmica, agora, tendo mais contato com os professores, minha visão sobre isso mudou completamente e hoje fazer mestrado e seguir na área acadêmica está entre as minhas primeiras opções. Esta experiência foi ótima para meu aprofundamento sobre o tema, além de ter agregado bastante também no meu currículo e de ter despertado meu interesse pela carreira acadêmica.”, encerrou.  

Já o professor e colega de produção, Caio Victor, destacou que “oportunizar a inclusão de um aluno na construção de um artigo para publicação é uma oportunidade valiosa para promover o crescimento acadêmico e profissional desse estudante. Como docente, essa prática é uma forma de proporcionar uma experiência prática e significativa, integrando o conhecimento teórico adquirido em sala de aula com a aplicação direta na pesquisa e na produção científica. Assim, essa oportunidade oferece a ele a chance de desenvolver habilidades críticas, como a capacidade de revisar a literatura científica, coletar dados, analisar informações e sintetizar resultados. Isso não apenas amplia o repertório acadêmico do aluno, mas também o prepara para futuros desafios na área da nutrição. Ademais, ajuda a fortalecer a relação entre professor e aluno, criando um ambiente de aprendizado colaborativo.”, concluiu. 

Dessa maneira, a parceria entre o estudante e o professor em prol de uma produção científica ressalta não só a atenção de um docente em desenvolver academicamente um aluno, mas também evidencia o conceito de transformação social proposto pela Unifacisa para seu corpo discente. Neste caso, esse conceito se dá a partir de uma contribuição científica em que professor e aluno devolveram para sociedade. A prova de que esta devolução tem significativa contribuição social se dá pelo destaque desta em um capítulo de livro onde vários especialistas na temática têm suas considerações sobre o assunto. A Unifacisa, por meio da coordenação do curso de nutrição, no nome da professora Mayra Cavalcanti, celebra feitos como este e instiga cada vez mais parcerias produtivas entre discente e docentes. 

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

Com o intuito de promover o planejamento de políticas públicas para o desenvolvimento do Sistema Nacional de Pós-Graduação (SNPG), o Plano Nacional de Pós-Graduação (PNPG) foi iniciado com uma Comissão Especial que vem se dedicando a um amplo diagnóstico e à proposição de recomendações para o setor. Após algumas decisões, a CAPES avalia os subsídios propostos pela Comissão para desenvolver o plano com seus componentes, além de dialogar com os estados para a construção da Agenda Nacional de Formação de Recursos Humanos de Alto Nível e prospecção de inovações na pós-graduação.

O Centro Universitário Unifacisa por ser referência em um ensino inovador, além de incentivar pesquisa e extensão através de uma metodologia centrada na prática do alunado, esteve presente na última oficina como a única instituição de ensino superior privado da Paraíba. Dessa maneira, na tarde desta última sexta-feira (01), a Gerente do Laboratório de Inovação e Carreiras da Unifacisa, Karina Dias, esteve representando a instituição na oficina estadual paraibana para a junção de subsídios ao (PNPG). 

No momento estiveram presentes os representantes da CAPES, da Fundação de Amparo à Pesquisa da Paraíba (Fapesq), dos setores públicos e empresarial, da sociedade e de instituições de ensino superior do estado. Os presentes tiveram participação na construção da Agenda Nacional de Formação de Recursos Humanos de Alto Nível. O material busca unir temáticas estratégicas que são emergentes em cada estado brasileiro para elaborar o PNPG que terá vigência de 2024 a 2028.

O encontro ocorreu na cidade de João Pessoa e teve a definição de 28 temas que foram considerados essenciais para a qualificação de mestres e doutores, além de serem atrativos para pós-doutorado no estado da Paraíba. Entre os temas, estão em pauta o empreendedorismo, energias renováveis, transferência de tecnologia, mudanças climáticas e segurança hídrica. Márcio Castro, coordenador de Fomento à Ações para Redução de Assimetrias da CAPES e um dos representantes da Agência na reunião no estado, ressaltou que “todos comentaram que se trata de uma iniciativa corajosa que a CAPES vem tendo em se aproximar dos estados e abrir oportunidades de discutir temas de interesse regional”, disse. 

Segundo Karina Dias, “a importância de participarmos desta ação é o espaço de diálogo sobre temas prioritários para nosso estado, o qual demanda incentivos e  investimentos. Além de estratégias para uma  formação conectada e alinhada ao mundo do trabalho, que esteja próximo a  necessidade das empresas, com aspirações para o  intraempreendedorismo, empreendedorismo nas carreiras e proporcionando a interdisciplinaridade. Um fomento à inovação na formação dos futuros pós-graduados mestres e doutores. Como o propósito do Inovalab é criar oportunidades inovadoras e empreendedoras, acreditamos que nossa semente foi plantada com o olhar neste futuro.”, destacou.

