Cerca de um terço da população irá apresentar algum tipo de dor crônica durante a vida. Diferente da dor aguda, que é uma resposta temporária a uma lesão ou doença, a dor crônica persiste por longos períodos ou até os mesmos anos. Ela pode ter diversas causas, desde condições médicas, como artrose, fibromialgia e neuropatias, até lesões antigas ou complicações pós-cirúrgicas.

O Centro Especializado no tratamento de dor crônica do HELP é uma referência no tratamento medicamentoso e intervencionista em Campina Grande e região. Funcionando desde 2022, conta com 03 linhas de pesquisa e tem como responsáveis o neurocirurgião, Luiz Severo, e o anestesiologista, Victor Egypto.

De acordo com o neurocirurgião, Luiz Severo, a dor crônica acomete cerca de 60 milhões de pessoas em nosso país, gerando faltas no trabalho, na escola, isolamento social e quadro depressivos, além de perdas econômicas numa população economicamente ativa. “O tratamento especializado gera qualidade de vida a essa população que tanto sofre. Trabalho em equipe, pautado em ciência e inovação fazem parte da nossa assistência no HELP”, pontuou.

Segundo o anestesiologista, Victor Egypto, o tratamento da dor crônica geralmente requer uma abordagem multidisciplinar, envolvendo diferentes profissionais de saúde. Cada profissional desempenha um papel importante no desenvolvimento de um plano de tratamento abrangente, adaptado às necessidades individuais do paciente. “Apenas um especialista em dor terá conhecimento sobre toda a fisiopatologia que abrange as síndromes dolorosas e seus respectivos diagnósticos diferenciais, e assim poderá diagnosticar de forma mais efetiva e estabelecer o correto tratamento seja ele conservador-clínico ou associado a procedimentos intervencionistas”, afirmou.

Marcação de consultas: A realização de marcações de consultas para o SUS é feita exclusivamente nas unidades de saúde do município do paciente e reguladas para a Unifacisa/Fundação Pedro Américo. Já as vagas disponíveis através da central de marcação - (83) 2101.8840 - e WhatsApp são filantrópicas, inteiramente gratuitas, concedidas pela Fundação Pedro Américo.

Conhecida como a maior, mais antiga e mais prestigiada disputa de programação do mundo desde 1970, o Concurso Internacional de Programação Colegiada é um torneio de programação algorítmica para estudantes universitários. Equipes de três pessoas, representando suas universidades, trabalham para resolver problemas reais do mundo, promovendo a colaboração, a criatividade e a inovação. Através do treinamento e competição, as equipes desafiam umas às outras durante todo um dia. Neste ano, 111 países estão participando, mais de 3000 instituições de ensino estão envolvidas na competição, 2026 times são do Brasil, o que corresponde a mais de 6000 alunos e mais de 50000 alunos no mundo todo envolvidos na disputa.

Para chegar até a fase final do campeonato é necessário, antes, passar por várias etapas. Entre as fases, está a maratona nacional que se dá em duas partes. A primeira será  fase regional, realizada no próximo sábado (02) em todos os estados do Brasil. Na Paraíba, a Unifacisa será a sede da competição. Pela manhã haverá um espaço para integração e o warmap, onde os times poderão se familiarizar com os ambientes físico e de desenvolvimento. Às 14h haverá o início da competição que ocorrerá simultaneamente em todas as sedes do Brasil até às 19h. Todos os competidores de todas as sedes farão exatamente a mesma prova.

Da Paraíba, ao todo, são 21 times com três competidores cada. As instituições envolvidas de Campina Grande são: Unifacisa; UFCG; e IFPB. De João Pessoa estarão participando estudantes da: UFPB e do IFPB. Para a final brasileira serão classificados cerca de 10% dos times com os melhores desempenhos da etapa regional. Pelo histórico de anos anteriores, espera-se que da Paraíba saiam 2 times classificados para a final brasileira que ocorrerá em Chapecó/SC nos dias 19, 20 e 21 de outubro. Os melhores times se classificarão para a etapa Latino-Americana que ocorrerá na cidade do México em março de 2024. Entretanto, em novembro deste ano, acontecerá em Cairo, no Egito, a final da maratona 2022/2023 e lá será anunciada onde será a final mundial de 2024 onde participarão também os campeões latinos-americanos. 

