O curso de farmácia da Unifacisa, embora muito prático por dispor de uma ampla infraestrutura moderna em seus laboratórios, também, se compromete a ofertar uma formação que ofereça contribuições nos setores da pesquisa e do desenvolvimento das ciências farmacêuticas. Desde o início do curso, os alunos são estimulados a envolverem-se com a pesquisa acadêmica a fim de que eles também possam construir seus legados a partir de suas contribuições em descobertas científicas. Alguns desses alunos se identificam tanto com a produção acadêmica que decidem intensificar os estudos e concorrer a um mestrado. Este é o caso das egressas Sayonara Pessoa Fernandes e Luana Layse Câmara de Almeida, que foram aprovadas no Programa de Pós-graduação em Ciências Farmacêuticas (PPGCF) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) logo após concluírem suas graduações em farmácia na Unifacisa. 

Formadas em 2022, as mestrandas explicaram como foram as preparações profissionais ao longo dos anos de curso. “A Unifacisa me proporcionou vivências nos estágios em áreas distintas da farmácia, onde pude aprender sobre a importância do farmacêutico em cada local, seja na drogaria, no hospital, na pesquisa ou em outras áreas, contribuindo para a minha formação e buscando sempre me aperfeiçoar.”, relatou Sayonara. “A Unifacisa é um complexo que nos prepara excepcionalmente para o futuro, oferecendo uma admirável estrutura física em suas salas de aulas e laboratórios, além de um excelente corpo docente.”, comentou Luana. 

As oportunidades oferecidas pela instituição no campo da prática instigaram as ex-graduandas a se desenvolverem no campo científico. Elas comentaram como se deu essa preparação que, desde o início, teve acompanhamento do corpo docente do curso de farmácia. Segundo Sayonara, “eu sempre tive vontade de seguir na área da docência e pesquisa, e alguns professores notaram isso e me incentivaram a continuar na área, o que me despertou o desejo pelo mestrado. Então, terminei o curso, fiz o processo seletivo e passei. É onde estou hoje e estou me encontrando cada vez mais.”, expressou. Já Luana afirmou que “durante a graduação, os professores sempre me instruíram e me incentivaram nos melhores caminhos, no qual pude vivenciar as melhores experiências acadêmicas.”, disse.

Mesmo estando fora da Unifacisa há alguns meses, as farmacêuticas explicaram que levam para o mestrado as pesquisas que lhe despertaram a curiosidade ainda na graduação. “No mestrado irei trabalhar com a prospecção de novos antibióticos a partir de uma actinobacteria isolada da caatinga para o combate da Staphylococcus Aureus resistente à meticilina (MRSA).”, frisou Sayonara. “No mestrado trabalharei na área de obtenção e avaliação da atividade biológica de produtos naturais e sintéticos, a fim de desenvolver novas estratégias para o tratamento de patologias que afetam o sistema respiratório.”, destacou Luana.

Atualmente, as egressas dedicam-se exclusivamente às suas pesquisas de mestrado. Elas ainda relataram quais são suas ambições futuras: “quero dar continuidade ao mestrado e seguir para o doutorado, prestar concursos e seguir a área da docência.”, concluiu Sayonara; “quero concluir meu mestrado para atuar na área acadêmica como docente em instituições de ensino superior.”, encerrou Luana. 

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

O material serve como um estimulador para que trabalhadores desenvolvam o hábito da alimentação saudável 

Segundo dados do Ministério da Saúde, o Brasil tem apresentado um crescimento exponencial no desenvolvimento de Doenças Crônicas Não-Transmissíveis (DCNT) na saúde do trabalhador. Esses números têm registrado elevações devido a hábitos como consumo excessivo de álcool, fumo, pouca prática de atividade física e alimentação baseada em alto consumo de açúcar, frituras e sal. Dessa maneira, tem se tornado comum que este grupo desenvolva cada vez mais diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares ou obesidade. Os estudos feitos pelo órgão ainda revelam que 54,4 milhões de brasileiros possuem algum tipo de DCNT, colocando este indicativo como a maior causa de morte do país. 

