Aconteceu na manhã da última quinta-feira (27) a capacitação “Farmácia e Nutrição - Para Além do Básico”. Idealizado pela egressa do curso de farmácia, Tássya Rebecka Neves Araújo, o encontro foi realizado na sala do Inovalab da Unifacisa e teve como objetivo sanar as dúvidas recorrentes no ato da dispensação pela farmácia, melhorar a orientação aos pacientes quanto ao uso de fármacos, contribuir para crescimento, aperfeiçoamento nas condutas dos profissionais prescritores e conhecimento de novas formulações alimentares. 

O curso foi destinado aos profissionais das farmácias municipais, nutricionistas e fonoaudiólogos do município de Queimadas, e contou com palestras e debates de profissionais das áreas. A idealizadora da ação, Tássya Neves, reside em Queimadas e explicou como se deu a iniciativa de construir uma capacitação em parceria com a Unifacisa: “a capacitação já era algo necessário para a qualificação no atendimento à população de Queimadas. Através disso, quando pensamos nos profissionais que queríamos ter para palestrar, logo veio em mente a Unifacisa.”, contou. A farmacêutica, ainda, frisou: “como egressa, já me senti muito feliz em voltar para casa e solicitar esse reforço, o qual, ocorreu de forma unânime entre as coordenações de farmácia e nutrição que apoiaram a iniciativa.”, relatou. 

Ao contar sobre essa oportunidade, a egressa declarou que “o curso de farmácia da Unifacisa abre muitas portas. É possível ter mais de uma experiência com áreas totalmente diferentes. O corpo docente também foi um diferencial. Profissionais qualificados e dispostos a repassar tudo que aprenderam. Através de tudo isso é possível almejar grandes coisas como profissional e também me espelhar nos mestres que tive o privilégio de conhecer.”, enfatizou. Através de todo suporte que foi proporcionado à Tássya durante sua graduação, a farmacêutica enxerga a importância de manter-se atualizado. Para ela, “o mercado por si só já é muito avassalador e cobra muitas experiências realizadas. Sendo assim, é importante não perder o hábito nas atualizações. Além disso, o conhecimento é a única coisa que ninguém pode nos tirar e é através dele que mudanças acontecem na vida profissional. É isso que eu tenho como objetivo.”, salientou. 

Partindo da percepção do quão importante é manter-se atualizado, a egressa do curso de farmácia viu a necessidade de realizar atualização com alguns profissionais de saúde da sua cidade. Foi assim que surgiu seu curso de capacitação. Ela externou que “o principal objetivo da iniciativa é um atendimento com mais qualidade e cuidado à população queimadense, no qual poderemos ter mais propriedade na dispensação das fórmulas e suplementos. Assim, se tornando possível melhorar a qualidade de vida e até mesmo os quadros clínicos dos pacientes que são desde bebês prematuros, APLV (alergia alimentar) e crianças com algum tipo de deficiência até idosos com câncer ou com problemas na deglutição.”, citou.

Mostrando a importância da interdisciplinaridade na dispensação de fórmulas alimentícias com intuito de trazer um melhor atendimento aos usuários e buscando unir a vivência profissional com o saber científico, o curso de nutrição foi representado pela professora Carolina Campelo e seus alunos de estágio. “Ficamos felizes em poder contribuir com o trabalho realizado por nossos egressos e de saber que, mesmo em suas atribuições profissionais, eles nos têm como referência e nos procuram para formamos parcerias.”, disse Mayra Cavalcanti, coordenadora do curso de nutrição da Unifacisa. 

Silany Ferreira dos Santos é nutricionista e participou da capacitação como ouvinte. Ela ressaltou como foi sua experiência: “o curso aprimorou minha percepção e possibilitou uma melhora no desempenho entre a equipe de farmácia e nutricionistas de Queimadas. O momento, ainda, permitiu que ‘falássemos uma mesma linguagem’ através de uma melhor resolução de problemas com a redução de tempo/gastos.”, explicou. 

Iniciativas como as de Tássya reforçam um dos pilares primordiais da Unifacisa: a importância de pensar coletivamente. Através das aulas e contatos diários com as atividades práticas desde os primeiros semestres dos cursos, a instituição busca preparar profissionais que usem suas habilidades para servir e contribuir com o crescimento social. A criação de uma capacitação que busque atualização profissional de trabalhadores municipais é exatamente um exemplo do pensamento coletivo. Assim, a partir de decisões como essa, a Unifacisa reforça seu compromisso em desenvolver atividades de cunho social.