Segundo o coordenador do curso de sistemas de informação da Unifacisa, Fabrício Dias, “para a Unifacisa é uma honra oferecer a infraestrutura adequada para a maior e mais importante competição de programação do país, e que classifica para a final brasileira e mundial. Para o curso de sistemas de informação é significativo por despertar nos nossos alunos a importância de participar de um evento dessa magnitude. Vale lembrar que um dos times competidores é composto por alunas do nosso curso, e que nosso time já teve bons resultados em outras competições.”, destacou.

 

Confira o cronograma do evento:

8h às 9h - Chegada, credenciamento e entrega dos kits;

9h - Cerimônia de abertura na sala do cinema Unifacisa e apresentações das equipes;

9h45 às 11h30 - Warmap;

13h15 - Chegada dos competidores à Unifacisa;

13h30 - Competidores ocupam seus locais de prova;

14h - Início da competição;

19h - Finalização da competição;

19h30 - Início da cerimônia de premiação na sala do cinema Unifacisa;

20h30 - Encerramento do evento.

 

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

A LASCEN (Liga Acadêmica de Saúde Coletiva de Enfermagem) da Unifacisa surgiu em 2017 com o objetivo de estar ao lado da população promovendo ações educativas, discussões com temáticas atuais e progresso no âmbito da pesquisa por meio da produção de artigos científicos. Neste espaço são abordados temas de atuação do profissional de enfermagem e promoção de palestras, além de minicursos para todo e qualquer aluno do curso de enfermagem da Unifacisa. O grupo ainda realiza ações em escolas e Unidades Básicas de Saúde (UBS), com o intuito de promover o conhecimento e a educação.

Neste ano, a liga já teve a oportunidade de se reunir com os idosos do Instituto São Vicente de Paula em uma tarde de conversa e descontração; visita ao Instituto de Saúde Elpídio de Almeida (ISEA) procurando entender como é realizado o trabalho por lá, além de terem entregando bilhetes de incentivo e afeto a todos os presentes; promoção de uma campanha do Julho Vermelho, com o objetivo de conscientizar a população e mostrar a importância da doação de sangue; visita até a Indústria de Energia Elétrica para falar com os trabalhadores sobre as hepatites virais e como a prevenção é eficaz para auxiliar no processo saúde-doença; visita à UBS Maria De Lourdes Leôncio para compartilhar um informações sobre hepatites virais.

Para a presidente da liga, Ana Carolina Soares Valdivino, “participar da LASCEN me faz ver que nós, enquanto alunos, temos a oportunidade vivenciar tudo aquilo que aprendemos na sala de aula e que nós podemos ser o elo mais forte entre a informação e a sociedade.”, disse. Já para coordenadora do curso de enfermagem da Unifacisa, Renata Clemente, “A função da liga acadêmica dentro do curso de enfermagem tem fundamental importância, uma vez que desenvolve atividades teórico-práticas que estão relacionadas às atividades curriculares e que dão suporte na formação do discente de enfermagem. A LASCEN, em específico, se mostra extremamente ativa com ações direcionadas a assistir à comunidade e ofertar conhecimento para discentes do curso. Com certeza os ligantes que estão em curso nesse momento certamente já são profissionais diferenciados.”, destacou.

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

Um dos maiores desafios enfrentados pelos recém-formados é a conquista de um espaço no mercado de trabalho. Obter visibilidade apenas após a formação não é fácil e é priorizando a solução desta problemática que as graduações da Unifacisa buscam evidenciar oportunidades aos seus graduandos desde o início do curso. Na instituição, por meio de uma metodologia inovadora que alia extensão à pesquisa, os estudantes são qualificados para se destacarem no competitivo e atual mercado de trabalho. A partir deste conceito proposto pelo centro universitário, torna-se comum que os graduandos consigam boas oportunidades em suas áreas antes mesmo da conclusão dos seus cursos.  

Beatriz Almeida Lins é um exemplo de recém-formada que conquistou uma boa oportunidade enquanto estudante. Egressa do curso de farmácia da instituição, a ex-graduanda iniciou suas atividades profissionais como estagiária de uma famosa rede de farmácia na cidade de Campina Grande, no qual, após sua exitosa experiência com o estágio, foi proposto à Beatriz uma vaga como farmacêutica para ser assumida logo após sua colação de grau. “Sempre tive admiração por essa rede de farmácia, por ser conhecida na cidade e por estar crescendo cada vez mais por proporcionar serviço de qualidade. Então tive a oportunidade de realizar o estágio obrigatório na empresa, proporcionado pela Unifacisa, e pude aproveitar ao máximo, adquirindo muito conhecimento. Após o término do estágio, tive a oportunidade de continuar na rede e hoje me tornei farmacêutica da empresa em que pude realizar o meu estágio.”, destacou Beatriz. 