Tendo ciência dessa realidade, as alunas do curso de nutrição da Unifacisa desenvolveram, durante a disciplina de Educação Nutricional, o Guia Alimentar do Trabalhador Brasileiro. O material é baseado nas recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) que formula diretrizes nacionais sobre alimentação e nutrição para os governos de todo o mundo. Dessa maneira, o guia viabiliza informações que promovam uma alimentação saudável e adequada, de tal maneira que assegure o bem-estar dos profissionais no Brasil, a fim de, também, promover saúde e prevenir as DCNT.  

A aluna Joyce Barbosa explicou que a iniciativa se deu a partir de dúvidas frequentes que surgiam durante o horário do almoço em seu trabalho. “Meus colegas de trabalho tinham muitas dúvidas sobre reeducação alimentar voltadas às refeições realizadas durante o expediente. Então, a ideia foi com o intuito de incentivá-los e levar informação de confiança para ser aplicada na prática.”, disse. Para Joyce, “desenvolver projetos como esse é, de fato, ‘sair da zona de conforto’. O mais importante é colocar em prática o que aprendemos na sala de aula. Essas experiências servem para agregar na vida acadêmica e no currículo profissional, ampliando minha visão entre o comportamento humano e a influência da alimentação no ambiente de trabalho.”, salientou.

Um dos setores da Unifacisa que participou do projeto desenvolvido pelas alunas foi o Call Center. Gustavo Xavier é um dos atendentes deste espaço e relatou o que aprendeu com a experiência: “aprendi que é possível manter uma alimentação saudável mesmo na correria do dia a dia. Colocando em prática as dicas e substituições, consegui preparar refeições completas e ricas em nutrientes.”, explicou. O trabalhador ainda reforçou como pretende continuar colocando em prática o que aprendeu: “irei manter a rotina das marmitas e também repassar as dicas para os meus familiares e amigos, já que são mudanças simples e que fazem grande diferença no futuro.”, frisou.

Na Unifacisa, a disciplina de Educação Nutricional do curso de nutrição visa promover a superação dos problemas nutricionais do Brasil, promoção das mudanças de hábitos alimentares e instrumento educativo para uma alimentação saudável e com segurança. Durante este semestre, os alunos desta disciplina trabalharam em vários contextos da educação nutricional e, entre eles, a saúde do trabalhador. Para a professora da cadeira, Laisy Sobral, “esse projeto foi muito importante para que os alunos pudessem vivenciar na prática a importância do acompanhamento nutricional, da socialização, da humanização, da promoção da saúde e da qualidade de vida. Tornando-se importante para os alunos terem uma inserção no mundo nutricional.”, concluiu. 

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

Nos dias 19, 20 e 21 deste mês, os alunos Vinícius Carvalho Pedrosa e Lucélia Silva Lira, do curso de nutrição da Unifacisa, estarão representando a Unifacisa na apresentação de quatro trabalhos aprovados para o Congresso Norte e Nordeste de Nutrição Clínica e Esportiva (CONNAE). A 8ª edição do encontro acontecerá em Natal/RN, com o tema “Nutrição, Exercício e Saúde: Alinhando Ciência e Prática", e promete reunir estudantes, pesquisadores, professores e outros interessados pelas modernidades do setor.

O curso de nutrição ofertado pela Unifacisa busca oferecer uma formação do nutricionista generalista que esteja qualificado a refletir e intervir nas diferentes áreas da nutrição, com percepção crítica da realidade humana. Sendo assim, o corpo docente do curso também é um forte incentivador para que os alunos busquem se desenvolver academicamente, através da participação em congressos por meio de um engajamento ativo em escritas científicas. Os quatro títulos aprovados para o congresso têm como tema principal: Análise microbiológica de maionese caseira em estabelecimento do município de Campina Grande; Potencial nutritivo das farinhas do Umbuzeiro (Spondias tuberosa); Análise Sensorial Copo da Felicidade Funcional; e Avaliação da Qualidade Físico-Química e Higiênico Sanitária de Queijo Tipo Coalho Comercializados em um Município da Paraíba.