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa 

A iniciativa é um projeto de extensão que envolve os cursos de medicina, enfermagem, nutrição e psicologia da Unifacisa

Os seres humanos estam sempre em constante interação. Atualmente, com a evolução contínua das diversas redes sociais, torna-se possível estar em contato com as pessoas das mais variadas localidades. Entretanto, as relações interpessoais parecem estar cada vez mais superficiais, e, consequentemente, palavras como cortesia, empatia, gentileza, estão mais distantes de nossa realidade. Assim, o ditado “gentileza gera gentileza” torna-se, mais do que nunca, necessário para relembrar valores de respeito, boas maneiras, civilidade, cortesia e educação para com as pessoas.

Segundo o Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, a palavra “gentileza” quer dizer: “qualidade do que é gentil, do que é amável. É uma amabilidade, uma delicadeza praticada por algumas pessoas”. Atos de gentileza podem ser exercidos através de gestos ou palavras. No caso do projeto de extensão da Unifacisa “Gentileza e Poesia”, as demonstrações gentis são praticadas através da entrega de pequenos envelopes com poesias dentros. O intuito dessa ação é levar conforto a quem se encontra em momentos de preocupação e desesperança.

A iniciativa do programa se inspirou nas atividades desenvolvidas pelo Instituto Gentil, que tem o objetivo de levar gentileza a partir de ações sociais. A organização possui uma parceria com a Unifacisa e juntas elas possuem o propósito de continuar o movimento de espalhar gentileza. O coordenador do curso de medicina, Dr. Guilherme Veras, intermediou o desenrolar do projeto iniciado com a parceria e foi o responsável por envolver os cursos de nutrição, enfermagem e psicologia no programa. A graduanda do curso de medicina e diretora da ação, Giulia Carvalho, explicou que “com a ideia clara do porquê das atividades, o projeto tem um objetivo central: proporcionar ao paciente e acompanhante momentos de conforto.”, disse.

Atualmente, o grupo é composto por 12 alunos que se dividem em rodízios para estarem uma vez por semana entregando as poesias aos pacientes do HELP (Hospital de Ensino e Laboratórios de Pesquisa) ou do ISEA (Instituto de Saúde Elpídio de Almeida). A escolha das poesias é feita por todos os alunos envolvidos nas ações. A graduanda do curso de enfermagem e poetisa do grupo, Mariana Rodrigues, contou que "sobretudo, buscamos selecionar mensagens a partir de trechos de poetas como Carlos Drummond de Andrade, Cora Coralina e Mário Quintana.”, enfatizou. Esses parágrafos são distribuídos em envelopes coloridos e personalizados com as cores do projeto, e são selados com um adesivo contendo a logo do projeto Gentileza e Poesia feito por Sofia Teixeira, designer gráfica.

Assim, o que é vivido pelos estudantes vai além do que lhes é ensinado nas salas de aula da Unifacisa. Isso se dá porque as ações desenvolvidas pelo projeto permitem o contato direto com o que há de mais íntimo nos seres humanos: seu interior. Essas oportunidades tornam o acolhimento e o contato mais humanos, empáticos e maduros com cada um dos envolvidos. Para a graduanda de medicina e coordenadora do grupo, Yasmim Laureano, “entregar ou escrever poesias para a equipe ou pacientes dos hospitais tem um significado único e envolvente: acolher. Os abraços em forma de poesia revelam as vulnerabilidades emocionais e psicológicas das pessoas que são consoladas através do nosso contato. É o mesmo que transformar o choro em riso. O mundo anda necessitado de poesia e nós estamos vendo que um único verso tem um poder transformador.”, explicou.

Nada obstante, a iniciativa, também, torna-se essencial para o desenvolvimento dos estudantes enquanto futuros profissionais da área da saúde, uma vez que ela oportuniza aprendizados e experiências que humanizam os tratamentos com os pacientes. Cada uma dessas lições são assimiladas de uma maneira diferente, entretanto, foi destacado pelos graduandos que “o ser humano é complexo e tratar apenas de seus aspectos físicos  torna a assistência emergencial menos completa; O contato que temos com as pessoas por meio da poesia, cria uma oportunidades de evocação de sentimentos e sensações que a prática cotidiana reforça a importância da teoria e da prática.”, citaram. 