Para desempenhar bem as funções propostas pelo estágio, a farmacêutica atribui sua boa preparação à Unifacisa. Segunda ela, “a Unifacisa sempre me conduziu a alcançar os meus sonhos no âmbito profissional, através do curso de farmácia que me proporcionou experiências maravilhosas, mostrando sempre o melhor caminho a ser trilhado, oferecendo uma grande estrutura e uma equipe de profissionais qualificados que me prepararam para o mercado de trabalho. Sem contar que a Unifacisa possui uma estrutura sem igual, além de ter empresas parceiras que auxiliam no aprendizado dos graduandos. Vivi todas as áreas onde o profissional farmacêutico pode atuar por meio dos estágios, e tudo isso foi bastante significativo para minha formação e me deu a certeza de que eu estava no lugar certo.”, disse.  

A egressa ainda relatou a diferença entre as atividades realizadas enquanto estagiária para as atividades realizadas agora, enquanto farmacêutica formada. “Tive a oportunidade de conhecer essa rede de farmácia enquanto estava no 5º período do curso de farmácia na Unifacisa. Assim, fui destinada a realizar lá o meu estágio em drogaria e pude vivenciar uma experiência incrível, na qual tive contato com a população de forma direta, além de praticar algumas atribuições do farmacêutico em drogaria. Hoje, além de praticar algumas atividades a mais do que era realizado no estágio, posso observar que foi de grande importância a experiência proporcionada pela Unifacisa, pois muitas das atividades que realizo foram ensinadas enquanto estava no estágio. Então, hoje posso praticar como farmacêutica o que foi ensinado enquanto era estagiária.”, enfatizou. 

Para o futuro, a profissional relatou que tem “como plano continuar em busca de propósitos que me acrescente profissionalmente, como, por exemplo, terminar uma pós-graduação e dar seguimento em uma residência para atuar auxiliando na melhoria e bem-estar dos pacientes.”, concluiu. 

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

O mês de agosto é dedicado à campanhas alusivas ao Agosto Dourado, que buscam trazer conscientizações a respeito do aleitamento materno. Neste ano, o tema da campanha é “Possibilitando a amamentação: fazendo a diferença para mães e pais que trabalham”. A campanha desta edição surge em paralelo com os novos estudos que indicam o aleitamento materno como única forma de alimentação até o sexto mês de vida, podendo evitar o desenvolvimento de diversas doenças, além de contribuir com o desenvolvimento infantil. 

A partir desta conceção e da Lei n° 8.063/2021, que trata da implantação de caixas coletoras de portes de vidro para armazenamento de leite materno em pontos estratégicos do município de Campina Grande, a LASCEN (Liga Acadêmica de Saúde Coletiva de Enfermagem da Unifacisa) busca seguir ações dos meses coloridos e, por isso, neste mês, estará somando reflexões ao lado da Unifacisa em prol da campanha.

Para isso, o grupo estará realizando coleta de potes de vidro com tampa rosqueável de plástico. Os recipientes doados precisam ser obrigatoriamente no material indicado, dada a resistência do reservatório para o processo de esterilização realizado antes do recebimento do leite materno. Os pontos de coleta serão as Unidades Básicas de Saúde (UBS) Maria Lourdes Leôncio, que fica no bairro do Cruzeiro; Ana Cantalice, localizada no bairro das Três Irmãs; e Crisóstomo Lucena, no Aluísio Campos, além do Hospital HELP, e a Unifacisa. As UBS receberão no horário comercial, de segunda a sexta, assim como o HELP. Já a Unifacisa estará com o ponto de coleta ativo das 8h às 22h, também de segunda a sexta. 

Para Emanuele, vice-presidente da LASCEN, “É de grande aprendizado para todos que participam levar a educação em saúde ou buscar formas de minimizar algum problema na saúde pública. Tudo isso é gratificante para todos e nos faz entender melhor como é o dia a dia do profissional de enfermagem.”, relatou.