Os trabalhos aprovados possuem contribuição, no total, de 10 alunos: Alane Andrade de Sousa; Aleciane Oliveira Castro; Carolina Nóbrega Dantas; Livia Campos Gomes; Lívia Marques da Silva França; Lucélia Silva Lira; Maria Heloísa Araújo Silva; Maria Renally Cunha Coelho; Melissa Khaterine Almeida Costa; Rayabb Quaresma Albuquerque; e Vinícius Carvalho Pedrosa. Entretanto, apenas Vinícius e Lucélia estarão representando os grupos. “Participar de um congresso desse tamanho é de extrema importância e também é uma responsabilidade, pois estaremos representando os colegas e também a Unifacisa. Podendo levar um pouco da dedicação feita através da produção dos artigos para esse espaço.”, afirmou Vinícius. 

O graduando ainda falou sobre suas expectativas para os três dias de congresso: “espero ampliar meu networking, observar os produtos que estarão à mostra, e aprender ao lado dos nutricionistas mais renomados da nacionalidade, mesmo já conhecendo alguns deles, pois já fazem parte do corpo de docentes da Unifacisa.”, disse. Já para a coordenadora do curso de nutrição da Unifacisa, Mayra Cavalcanti, “o curso se alegra em incentivar os alunos a refinar a escrita e desenvolver suas apresentações. É muito bom ver nossos discentes iniciando a pesquisa e construindo um bom currículo para o futuro profissional deles.”, encerrou.

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

A Unifacisa, por meio do Programa Universidade para Todos (PROUNI), está disponibilizando bolsas de 100% para diversos cursos de graduação da instituição. Os inscritos concorrerão às bolsas para ingresso no próximo semestre (2023.2). 

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até dia 30 de junho através do https://acessounico.mec.gov.br/prouni. Cada candidato pode escolher até duas opções de curso.

O que é necessário para participar do PROUNI 2023.2?

- Ter feito a última edição do Enem;

- Não ter sido treineiro na última edição do Enem;

- Ter tirado no mínimo 450 pontos na média das notas e nota na redação que não seja zero;

- Ter renda familiar bruta mensal de até um salário mínimo e meio por pessoa (per capta);

- Ter cursado o Ensino médio;

- Ser pessoa com deficiência para ter acesso às cotas;

O resultado da primeira chamada/etapa será divulgado no dia 04 de Julho. O aluno que tiver interesse em concluir a inscrição e ganhar a bolsa deve acessar a plataforma, concluir a inscrição e se direcionar à Unifacisa para realizar matrícula, conforme orientação sugerida pelo site do Acesso Único.

Caso o candidato tenha dúvidas, pode entrar em contato com a nossa instituição através do 2101-8800 ou pelo WhatsApp  (83) 98105-4461.

Veja todas as vagas disponíveis:

Arquitetura e Urbanismo (Noturno) 

Direito (Noturno) 

Engenharia Civil (Matutino) 

Sistemas de Informação (Vespertino) 

Sistemas de Informação (Noturno) 

Enfermagem (Noturno) 

Farmácia (Noturno) 

Medicina (Integral) 

Odontologia (Integral) 

Psicologia (Noturno) 

O grupo faz parte da Liga Acadêmica de Cirurgia e Traumatologia de Campina Grande (CIRLIGA) e representará a Unifacisa no congresso

O Centro Universitário Unifacisa será representado de maneira histórica durante o 35° Congresso Brasileiro de Cirurgia (CBC), que acontecerá de 27 a 30 de julho, em Florianópolis/SC. Alunos do curso de medicina da instituição tiveram, ao todo, 14 trabalhos aprovados para o encontro, sendo eles 13 apresentações orais e um relato de caso. Os alunos Paulo Cavalcante Ribeiro, Maria Augusta de Oliveira e Lira, Valeriano Soares de Azevedo Júnior e Maria Clara Lima Rêgo, estarão no encontro e também fazem parte da Liga Acadêmica de Cirurgia e Traumatologia de Campina Grande (CIRLIGA) da Unifacisa. Na ocasião, o grupo terá a oportunidade de compartilhar suas pesquisas e experiências com cirurgiões renomados e outros profissionais da área. Essa conquista destacou o comprometimento e o talento dos envolvidos, bem como o destaque que a CIRLIGA tem no cenário nacional da cirurgia.