Dessa maneira, após alguns meses de atuação e após perceberem a quantidade de valor agregado às intervenções realizadas, o grupo vislumbra maneiras para que os poemas alcancem mais pessoas. Para o graduando de medicina e orador do projeto, José Machado, “nossos próximos passos são ampliar os hospitais em que nossa equipe atua, levando nossa mensagem cada vez mais longe. Além disso, realizaremos ações especiais, como no Dia das Mães, com crianças e com o público idoso, incentivando doações para esses nichos específicos e proporcionando momentos ainda mais especiais de interação com eles.”, elucidou. 

Siga @gentilezaepoesia para ficar por dentro das ações e saber como contribuir com esse projeto.

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

Anos atrás, o uso de tecnologia era muito ligado à ciência ou à engenharia. Hoje, a realidade é outra. Estudos da American Academy of Dermatology (AAD) indicam que quando se trata do uso da tecnologia no cuidado da pele, o futuro é agora. A dermatologia é uma especialidade médica que trata doenças da pele, cabelo e unhas, e tem sido beneficiada pelo uso das novas tecnologias que oferecem diagnósticos mais precisos e tratamentos mais eficazes.

Os constantes progressos tecnológicos romperam barreiras e, atualmente, são largamente utilizados em prol da saúde da pele ou da beleza e, até o momento, os resultados desses avanços têm sido eficientes e seguros. Essas tecnologias ajudam os dermatologistas a diagnosticar e tratar várias doenças de pele, incluindo acne, psoríase, rosácea e câncer de pele.

Novidades como aplicação de lasers, luzes pulsadas, microscópios confocais e sistemas de imagem avançados, estão se destacando como solução para a flacidez, rugas, cicatrizes e acne severa na pele, bem como no diagnóstico e tratamento de uma ampla gama de doenças de pele. 

Segundo a Dra. Rossana Fischer Veras Mascena, Ma. em Tecnologia e docente da disciplina Dermatologia e Estudos Interdisciplinares, do curso de medicina da Unifacisa, essa modernização na área coloca as oportunidades para médicos dermatologistas em evidência. Segunda ela, “o mercado de trabalho em dermatologia está sempre em ascensão. Se, por um lado o envelhecimento da população trouxe a necessidade de um despertar mais precoce para o cuidado com o maior órgão do corpo, que é a pele, de outro lado, vivemos uma sociedade midiática, exigente com a aparência, então precisamos entender os limites que os procedimentos estéticos podem e devem dar aos pacientes.”, disse. 

Dentro desta realidade, a médica ainda fez um aviso de que “em um mundo recheado de ofertas milagrosas de curto prazo, caras, irreais e, por vezes, perigosas, ter ao seu lado um profissional capacitado e ético é, sem dúvida, o melhor caminho para balancear expectativa e realidade.”, frisou.

Nada obstante, fazendo um parâmetro com os estudos da AAD, Dra. Rossana citou quais são os tratamentos tecnológicos em destaque na área da estética: “os maiores avanços vêm das novas tecnologias, como os novos tipos de laser, ultrassom microfocado e outros equipamentos, vêm de procedimentos minimamente invasivos e que estimulam a produção do próprio colágeno do indivíduo, como os bioestimuladores e os fios de sustentação. Além desses, surge a possibilidade de entregar medicamentos através da pele, procedimento que chamamos Drug Delivery, enfim, há um mundo de possibilidades que vêm sendo constantemente aprimorado.”, citou.

Também citado pela médica o que está em alta do ponto de vista da dermatologia clínica: “o avanço no entendimento da fisiopatologia de algumas doenças, como, por exemplo, a dermatite atópica e psoríase, e no desenvolvimento de novas terapêuticas vêm produzindo uma verdadeira revolução na dermatologia e, por conseguinte, na qualidade de vida dos portadores dessas doenças.”, descreveu. 

Entretanto, foi relatado pela professora que as mudanças não foram, apenas, do ponto de vista clínico, mas também do ponto de vista do relacionamento com o paciente. Para ela, “antes as relações eram verticais, ou seja, o médico estava acima do paciente, hoje elas são transversais e compartilhadas.”, historiou. Também foi explicado por ela como os “tempos de redes sociais” influenciam os atendimentos na dermatologia: “outro ponto muito importante é que em tempos de redes sociais e os famosos ‘antes e depois’, a procura por melhores versões de si mesmos cresce a cada dia, mas os pacientes não desejam mais as grandes transformações. Hoje buscamos dar o melhor possível, mas de uma maneira natural.”, relatou. 