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

Coordenador do curso de psicologia da Unifacisa elucidou sobre oportunidades e destaques da área

Anos antes de se estabelecer como uma ciência, a psicologia emergiu como um estudo filosófico que foi utilizado para traçar respostas que definam o porquê dos desejos, comportamentos, sonhos e ações humanas. A partir desta concepção, nasceu a psicologia científica, na Alemanha, com o laboratório de Wilhelm Maximilian Wundt. No Brasil, a psicologia só ganhou notoriedade durante o século XIX com as diversas pesquisas iniciadas em laboratórios nas cidades de São Paulo e Belo Horizonte. Entretanto, foi só no ano de 1952 que a área recebeu aprovação do MEC (Ministério da Educação) para se estabelecer como curso de graduação. Em 1962, com a Lei n° 4.119, de 27 de agosto, houve o marco da regulamentação da profissão no país e em 1971, com a Lei n° 5.766, foram estabelecidos os Conselhos Regionais e Federais de Psicologia que regularizaram a profissão do psicólogo e deram visibilidade ao setor em todo o país. 

Dentre as várias áreas de atuação, destacamos as quatro mais conhecidas: 1) Clínica e Saúde, que envolve atividades de promoção da saúde através da psicoterapia individual, casal e em grupo; intervenções no campo das políticas públicas de saúde mental e no ambiente hospitalar; avaliação psicológica e psicodiagnóstico; 2) Educacional Escolar, que se direcionam aos processos de ensino-aprendizagem e suporte psicopedagógico às equipes educacionais; 3) Social, se dando em atuações junto às políticas de assistência social, mas também em consultoria junto a órgãos públicos e privados, produzindo dados e intervenções psicossociais; 4) Trabalho e Organizações, lidando com organizações de trabalho e políticas de saúde do trabalhador, além de atuar em organizações junto à gestão de pessoas e consultorias de treinamento e desenvolvimento pessoal, utilizando por vezes avaliações psicológicas.

Segundo o doutor em psicologia clínica e coordenador do curso de psicologia da Unifacisa, Adriano Barros, as atividades em ascensão para o setor são a Jurídica, Esporte, Trânsito e Neuropsicologia. Entretanto, “a área das políticas públicas de saúde, educação e social é um grande nicho de mercado atualmente, mas a demanda por psicólogos na saúde mental, no esporte, na jurídica, como perito, são demandas em constante crescimento. A busca por qualidade de vida e tratamento para a saúde se intensificou durante e no pós-pandemia, dado que tem sido corroborado também pelo aumento da busca por cursos de psicologia.”, destacou.

Assim, para se manter por dentro das áreas em alta procura mercadológica, é necessário manter-se atualizado. Os caminhos para conquistar a atualização são as pós-graduações e os cursos livres de formação, bem como a participação em eventos científicos e profissionais que debatem os rumos e as inovações na profissão. Segundo Adriano, “um dos elementos que preconizam a atuação na área da psicologia, inclusive reforçado no código de ética da profissão, é justamente a qualificação constante. Manter-se atualizado na área é fundamental para incrementar as intervenções, promovendo saúde e tratando os diversos sofrimentos psíquicos contemporâneos.”, reforçou.

Outra maneira de manter-se por dentro das novidades do mercado é tendo uma boa formação que lhe traga meios de como executar tal atividade. “O curso de psicologia da Unifacisa preconiza em sua organização curricular as Diretrizes Curriculares Nacionais, inovando em seu formato e método de ensino baseado na construção de competências por meio do desenvolvimento de projetos que unem de modo dinâmico e eficaz a teoria e a prática.”, disse o coordenador e ainda reforçou que “além disso, o aluno tem a oportunidade de conhecer as mais diversas ênfases teóricas e áreas de atuação, passando por estágios nas áreas de saúde, educação, social e trabalho. Dessa maneira, é possível seguir por ênfases como: psicanálise, neuropsicologia, terapia cognitivo-comportamental, logoterapia e abordagem centrada no cliente, com intervenções voltadas a clínica e hospitalar junto ao público adulto, adolescente e infantil.”, pontuou. 

Por fim, o docente concluiu destacando as práticas desenvolvidas pelos alunos nos ambientes de estágio. Segundo ele, “nossos alunos têm a oportunidade de vivenciar as práticas de Psicologia Hospitalar e da Saúde numa das estruturas mais modernas da região, no Hospital de Ensino e Laboratórios de Pesquisa, o HELP. Atuando junto a pediatria do hospital, os alunos do estágio supervisionado conhecem, na prática, as contribuições da psicologia infantil e da neuropsicologia em ambiente hospitalar, sendo pioneiros e desbravadores. Além do HELP, nossos estágios ocorrem também na clínica escola, no ISEA, na Clínica Maia, no CAPS, na Emergência Psiquiátrica, no ECIT e escolas privadas conveniadas, e na Assistência Social do Município.”, enfatizou. 