Segundo o professor e coordenador do curso de medicina da Unifacisa, Dr. Guilherme Veras, “foi com muita alegria e satisfação que recebi essa notícia dos nossos ligantes. A participação da CIRLIGA em um congresso como esse é motivo de orgulho para Unifacisa.”, expressou. Já o atual preceptor da liga, Dr. Arthur Balduino, que é egresso da Unifacisa e ex-ligante, acredita que as ligas acadêmicas são uma ferramenta extra-curricular muito importante para a formação dos acadêmicos em medicina. Ele ainda falou que “tenho a honra de fazer parte da CIRLIGA desde 2013, quando acadêmico de medicina e hoje posso orientar e guiar os demais alunos enquanto preceptor. A aprovação dos trabalhos é fruto de bastante dedicação e interesse dos alunos, que atuam de maneira bastante proativa em busca de conhecimento. A publicação e apresentação de trabalhos em congresso do CBC, que é um dos maiores eventos em Cirurgia Geral do país, vem para coroar e reconhecer todo o esforço do grupo.”, disse. 

Histórias e feitos da CIRLIGA

Criada na Unifacisa, em 2011, a Liga Acadêmica de Cirurgia e Traumatologia de Campina Grande (CIRLIGA) foi criada por alguns alunos que se uniram para criar um grupo que promovesse o estudo e a prática cirúrgica. Ao longo de 12 anos, a união se consolidou  como uma das ligas acadêmicas mais ativas e relevantes da região. 

Assim, com desempenhos cada vez mais evidentes, foi dado o fortalecimento do grupo e uma das realizações mais notáveis da CIRLIGA foi a organização de duas edições do Fundamentos da Cirurgia e Anestesia (FCA), o maior curso de técnica cirúrgica da Paraíba. Esse curso teve como objetivo fornecer aos participantes uma base sólida em habilidades cirúrgicas, aprimorando suas técnicas e preparando-os para futuras práticas médicas.

Além disso, os membros do grupo também estão ativamente envolvidos em projetos de cunho social, como, por exemplo, ações voluntárias no programa Opera Paraíba, tanto em Campina Grande quanto em outras cidades contempladas. O programa tem o intuito de diminuir a fila de espera do SUS no estado e contempla 81 procedimentos cirúrgicos gratuitos. A participação dos alunos permitiu que a liga contribuísse de forma significativa para a melhoria da saúde e o acesso a cirurgias em comunidades carentes.

O evento

O Congresso Brasileiro de Cirurgia é um evento grandioso que busca trazer o que há de mais atual e inovador em técnicas cirúrgicas e no tratamento das patologias relacionadas à cirurgia geral. Nas ocasiões, são oportunizadas discussões a respeito de grandes temas da especialidade, além de evidenciar a apresentação de novidades e tecnologias que ajudam a alavancar a especialidade cirúrgica e o tratamento de pacientes.

Para o presidente da CIRLIGA da Unifacisa, Paulo Cavalcante, a oportunidade de participação no evento é de grande importância e responsabilidade. “Nós estamos com uma expectativa alta em relação ao congresso porque nós, da CIRLIGA, estamos representando a Unifacisa em um dos maiores eventos científicos do país. Esse feito nos orgulha muito e também demanda da gente muita responsabilidade e compromisso com a faculdade e com a Liga.”, explicou o acadêmico em medicina. 

A oportunidade de participação em um encontro de nível nacional evidencia que a história da CIRLIGA é marcada pelo empenho, dedicação e paixão dos seus membros em promover a excelência na formação acadêmica e profissional na área da cirurgia. Essa iniciativa tem contribuído significativamente para o avanço da medicina e para o cuidado da saúde da população, deixando um legado positivo na história da Unifacisa e da medicina de Campina Grande e região.

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

Quando se pensa no mês de junho, automaticamente nos lembramos das festas juninas, confraternização e comemoração com familiares e amigos. Durante toda época junina, em diversos lugares, principalmente nas cidades do Nordeste, ocorrem festas que reúnem milhares de pessoas, entretanto, é necessário advertir que o mês de junho não é apenas de festa e que, infelizmente, segundo dados levantados pelo Hemocentro da cidade de Campina Grande, este mesmo mês tem um dos menores registros de doações de sangue do ano.   