Por fim, a dermatologista pontuou quais são as maneiras de se especializar na sua área de atuação: “através do programa de residência médica, credenciado e reconhecido pelo Ministério de Educação e Cultura (MEC), que, para a dermatologia, o período mínimo é de 3 anos. Outra forma é realizando uma especialização reconhecida pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD)  e, ao final do período, prestar uma prova para obtenção do Título de Especialista em Dermatologia (TED). Por fim, temos as pós-graduações latu sensu, onde os médicos têm uma formação teórico-prática, com uma carga horária menor, mas que ao final da pós-graduação e após um período comprovado de trabalho na área, também estão habilitados para prestar a prova do TED e se tornarem especialistas.”, encerrou. 

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

O encontro acontecerá de 27/04 a 01/05, em Joinville-SC

Com o intuito de agregar valores acadêmicos, sociais e culturais aos estudantes de medicina, além de prepará-los para serem líderes, a IFMSA (International Federation of Medical Students Association), uma federação internacional, foi criada em 1951, na Inglaterra. Partindo do pressuposto que o aluno de medicina precisa vivenciar práticas e intercâmbios que busquem impactar positivamente a comunidade, se utilizando de métodos e ideias que possam orientar tratamentos em diversas épocas e povos.

No Brasil, após sua fundação em 1991, a federação foi intitulada de “IFMSA BRAZIL”. Hoje, a associação é oficialmente reconhecida pela ONU (Organização das Nações Unidas) como a voz internacional dos estudantes de medicina e mantém relações oficiais com a OMS (Organização Mundial da Saúde), UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação), UNAIDS (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS), ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados) e UNFPA (Fundo de População das Nações Unidas), bem como com apoiadores-chave como a Associação Médica Mundial (WMA). A organização conta com 230 comitês locais espalhados por todo território nacional e, dentre estes, está o comitê da Unifacisa. 

Seguindo o conceito de que o estudante de medicina tem um dever com a sociedade para além da sala de aula, a federação dá ênfase ao princípio de que a medicina é muito além da sala de aula, onde nesses eventos os alunos podem emergir em novos conhecimentos partilhando experiências e reforçando a importância em desbravar as técnicas e meios de cura com base nos avanços com base na pesquisa e tecnologia.

Sob o lema ‘’think global, act local’’ (pense globalmente, aja localmente), a IFMSA investe em intercâmbios médicos de tal maneira que busque impactar positivamente a comunidade. E, a Unifacisa, que é parceira desse intercâmbio e representante local da Organização, vai enviar alunos de medicina para a Assembleia Geral reforçando o compromisso em formar estudantes mais humanizados e promovendo a troca de conhecimentos científicos, que visam contribuir com a formação cultural do aluno. 

Neste encontro, que é realizado a cada semestre, todos os representantes dos comitês do Brasil se encontram para discutir sobre a educação médica, saúde global, liderança na medicina e meios de tornar a medicina mais humana e dinâmica. O momento também é oportuno para o envolvimento em capacitação, workshops e oficinas de aprimoramento do currículo médico, como oratória, soft skills, advocacy, liderança e gestão em saúde, entre outros. O intuito da reunião, também, é tornar o ensino médico e as ações de impacto para a comunidade cada vez mais efetivas e atualizadas. Além disso, na Assembleia Geral são discutidos pontos importantes que podem acarretar em alteração do regimento da IFMSA Brazil. 

O comitê da Unifacisa, que é composto pelos alunos Yasminn Amorim Oliveira (presidente local), do 8° período; Vinicius Correia Moraes (vice-presidente para assuntos externos), do 8° período;  Gabriella Cabral Raulino de Oliveira (diretora financeira local), do 6° período; e Ana Clara Batista Cordeiro do Amaral (membro do time nacional de intercâmbio), do 9° período, estará presente na reunião. E, dentre as atividades desenvolvidas pelos representantes da Unifacisa, está a conquista do direito ao exercício de voz e voto nas Plenárias, sendo, inclusive, o único comitê pleno (direito a voz, voto e a realizar intercâmbio) entre as universidades privadas da Paraíba. 