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

Com o intuito de continuar fomentando inovação, desenvolvimento econômico e social no âmbito da saúde, a Unifacisa receberá alunos e professores da Babson College para iniciar as atividades do projeto interdisciplinar e interinstitucional inovador, de 22 a 24 de agosto. A parceria entre as instituições objetiva alavancar a aprendizagem baseada na experiência, além de buscar soluções em tecnologia enquanto cultiva uma cultura em ecossistemas inovadores não apenas para os alunos da Unifacisa e da Babson, mas também para a comunidade em geral. 

O programa está sendo coordenado pela equipe de Pesquisa e Extensão Universitária da Unifacisa e pelo Global Health Innovation Lab da Babson College. Essa união também tem a finalidade de combinar o ecossistema da Unifacisa junto à tecnologia exuberante e o espírito humano do HELP (Hospital de Ensino e Laboratórios de Pesquisa), com a gestão inovadora da Babson College enquanto referência mundial em empreendedorismo há mais de 30 anos.

Para Sofia Caffer, aluna de Administração da Babson College, “esta parceria visa integrar negócios e inovação, através da experiência da Babson College, já que a instituição é mundialmente conhecida como a número um em empreendedorismo, e a expertise da Unifacisa nas áreas da saúde, educação, inovação e tecnologia. Assim, os alunos das duas instituições serão pareados em grupos, com o intuito de trabalhar em prol de soluções inovadoras para a área da saúde.”, explicou. 

Com o objetivo de oferecer uma experiência completa por tudo o que a Holding tem para oferecer, os estudantes e professores da Babson desembarcaram em João Pessoa no domingo (20) e nesta segunda-feira (21) passarão o dia conhecendo a capital. Na terça-feira (22), o grupo terá a oportunidade de conhecer o HBOL - Hospital de Olhos, conhecido por ser o maior e mais moderno hospital referência em oftalmologia do estado da Paraíba, através da sua convergência entre a alta tecnologia, ótimos profissionais e seus tratamentos inovadores. 

Na tarde do mesmo dia, o conjunto viverá uma experiência lúdica e divertida durante a recepção oferecida pela Unifacisa. Na ocasião, o grupo terá contato com músicas e danças regionais, lanches e muito mais, além de conhecerem todo ecossistema da instituição. No dia seguinte (23), os alunos e professores se juntaram com os docentes e discentes da Unifacisa para o debate e construção de ideias iniciais em prol de soluções inovadoras para o setor da saúde. Após as discussões, no horário da tarde, os grupos de alunos da Babson farão um tour por Campina Grande com passagem pelo HELP, local onde, junto ao alunado da Unifacisa, desenvolverão pesquisas a partir de toda infraestrutura de alta tecnologia encontrada no hospital. 

Na quinta-feira (24), os alunos envolvidos na parceria entre as instituições voltam a se encontrar na Unifacisa com o intuito de chancelar as ideias discutidas no dia anterior para, futuramente, colocarem em prática. No horário da tarde, o conjunto de intercambistas fará uma visita na Casa de Cumpadi com o intuito de fazê-los, mais uma vez, experienciar a cultura local. Ao final do almoço, o grupo viajará para Recife/PE para, na sexta (25), conhecerem a cidade que é sede do Porto Digital e Accenture, empresas referências em tecnologia e que são parceiras da Unifacisa. No sábado (26), ainda em Recife, o grupo se despede da viagem e embarca de volta para Massachusetts. 

Após a troca de culturas e conhecimentos entre os estudantes da Babson e Unifacisa, todo o grupo envolvido na parceria voltará a se encontrar para colocarem em prática todos os debates e soluções propostas durante a semana de visitação. Tal iniciativa promete abrir portas para a inovação em saúde, fornecendo uma plataforma única para estudantes explorarem soluções inovadoras e impulsionarem o desenvolvimento da área. 