A queda no nível do estoque de sangue na cidade, justamente no mês de junho, causa um alerta entre os profissionais de saúde e isso acontece porque, segundo registros da Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos (STTP) de Campina Grande, este também é um mês em que ocorrem graves acidentes de trânsito. Muitas pessoas misturam a direção veicular com bebidas alcoólicas e tendem a se envolver em acidentes que, posteriormente, necessitam da doação de sangue. Segundo o órgão, no ano passado, 499 acidentes ocorreram nas rodovias de Campina Grande e região durante o período de festas juninas.

Para a professora do curso de enfermagem da Unifacisa e coordenadora da coleta de sangue em aférese do Hemocentro de Campina Grande, Larissa Nogueira de Siqueira Barbosa, os baixos registros de doações de sangue nesta época também estão ligadas “às festividades que acontecem em nossa cidade que fazem com que muitas pessoas deixam de comparecer ao Hemocentro para doar. Alguns ingerem bebidas alcoólicas, não descansam o suficiente e todas essas questões são motivos que inaptam a doação de sangue.”, esclareceu. Com esta impossibilidade, a docente explicou que “é necessário estar bem de saúde, ter dormido seis a oito horas na noite anterior, estar bem alimentado e ter peso mínimo de 50kg para poder realizar a doação.”, esclareceu. 

Para mudar essa situação, Larissa fez um apelo à comunidade em geral de que, se possível, procure o Hemocentro para realizar a doação de sangue “ para doar, basta ir ao Hemocentro de Campina Grande, localizado na Rua. Profa. Eutécia Vital Ribeiro, s/n - Catolé, portando um documento oficial com foto, de segunda à sexta das 8h às 18h ou aos sábados das 7h às 12h. Doar sangue é importante em todas as épocas do ano. É simples e importante porque salva vidas. Uma bolsa de sangue pode salvar até quatro pessoas. É um gesto de amor gratuito e altruísta.”, frisou. 

Caso haja dúvidas a respeito da doação de sangue no Hemocentro de Campina Grande, ligue 3344-5482 ou 3344-5475 (WhatsApp). “Doe sangue, doe vidas!”.

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

Durante o dia a dia, seja no espaço laboral e/ou social em que nos encontramos, tem se tornado cada vez mais “normal” o desenvolvimento do ritmo “automático de produção”. As pessoas cumprem suas demandas diárias porque necessitam cumprir e, por conta disso, tendem a esquecer delas mesmas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), esse ritmo frenético de atividades evidenciadas pela exigência ou necessidade de produtividade é uma das principais causas de desenvolvimento do estresse. Estatísticas levantadas pela Organização mostram, também, que uma a cada cinco pessoas podem sofrer de algum problema de saúde mental dada a realidade em que estamos inseridos. Por isso, segundo a professora do curso de psicologia da Unifacisa, Raisa Mariz, é importante priorizar também momentos de descanso, pausa e lazer. 

A psicóloga também advertiu que “os próprios órgãos de saúde, como a OMS e, aqui no Brasil, o Ministério da Saúde, dispõem de diretrizes regulamentando e incentivando a prática de lazer como parte de uma boa qualidade de vida e, consequentemente, saúde para vida de uma pessoa. Estudos nessa esfera demonstram que o corpo ‘pede’ um tempo de repouso que contemple também práticas de lazer, sendo necessário para que nos reenergizemos para o retorno das atividades diárias. O cérebro entende nossa dinâmica e percebe que o ciclo trabalho-descanso-lazer é fundamental para uma vida mais saudável.”, salientou.

Tendo em vista essa necessidade dos momentos de lazer para uma boa saúde, a docente destacou que uma boa oportunidade de vivenciar essas experiências pode ser aproveitando os festejos juninos neste mês de junho. “A época dos festejos juninos é ótima para tal fim, principalmente para um bom nordestino que respira esses ares em suas raízes e assim são proporcionados momentos de alegria, relaxamento e vivência de tradições e culturas, desde a infância até mais do que a melhor idade.”, frisou. A psicóloga também deu exemplos de como ter esses momentos de descontração: “podemos dançar o forró; reunir a família e amigos numa boa confraternização junina; desfrutar das comidas e bebidas típicas e podemos, inclusive fazer a própria comida; contemplar as danças populares e ir a shows; envolver as crianças em histórias ou brincadeiras de São João e também curtir com elas esses momentos únicos; visitar os museus da cidade que contam com a vasta cultura e história junina; esses e muitos outros são exemplos de atividades que despertam nossa criatividade e exercitam o relaxamento e divertimento para todas as idades.”, pontuou.