Nesse  evento, o comitê da Unifacisa também terá um grande compromisso, pois foi o grupo foi selecionado, entre diversos do país, para se apresentar na Feirinha dos Comitês, onde os avaliadores irão classificar as melhores apresentações em 1°, 2° e 3° lugar, havendo premiação e reconhecimento dos vencedores. 

Segunda a presidente local, Yasminn Amorim, “será um momento de atualização sobre a medicina, troca de experiências e networking entre vários estudantes de todo o país que possuem valores e objetivos próprios. Ainda é possível comparar o que acontece em outras universidades usando-as como inspiração para trazer pontos importantes para serem avaliados e debatidos na nossa instituição. Além de propagar o nosso comitê e universidade para níveis nacionais, mostrando nossos métodos, qualidades, e atividades que viemos realizando.”, concluiu.

O encontro é uma iniciativa dos cursos de Psicologia, Nutrição, Educação Física e Enfermagem da instituição. As inscrições são gratuitas.

Segundo pesquisas do Center of Diseases Control and Prevention (CDC), órgão de saúde do governo norte-americano, o Transtorno do Espectro Autista (TEA), como é conhecido atualmente, tem tido aumentos expressivos de casos com múltiplas maneiras de manifestação e graus que instigam o pensamento sobre a incidência desse fenômeno. Diante desse aumento, apesar dos avanços e atualizações em pesquisas científicas, constata-se que o autismo segue com denominação enigmática no que diz respeito ao diagnóstico e tratamento, o que justifica a relevância dos mais diversos meios de discussão e investigação sobre esse tema, já que ainda não há um exame específico que o detecte. 

A Unifacisa, por meio dos seus cursos de graduação de Psicologia, Nutrição, Educação Física e Enfermagem, irá trazer à consciência da comunidade acadêmica esse conteúdo com o intuito de formar profissionais que estejam em sintonia com as emergências clínicas e sociais da atualidade. A partir disso, o TEA estabelece um espaço fértil para a realização de pesquisas em inúmeras áreas, sobretudo na psiquiatria, psicologia, psicanálise, educação física, enfermagem e nutrição. Cada um desses campos apresentam descobertas, diagnósticos e tratamentos do autismo. Entretanto, ainda, não existe consenso com relação a esses pontos e tampouco entendimentos ou estratégias concluídos sobre essa temática. 

Nessa perspectiva, os cursos apresentarão o II Simpósio Autismo e Cidadania como um espaço de partilha e construção de saberes sobre teorias e experiências com o TEA, a fim de contribuir com os avanços que vêm sendo promovidos junto ao tema. O encontro é aberto ao público e acontecerá gratuitamente nas tardes dos dias 27 e 28 deste mês. 

O coordenador do curso de psicologia, Adriano Barros, explicou como se deu a iniciativa do evento: “a primeira edição desse evento foi fechada para o curso de psicologia, mas vimos a necessidade de trazer outras áreas para agregar na discussão, pensando principalmente que o tratamento e acompanhamento já ocorrem desse modo. Além disso, unir esses profissionais faz com que a discussão ajude os participantes a analisarem o TEA sob pontos de vista diversos.”, elucidou. 

O docente, comentou sobre a importância de um encontro como esse: “o evento aberto ao público considera que a universidade precisa ampliar sua discussão para a sociedade, complementando com uma ação social que extrapola a discussão acadêmica oferecendo intervenções às mães de autistas e suas crianças.”, frisou. 

Confira a programação completa: 

27/04

TARDE

14h Ação Social no Centro de atendimento ao Autista

28/04

TARDE

14h às 16h - Mesa redonda: Saúde mental e autismo: discussões interdisciplinares

16h às 18h -  Mesa redonda: Centros e institutos de acompanhamento ao autista

Inscreva-se aqui.

O Centro Universitário Unifacisa vem acompanhando, com preocupação, a circulação de ameaças de ataques às instituições de ensino em todo o país, disseminadas de forma anônima principalmente nas mídias sociais.

Gostaríamos de deixar claro que não há confirmação efetiva, neste momento, de qualquer evento que possa afetar a integridade da nossa instituição, no entanto, por cautela, informamos às Polícias Militar e Civil do Estado da Paraíba dos fatos e seguimos com rigor nos protocolos de segurança, limitando as visitas ao campus, reforçando a vigilância nas imediações e dentro das instalações, a fim de garantir a proteção de nossos alunos, docentes e colaboradores.