A coordenadora pedagógica da Unifacisa, Fernanda Matos, ainda salientou que “na metodologia Unifacisa, nossos estudantes são colocados desde o início do curso em contato com desafios reais e são instigados a propor soluções para demandas que recebemos da sociedade civil, logo, temos total sinergia com a Global Health Innovation Lab que é um cursos de aprendizado prático, no qual estudantes da Universidade de Babson com estudantes da Unifacisa trabalharão em equipes para identificar e resolver problemas relacionados à saúde, fomentando assim o desenvolvimento e implementação de inovação em saúde.”, destacou.

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

Docente do curso de nutrição da Unifacisa pontuou sobre os destaques área, bem como sobre o curso oferecido pela instituição

Por volta de 1914 a 1945, a trajetória da atuação do profissional nutricionista foi marcada pela percepção de que soldados bem alimentados apresentavam um desempenho superior nos campos de batalha. A partir dessa compreensão, diversas hipóteses sobre nutrição foram formuladas, conduzindo a uma série de experimentos. No Brasil, na segunda metade do século XIX, as primeiras teses nacionais sobre nutrição surgiram na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro e na Bahia. Ao longo do tempo, a nutrição se solidificou como uma ciência que busca decifrar a relação entre seres humanos e alimentos, bem como entender a absorção de nutrientes pelo organismo.

Levando em consideração o contexto acima e a regulamentação da profissão do nutricionista, segundo Lei 8.234/1991, a nutrição se divide em seis áreas. São elas: 

1) Nutrição Clínica, com atuações em hospitais, clínicas, consultórios e/ou ambulatórios, trabalhando na avaliação e intervenção nutricional em pacientes com diversas condições de saúde; 2) Nutrição em Saúde Coletiva, que promove hábitos alimentares saudáveis em comunidades e grupos populacionais; 3) Nutrição em Alimentação Coletiva, que planeja e supervisiona a produção de refeições balanceadas em empresas, restaurantes e/ou refeitórios industriais; 4) Nutrição Esportiva, por meio do desenvolvimento de estratégias nutricionais para melhorar o desempenho esportivo; 5) Nutrição Estética, que possui foco na elaboração de planos alimentares para melhorar a aparência física, considerando aspectos como perda de peso, ganho de massa muscular e saúde da pele; 6) Nutrição em Indústrias e Pesquisa, que atua na área de desenvolvimento de produtos alimentícios, análise de alimentos, pesquisa científica e outras atividades relacionadas à indústria alimentícia; além da 7) Pesquisa e Docência em Nutrição.

Para o Conselheiro Regional de Nutrição e docente do curso de nutrição da Unifacisa, Caio Victor Coutinho, algumas especialidades dentro da área estão em alta e, coincidentemente, estas foram recentemente regulamentadas pelo Conselho Federal de Nutricionistas. “A busca está muito grande por capacitações em Nutrição Clínica em Endocrinologia e Metabologia; Nutrição e Fitoterapia; Nutrição em Atenção Primária e Saúde da Família e Comunidade; Nutrição em Marketing;  Nutrição em Saúde da Mulher; e, principalmente, em Nutrição de Precisão, que é onde o profissional trabalhará com laudos e testes genéticos. A alta procura se dá em decorrência da modernidade que vivemos, com a possibilidade de novas pesquisas e soluções para uma melhor saúde nutricional. Além disso, estas especialidades trazem boas oportunidades para o profissional de nutrição.”, enfatizou. 

Caio ainda destacou que se manter atualizado é extremamente necessário para poder acompanhar as evoluções da área e para garantir a adoção de condutas baseadas em evidências científicas mais recentes e que, consequentemente, ofereçam melhores orientações para a saúde. Segundo o docente é possível garantir atualizações através do “cadastramento nos sites dos melhores periódicos da área para receber os artigos científicos mais atuais, como o Nutrients, American Journal of Clinical Nutrition, Phytotherapy Research, Phytonutrients, Journal of Dietary Supplements, entre outros; participações em cursos e workshops; acompanhar webinars e podcasts sobre nutrição e que são frequentemente realizados com especialistas da área; e acompanhar diretrizes e recomendações das sociedades científicas nacionais e internacionais, como a Associação Brasileira de Alimentação e Nutrição (ASBRAN), Associação Brasileira de Nutrição Esportiva (ABNE), International Society Of Sports Nutrition (ISSN) e American Society for Nutrition.”, elucidou. 