Por fim, a professora ainda deu ênfase à importância de manter a continuidade com a vivência desses momentos de lazer. Segundo ela: “quando os festejos juninos passam, ficam as boas lembranças do que vivenciamos como uma forma de nos incentivar a continuar buscando momentos de lazer ao longo do ano, mesclando-os com outras atividades que fazem parte do nosso cotidiano. Temos de aliar as práticas e tirar nosso tempo de repouso. E, diante de tantas opções de relaxamento oferecidas pelo meio, o mais importante é cada pessoa encontrar o que lhe desperta prazer enquanto lazer, para que, de fato, seja uma realização de sentido única.”, concluiu.

Por André Bojim - Assesoria de Imprensa Unifacisa

A aluna do curso de medicina veterinária da Unifacisa, Ana Beatriz Souza Fechine de Alencar, esteve entre os dias 24 e 26 de maio em Fortaleza, Ceará, no Congresso Brasileiro da Anclivepa, representando o grupo composto por ela e pelos alunos Rodrigo Gonçalves Ferreira, Luciana Silva Fereira Leite, Maria Heloíse de Souza Maia, Maria Fernanda Rodrigues Benjamim e pelo docente Heitor Cândido de Souza. A participação da aluna no evento se deu com o intuito de apresentar a pesquisa realizada pelo grupo sobre lesões atípicas de esporotricose felina. 

A Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (Anclivepa Brasil) reúne, anualmente, em seu congresso, pesquisadores, professores e estudantes de medicina veterinária para debater sobre as novas tendências da área. Na edição deste ano, o encontro se deu em parceria com a Anclivepa CE e reuniu em torno de 3 mil participantes vindos de todo o Brasil.

Ana Beatriz explicou como se deu a produção do material. Segundo ela: “o caso foi acompanhado por Rodrigo e após ele ter ciência de que era uma forma atípica da esporotricose, entrou em contato com o orientador que teve a ideia de fazer um trabalho científico e convidou os outros autores para participar. Foi quando houve a ideia da submissão da pesquisa. No processo de orientação houve correção e muito estudo sobre a esporotricose. O trabalho foi aprovado para o acervo digital e eu fui escolhida para a apresentação.”, falou. 

A aluna também relatou sobre a experiência de estar em seu primeiro congresso. Para ela, “foi de extrema importância ter tido contato com pessoas de universidades de todo o país, com empresas muito modernas que produzem muitos aparelhos de última geração e, o mais importante, o contato com profissionais da medicina veterinária que publicaram livros muito famosos e ter o prazer de poder absorver o conteúdo dessas pessoas nas palestras.”, exclamou. 

O professor orientador da pesquisa e docente do curso de medicina veterinária da Unifacisa, Heitor Cândido, frisou a importância do envolvimento dos alunos com o universo científico e os congressos de pesquisa. “É essencial para a formação profissional, que os discentes tenham o acompanhamento da rotina clínica, para que entendam a complexidade dos tipos de casos, principalmente, quando estamos abordando sobre uma zoonose bastante relevante para a saúde pública, como é a esporotricose. Bem como, que eles consigam solucionar o diagnóstico, iniciem um tratamento adequado para o animal e tentem realizar a prevenção em conjunto com os tutores.”, disse. 

Ações como essa revelam o quanto a Unifacisa, por meio dos seus cursos, investe em uma formação completa que transita em meio a práticas reais e produções científicas. Essa confirmação se dá com o exemplo da pesquisa apresentada pelos alunos do curso de medicina veterinária que, ao discorrerem sobre os casos atípicos de esporotricose felina, tratam, também, sobre uma emergência sanitária no âmbito das zoonoses. Assim, a missão de contribuição social proposta pela Unifacisa volta a se cumprir uma vez que o feito do grupo de estudantes tem uma contribuição direta com o meio em que eles vivem. 