Após aprovação para apresentação de artigos científicos, os estudantes estarão em dois grandes encontros de pesquisa acadêmica: o CONEDU e o CIEH

O incentivo à pesquisa científica é essencial para a formação acadêmica de todos os graduandos. É por meio deste encorajamento que os estudantes são inseridos no meio científico e podem se descobrir academicamente. Por meio deste contato, é possível dar início às contribuições com o desenvolvimento social e humano. Na Unifacisa, o incentivo à pesquisa e à extensão são primordiais em todos os seus cursos de graduação, assim como na graduação em psicologia que, recentemente, por meio da orientação do docente Ludwig Leal, conquistou destaque por ter artigos científicos aprovados em encontros acadêmicos de nome e renome: o Congresso Nacional de  Educação (CONEDU) e o Congresso Internacional de Envelhecimento Humano (CIEH). 

As alunas Eduarda Thais Soares Lins, Katiane Ferreira Leite, Mariany Cristina Barros Costa, Maria Gabriella Almeida Lima Wanderley e Margarete Ferreira Neves, desenvolveram o artigo “Resistência  dos Pais Diante do Diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA)” que foi aprovado para a nona edição do CONEDU, que acontecerá de 12 a 14 de outubro, em João Pessoa. “O artigo nasceu de um pré-projeto feito na disciplina Desenvolvimento Humano: Infância e Adolescência, com o professor Ludwig Leal. Tínhamos que entrevistar um psicólogo para saber como é a demanda dele na escola/creche. Nos foi relatado que muitos pais acabam não aceitando o diagnóstico do TEA, o que  dificulta o tratamento da criança”, explicou Eduarda Lins. 

Já os alunos Jéssica Cavalcanti Ferreira, Josilene Cavalcante Areias de Almeida e Daniel Lucas Galvino Vieira estarão representando o curso de psicologia da Unifacisa no CIEH, que também acontecerá em João Pessoa, de 08 a 10 de outubro. Os discentes desenvolveram três artigos científicos que foram aprovados para apresentação no congresso. São eles: “O Envelhecer Segundo a Subjetividade do Idoso”; “Experiências de Luto Vivenciadas Pelo Idoso Durante o Processo de Envelhecimento”; “Independência e Autonomia Segundo Idosos de uma Instituição de Longa Permanência (IPLI)”. “Fomos elaborando cada fase de nosso trabalho. Definição da problemática; roteiro de entrevista; coleta e análise de dados e, por fim, resultado e discussão. Desta forma, a escrita de cada artigo foi se constituindo de maneira sincronizada, com o objetivo de realizar em tempo hábil a submissão de cada resumo no CIEH”, elucidou Josilene, autora de dois dos três trabalhos aprovados. 

Cada uma das representantes dos grupos destacaram a oportunidade de estarem em congressos nacionais como uma experiência única e construtiva. Para Eduarda, “A aprovação desse artigo não foi algo pequeno, e acredito que seja apenas um degrau da escada que estou subindo rumo a uma carreira de sucesso na psicologia”. Já Josilene relatou que “todas as vezes que eu abraço uma oportunidade como esta, eu compreendo que além de enriquecer um currículo, eu estou principalmente contribuindo para a psicologia enquanto ciência e profissão”. 

O docente do curso de psicologia e orientador dos trabalhos aprovados sublinhou que “é motivo de orgulho ter os trabalhos aprovados, é muito motivador. Um dos congressos é nacional e outro internacional, dessa forma o nosso trabalho ganha uma visibilidade maior e temos a oportunidade de compartilhar sobre o que estamos produzindo na Unifacisa e aprender mais com os outros pesquisadores que estarão no congresso. Nesse processo o que me gerou mais satisfação foi ver o protagonismo e a excelência dos alunos na produção dos artigos. São produtos com um padrão de qualidade muito alto, que vão fazer toda diferença na formação das estudantes”. 

As alunas ainda explicaram como a Unifacisa lhes estimula a produzir no âmbito científico. “Temos excelentes professores que nos incentivam a seguir escrevendo artigos. A pesquisa ganhou meu coração, tanto que já penso em fazer uma pós-graduação em neurociência ano que vem”, concluiu Eduarda. “O ecossistema em si já incentiva aqueles que desejam seguir carreira acadêmica. A instituição é como uma teia interdisciplinar e integradora de saberes diversos que nos possibilita significativas oportunidades para partirmos para o campo de pesquisa. Estar na Unifacisa só me reafirma essa pretensão”, encerrou Josilene. 