O professor também explicou que uma boa maneira para se preparar para o mercado de trabalho da nutrição é realizando um bom curso de graduação. “Na Unifacisa o curso de nutrição possui conceito máximo no MEC. Aqui procuramos associar teoria à prática, uma vez que o corpo docente é altamente qualificado formado por mestres e doutores que apresentam vasta experiência na área dentro e fora do país. O mesmo corpo docente ainda possui atuação como conselheiros no Conselho de Classe da Profissão (Sistema CFN/CRN). Nossos alunos ainda têm a oportunidade de realizarem atividades práticas no HELP (Hospital de Ensino e Laboratórios de Pesquisa), conhecido como o hospital do Norte e Nordeste. No ambulatório de nutrição do hospital,  os pacientes já são atendidos com abordagem da Nutrição Comportamental. Acreditamos que à medida que todos os setores do hospital forem sendo inaugurados, outras áreas do atendimento em nutrição serão iniciadas, como a nefrologia, geriatria e a dermatologia. O HELP, por ser um hospital que já nasceu com espírito inovador, só tende a contribuir para a formação dos nutricionistas.”, concluiu. 

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

A Médica do esporte da Seleção Brasileira de Futebol, Andreia Picanço, estará em Campina Grade nos dias 18 e 19 de agosto para ministrar aulas na pós-graduação em medicina esportiva da Unifacisa, ao lado do do coordenador da pós e médico do esporte do basquete Unifacisa, Dr. Diogo vilar. Especialista em medicina do esporte, por meio do Programa de Residência Médica do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), a médica Andreia irá abordar, em aulas presenciais na Unifacisa e no Hospital HELP, os assuntos de fratura por estresse; sobre casos clínicos de concussões cerebrais; realizará testes neurocognitivos computadorizados; bem como exames físicos de joelho e tornozelo com os alunos da pós-graduação; além de ministrar o fórum de autoavaliação.

Com nove anos de atuação com os atletas da CBF, Andreia Picanço já passou pela seleção feminina de futebol, além de ter atuado nas divisões de base e de permanecer acompanhando a seleção feminina principal desde o retorno do futebol após a pandemia, quando a doutora se tornou coordenadora da Comissão Nacional de Médicos de Futebol Brasileiro.

De acordo com a Gestora de Pós-graduação da Unifacisa, Samarah da Silva Queiroz, a participação da especialista reflete o compromisso firmado pela pós-graduação em oferecer a melhor qualidade de ensino com uma equipe qualificada e com atuação nacional na área esportiva.

 

O arquiteto e urbanista formado na instituição ainda relatou sobre sua trajetória até sua consolidação no exterior, bem como a contribuição da Unifacisa na abertura de oportunidades fora do Brasil

O Centro Universitário Unifacisa sempre foi sinônimo de inovação no setor da educação, por meio de projetos que promovem a ampliação intelectual de todos os seus alunos. Entre as tantas iniciativas com este intuito, estão o incentivo à pesquisa e extensão, além das oportunidades de intercâmbio através de parcerias firmadas entre a instituição e os programas que levam os graduandos para fora do país. Estas possibilidades, além de prepararem ainda mais os estudantes para o mercado de trabalho, trazem incentivos que reverberam em ações de maior controle da carreira profissional, já que, durante a graduação, estes estudantes foram colocados como protagonistas em seus processos de aprendizagem. 

Pedro Henrique Silva Costa é egresso do curso de arquitetura e urbanismo da instituição, por meio do PROUNI (Programa Universidade para Todos), e é um forte exemplo de ex-aluno que teve seus horizontes ampliados por meio da graduação concluída na Unifacisa. O profissional atualmente reside na cidade de Amsterdã, na Holanda, e trabalha como urbanista e líder de projetos em um escritório local, além de dar aulas na Academia de Arquitetura de Amsterdã, ambiente onde concluiu seu mestrado com ênfase em urbanismo. O egresso relatou como se deu sua profissionalização na Unifacisa e como sua vivência universitária lhe permitiu enxergar possibilidades de atuação para além do Brasil. “A instituição aproxima o estudante do mercado profissional desde o início do curso, seja através dos professores que atuam nesse setor ou por causa de eventos oferecidos voltados ao desenvolvimento acadêmico e profissional. Tudo isso é bem positivo e essa exposição acaba tendo uma grande influência na formação dos alunos.”, explicou. 