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

O mês de junho é conhecido, principalmente no Nordeste, por ser o mês das realizações dos diversos festejos juninos. Em Campina Grande, essas comemorações reúnem milhares de pessoas durante todos os dias do mês no Parque do Povo (PP), palco do Maior São João do Mundo. Em 2023, essa comemoração chegou a sua 40° edição e, em algumas noites, já chegou a agrupar 60 mil pessoas que se espalharam em suas palhoças culturais e em outros polos musicais do local. Em situações como essa torna-se comum que, consequentemente, ocorra as famosas “trocas de olhares” ou “paqueras”, entretanto, é imprescindível entender até que ponto se pode avançar com isso e enxergar os sinais de permissão ou negação para evitar a prática de crime, como o assédio sexual. 

A partir disso, antes de tudo, é importante distinguir as diferenciações entre o assédio sexual e a importunação sexual. Segundo a professora do curso de direito da Unifacisa, Rafaela Silva, ambos são crimes previstos no Código Penal Brasileiro, da Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940. Assim, a importunação sexual é um crime considerado mais grave. Ela é caracterizada pela “prática contra alguém e sem a sua anuência, ato libidinoso com o objetivo de satisfazer a própria lascívia ou a de terceiro” (Art. 215-A do Código Penal). Esse ato pode envolver toques, gestos obscenos, contemplação lasciva ou qualquer outra conduta de natureza sexual que cause constrangimento ou desconforto à vítima. Este crime pode resultar em pena de reclusão de um a cinco anos. Por outro lado, o assédio sexual ocorre quando alguém constrange outra pessoa com o objetivo de obter vantagem ou favorecimento sexual, prevalecendo-se de sua posição de superioridade hierárquica ou ascendência decorrente de relação de trabalho, emprego, cargo ou função. O assédio sexual pode envolver propostas, insinuações ou gestos de natureza sexual que causem constrangimento ou humilhação à vítima. Este crime tem pena de detenção de um a dois anos.

Dentro do Maior São João do Mundo, no PP, baseado em dados fornecidos pela Prefeitura de Campina Grande, observa-se que são inúmeras as ocorrências de crimes do tipo importunação sexual. Por isso, com o intuito de esclarecer as maneiras em que se classificam as ocorrências para este tipo de crime, ela apontou que “segundo o Superior Tribunal de Justiça, o ato libidinoso pode ser caracterizado mediante a todas as ações sem o consentimento da vítima”, enfatizou. Por conta disso, a professora faz um alerta e deixa claro a importância em denunciar os atos criminosos durante as festas: “há uma campanha chamada ‘Forró Sim, Assédio Não!’, que trata exatamente da temática. Através do site https://campinaparaelas.campinagrande.pb.gov.br/ a Coordenadoria da Mulher do município esclarece todas as dúvidas quanto às violências praticadas contra as mulheres e, principalmente, detalha os meios onde a mulher pode denunciar e pedir ajuda.”, evidenciou. 

Para os casos em que seja desejado realizar a denúncia por meio de uma ligação telefônica, Rafaela enfatizou alguns contatos que possuem atendimentos 24h e que também são gratuitos: “o Ligue 180 é uma Central de Atendimento à Mulher, que presta uma escuta e acolhida qualificadas às mulheres em situação de violência; Já em caso de emergência, a mulher deve ligar para a Polícia no número 190. Uma viatura da Polícia Militar é enviada até o local para o atendimento; Há também os números de telefones (83) 3310-6279 / (83) 98826-6906, para notificação de assédio e agressões, que serão recebidos pela Coordenadoria da Mulher nos casos de assédio e agressões na cidade de Campina Grande; Outro número para registro de ocorrências é o da delegacia de polícia, preferencialmente, nas Delegacias Especiais de Atendimento à Mulher – DEAM. A denúncia pode ser feita através da Central de Atendimento 197.”, pontuou. 

Durante os dias de festa, Rafaela adverte “algumas orientações são importantes para a prevenção de diversos tipos de abusos e golpes, como não aceitar bebidas de estranhos e não deixar o copo de bebida em um local sem supervisão, impedindo assim que alguém deposite qualquer substância nociva, que possa facilitar a prática do crime. As mulheres devem, também, manter um canal de comunicação fácil e acessível com seu grupo de amigos, especialmente, os que estarão na festa com ela, pois, caso se perca, poderá manter contato pelo grupo. Outra tática interessante e útil é marcar de encontrar os amigos num ponto de referência movimentado, nos casos de o grupo se dispersar e alguém se perder.”, disse. Se o crime acontecer, “o ideal é buscar pessoas que estejam próximas e que visualizaram o ato, para que possam ser testemunhas num eventual processo. Pedir o nome e os contatos é uma atitude objetiva, nesse caso.”, explicou a advogada. 