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

Colocar o estudante como protagonista do seu processo de aprendizagem e lhe dar autonomia para alçar vôos em qualquer espaço da sua área profissional é o compromisso da Unifacisa. Por isso, a instituição preocupa-se em oferecer uma abordagem completa que vai desde o discernimento das várias especialidades de atuação, até o incentivo para o desenvolvimento acadêmico e científico. Dentre as 16 graduações que prezam por este comprometimento, está o curso de enfermagem da instituição que, dia após dia, dedica-se a manter o seu nível de excelência máxima reconhecida pelo MEC, através de uma formação humanística e atualizada mediante as inovações da área da saúde. 

Raíssa Mayara da Silva Dantas é formada pelo curso de enfermagem da instituição desde o ano passado. Recentemente, a egressa foi aprovada no mestrado do Programa de Pós-graduação em Saúde da Criança e do Adolescente (PPGSCA), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Raíssa atribui sua aprovação ao incentivo científico que teve ainda durante a graduação: “desde o início da graduação tive muito apreço por abordagens científicas. No segundo período tive o primeiro contato com a escrita científica quando a coordenadora Renata Clemente me incentivou imensamente à prática. A partir de então, busquei estar ligada ao meio acadêmico e científico e o mestrado, com certeza, é um dos frutos disso.”, relatou. 

Neste novo ciclo, o projeto de pesquisa da enfermeira tem como tema o “Letramento Em Saúde De Cuidadores De Criança Com Transtorno Do Espectro Autista (TEA)”. Segundo ela, a curiosidade por esta temática surgiu a partir das atividades desenvolvidas dentro da graduação, o que só comprova o papel que a Unifacisa desempenhou para que a ex-graduanda se encontrasse academicamente. “Sempre busquei estar participando ativamente das ações e atividades realizadas pela instituição. Os estágios curriculares foram muito importantes, pois contribuíram para o amadurecimento e para o desenvolvimento de projetos que frutificam no presente. A ideia do tema que submeti ao mestrado veio do projeto ‘Cantinho Azul’ que desenvolvi junto com o grupo de estágio no nono período na graduação”, explicou.

Após esta conquista, a egressa explicou quais são seus planos futuros. Segundo ela, “quero continuar buscando sempre o aperfeiçoamento das habilidades e crescimento pessoal. Sei que o mestrado abre um leque de oportunidades, então pretendo embarcar na docência e ter a oportunidade de passar os conhecimentos para os futuros discentes”, concluiu. 

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

O incentivo à pesquisa acadêmica é primordial para que estudantes possam contribuir de maneira científica com a sociedade onde atuam. É por meio deste e outros estímulos que a Unifacisa cumpre seu papel de formar profissionais completamente capacitados, humanos, que buscam agregar valores ao meio social, mas que, principalmente, deixam a graduação com condições de atuar em qualquer setor das suas respectivas áreas profissionais. 

Recentemente, o curso de educação física da Unifacisa devolveu para a sociedade o resultado de uma pesquisa realizada por um grupo de egressos que, na época da produção, ainda eram graduandos. O estudo foi publicado na Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício e tem como temática as respostas perceptivas após aplicação do exercício de força com restrição de fluxo sanguíneo em mulheres com diabetes tipo 2. 

O grupo é composto pelos egressos: Ana Beatriz Alves Martins; Arthur Wagner da Silva Rodrigues; Eliete Samara Batista dos Santos Breno; Gabriel Rodrigues Neto; Guilherme de Araújo Tinôco Cabral; Júlio Cesar Gomes da Silva; Marina Gonçalves Assis; Nailton José Brandão de Albuquerque Filho; Victor Sabino de Queiros; e Júlio Cesar Gomes da Silva, sob orientação do professor Gabriel Rodrigues. 

O material publicado é oriundo de um “projeto guarda-chuva” orientado pelo professor Gabriel e que culminou na produção de três artigos, sendo um deles o artigo publicado na revista internacional. “O cenário de coleta dos artigos foi o mesmo, mas as variáveis dependentes foram outras que se dividiram em três variáveis, como pressão arterial, percepção subjetiva de esforço e frequência cardíaca", explicou o docente.

Para Arthur Wagner, “a aprovação de um artigo científico em uma grande revista internacional comprova toda a dedicação e emprenho do professor Gabriel Rodrigues Neto e envolvidos. Hoje estamos ganhando a visibilidade acerca de um tema pouco conhecido, mas que vem ganhando muito espaço no mercado nacional e internacional. Essa aceitação é a porta de entrada para quem deseja ingressar na carreira acadêmica, sendo de extrema valia no meu processo de mestrado.”, concluiu o egresso que está pleiteando uma vaga de mestrado em uma universidade de Coimbra, Portugal.

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

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