O foco que a instituição tem com o mercado de trabalho permitiu que Pedro, ainda durante seu curso, realizasse seu primeiro contato com a educação exterior, por meio da parceria entre a Unifacisa e o programa Ciência Sem Fronteiras. “Durante o meus estudos na Unifacisa, eu tive a oportunidade de estudar na University of East London, em Londres, na Inglaterra, em 2013, onde fiz o intercâmbio com bolsa do CNPq por um ano cursando arquitetura nesta universidade. Essa oportunidade foi o que expandiu meus horizontes sobre as diversas possibilidades que a profissão de arquitetura e urbanismo podem oferecer. Quando voltei do intercâmbio ficou claro pra mim que urbanismo seria o caminho a seguir.”, historiou. Após ter tal certeza, Pedro se envolveu com pesquisas que trouxeram aprofundamento científico para ele na área. “O urbanismo me levou a participar de projetos de pesquisa na Unifacisa sobre a qualidade dos espaços públicos do centro de Campina Grande e que rendeu artigos publicados em congressos da área e na própria revista TEMA.”, relatou.

Ainda durante a graduação, Pedro teve a oportunidade de vivenciar um curso, em São Paulo, promovido pela Architectural Association School of Architecture. Sua participação no encontro foi o pontapé inicial para seu retorno ao exterior. “Lá eu tive contato com arquitetos do escritório holandês UNStudio. Depois de ter concluído minha graduação, eu entrei em contato com um destes arquitetos a respeito de uma vaga de estágio no departamento de urbanismo do escritório e, consequentemente, fui selecionado para estagiar durante oito meses no local.”, disse. O egresso comentou que, enquanto estava lá, uma nova oportunidade que lhe fez ficar surgiu: “a ideia era voltar pro Brasil após esse período, mas aí surgiu a oportunidade de começar o mestrado aqui e como eu decidi continuar em Amsterdam acabei sendo contratado como urbanista pelo escritório e ficando de vez.”, enfatizou.

Pedro comentou como se deram suas atividades enquanto aluno do curso de mestrado oferecido pela Academia de Arquitetura de Amsterdã. Segundo ele, “a pós-graduação tem duração de 4 anos e é bem diferente do mestrado oferecido nas instituições de educação brasileiras. O ensino é voltado para o mercado de trabalho, ou seja, durante o mestrado é desenvolvido muitos projetos urbanos. As disciplinas de projeto compõem grande parte do currículo, mas também há aulas de teoria. O diferencial da Academia de Arquitetura é que, ao mesmo tempo em que você está estudando, você também deve estar trabalhando. O trabalho acontece de segunda a quinta e tem aulas duas noites na semana e durante toda a sexta-feira. Dessa maneira, após a formação, você tem direito a receber o seu registro profissional daqui.”, destacou. 

Aliado ao curso de mestrado, Pedro seguiu trabalhando na UNStudio, o escritório holandês que lhe permitiu ser estagiário e depois colaborador. A empresa possui sede em Amsterdã, Hong Kong, Shanghai, Frankfurt e Melbourne e mais de 300 funcionários. “Eu trabalhei junto ao time de urbanismo em projetos locais e internacionais em países como Alemanha, Finlândia, Coreia do Sul, China, entre outros. Foi uma rica experiência que serviu como uma base sólida para o meu desenvolvimento profissional na Holanda e que eu acredito que me preparou para trabalhar em qualquer lugar.”, frisou Pedro ao lembrar sobre suas atividades dentro da UNStudio. Após cinco anos na empresa, o urbanista sentia que precisava canalizar seu trabalho para uma escala menor. Foi quando Pedro iniciou suas atividades na “IMOSS, um escritório com apenas 25 funcionários onde eu sou o único funcionário estrangeiro e todos os outros colegas são holandeses. É um ambiente de trabalho bem diferente, mas que também tem sido um grande aprendizado não só pela natureza dos projetos serem bem diferentes, mas também por causa do idioma onde tenho que trabalhar em holandês.”, expressou.

Conciliando com as atividades no escritório, Pedro relatou que “também sou professor visitante na Academia de Arquitetura de Amsterdam, onde estudei. Dou aulas de projeto para alunos do primeiro ano do mestrado dos cursos de arquitetura, paisagismo e urbanismo, o que é bem gratificante ter a oportunidade de contribuir na formação dos futuros profissionais daqui.”, exprimiu. E após tantas atribuições, o profissional externou que não pretende deixar o país: “quero continuar me desenvolvendo profissionalmente por aqui porque o mercado que estou inserido atualmente oferece muitas oportunidades e com o tempo a sua experiência aqui é valorizada cada vez mais. Isso meio que garante um futuro promissor.”, encerrou.

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

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