Como última recomendação, para casos de viagens nos ônibus da cidade, a docente sugere a utilização da ferramenta “JULIA, um aplicativo para smartphone disponibilizado pela Superintendência de Transportes Públicos de Campina Grande, através do app MobiCG. Nele, a mulher pode conversar com uma assistente virtual e realizar a denúncia em tempo real, que será recepcionada por uma equipe multidisciplinar, formada por mulheres, que acompanharão via GPS o deslocamento da vítima e buscarão acolher e contactar as forças de segurança para evitar outras situações de violência. Não apenas as vítimas, mas também pessoas que estejam presenciando algum fato, podem realizar a denúncia.”, concluiu.

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

No final do semestre 2023.1, alunos da disciplina “Elementos de Economia” do curso de sistemas de informação receberam o desafio de analisar a realidade socioeconômica da cidade de Campina Grande. O grupo precisou fazer conexões com categorias analíticas da ciência econômica e da realidade local, a partir da problematização apresentada a respeito da crise da empresa Braiscompany, crise do momento pós-covid, entre outros desafios estruturais. Neste caso, em particular, era necessário levantar e organizar dados e informações atualizadas sobre a economia, bem como outros indicadores da realidade local.

No último dia 31 de maio, durante o encerramento da disciplina, os alunos apresentaram duas propostas como uma espécie de contributo para a cidade. “Solta a Voz: Avança Campina”, é o nome da primeira plataforma, que busca reivindicar o atendimento de demandas da população relacionadas a infra-estrutura local; a segunda proposta, chamada de “InvisTaCG” simula o desenvolvimento de uma plataforma digital com informações relacionadas à economia, condições infra-estruturais e o empreendedorismo, oferecendo informações relevantes e atualizadas, tais como: análises econômicas sobre a cidade, incluindo os principais setores (agropecuária, indústria, comércio e serviços); dados sobre o mercado de trabalho; indicadores financeiros; entrevistas com empresários locais e especialistas em economia; artigos sobre empreendedorismo; inovação; negócios e investimentos na cidade.

No momento também esteve presente o professor e Presidente Regional da Associação dos Gestores da Caixa Econômica Federal, Sandro Brito. O convidado trouxe uma reflexão sobre os impactos da crise da Braiscompany e outros desafios econômicos para a cidade de Campina Grande. Para o professor a promessa de um ganho financeiro ao redor de 8% ao mês, sobre o suposto aluguel de criptoativos, é irreal, conforme os padrões usuais do mercado. “Quando pediam minha opinião sempre alertei, tratava-se, pois, de mais uma daquelas pirâmides financeiras”, afirmou. Ainda de acordo com Sandro Brito, se no início da década de 1980 a economia local foi arrasada pelo bicudo-do-algodoeiro, uma praga que dizimou as lavouras de algodão, recentemente, após a crise global pós-covid-19, uma nova praga parece ter arrasado com a economia campinense: a Braiscompany, cujo prejuízo estimado foi na ordem de R$ 258,2 milhões.

“De fato, em curto prazo não sentimos os efeitos na cadeia de consumo local, contudo, a médio e longo prazo alguns setores produtivos, a exemplo da construção civil, setor que movimenta a economia local na geração de emprego e renda, tendem a sentir os efeitos.”, considerou o professor. Sandro ainda elogiou os projetos apresentados na disciplina, já que tratavam-se de uma proposta original e de grande contribuição para a cidade.

A professora da disciplina, Elenilze Diniz, considerou o resultado da aprendizagem bastante positiva, já que as propostas desenvolvidas serão transformadas em projetos de pesquisa no Núcleo de Pesquisa e Extensão (NUPEX) da Unifacisa. “Participar deste projeto nos traz benefícios tanto pessoais quanto profissionais. Nossos alunos aprimoram as habilidades técnicas, aprofundam o entendimento sobre os fundamentos econômicos e aprendem a trabalhar em equipe de forma eficiente. Além disso, contribuem para o desenvolvimento econômico da nossa cidade aplicando conhecimentos de forma prática e significativa.”, frisou.

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