Esclarecemos que toda e qualquer denúncia será apurada e levada ao conhecimento da Polícia para investigação. Por fim, reforçamos a importância da união de todos para combatermos a disseminação de informações falsas e o ódio, e mantermos nossas instituições seguras e protegidas.

A Reitoria

No último dia 30 de março, o Dr. Luiz Severo Bem Junior, neurocirurgião do Hospital HELP (Hospital de Ensino e Laboratórios de Pesquisa) e professor da disciplina de neurologia Unifacisa, tomou posse entre os membros do Programa Jovens Lideranças Médicas (JLM) da Academia Nacional de Medicina (ANM).

Este programa tem o objetivo de fomentar um ambiente favorável à criação e implantação de ideias transformadoras para a medicina brasileira. Considera-se que os jovens líderes médicos sejam indivíduos independentes e criadores de novas ideias em seus campos de atuação. Estes indivíduos, com o suporte da ANM, se tornam norteadores de novos caminhos para a medicina nacional, de uma forma inspiradora, estimulante e dinâmica.

O docente da Unifacisa foi escolhido em uma seleção de ampla concorrência no país, havendo destaque para a análise das atividades científicas realizadas pelo docente em conjunto com acadêmicos de medicina Unifacisa e colaboradores de outras instituições, alcançando publicações em revistas nacionais e internacionais, capítulos de livros e editoriais com um trabalho permanente junto ao grupo Acadêmico Neuroensina.

Com esse destaque nacional, o professor Luiz Severo reforça o compromisso contínuo com a produção de conhecimento e desenvolvimento da educação médica da instituição: “a posse junto ao Programa JLM Da ANM permite estar mais próximo das discussões a nível nacional de temas relevantes como educação médica de qualidade, educação da comunidade e desenvolvimento científico.”, frisou. Ele ainda explicou como serão suas atividades a partir de agora: “terei funções como organização de eventos científicos, desenhar parcerias, testar estratégias para a comunidade acadêmica e representações internacionais nos eventos. Uma porta para networking e expressividade nacional minha e da Unifacisa.”, citou.

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

A Unifacisa está com inscrições abertas para o processo seletivo do curso de medicina, referente ao semestre 2023.2. As formas de ingresso para as vagas são através do vestibular, com a nota do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) ou por meio do FIES (Fundo de Financiamento ao Estudante de Ensino Superior). 

Os candidatos que optarem pelo ingresso com a nota do ENEM, as inscrições podem ser feitas até o dia 01 de junho. Do dia 10 abril ao dia 12 maio, estarão abertas as inscrições para os interessados que optarem pelo ingresso através do vestibular. A aplicação das provas acontecerá no dia 28 de maio (domingo), das 13h às 18h, em Campina Grande/PB e João Pessoa/PB. 

O site Unifacisa será o único canal para a realização das inscrições dos candidatos que optarem pelo vestibular ou por ingresso com a nota do ENEM. 

Os estudantes que farão o vestibular deverão realizar o preenchimento do formulário de inscrição e selecionar em qual município deseja realizar a prova, em Campina Grande/PB ou João Pessoa/PB. Após, será necessário imprimir o boleto bancário e realizar o pagamento até a data de vencimento que está gravada no documento.

Os candidatos que necessitarem de atendimentos especiais deverão enviar uma solicitação para cepros@unifacisa.edu.br, em até 48h antes da realização do exame. É obrigatório incluir todas as comprovações médicas e legais da condição do candidato para que a comissão do processo seletivo possa analisar. 

Todos os conteúdos referentes à prova do vestibular serão divulgados no manual do candidato. Já a divulgação dos gabaritos está prevista para 02 (duas) horas após o encerramento do exame. A data do resultado do concurso estará contida no Manual do Candidato.

Confira todas as informações acessando o edital.

VESTIBULAR TRADICIONAL

Inscrições: 10 de abril a 12 de maio de 2023

Provas: 28 de maio, das 13h às 18h

INGRESSO NOTA DO ENEM

Inscrições: 10 de abril a 01 de junho de 2023 (inscrições até as 18h do dia 01 de junho)
Não há provas.

Todas as profissões atualizam-se dia após dia. Do ponto de vista técnico, é observado a inserção cada vez mais de equipamentos tecnológicos em todos os espaços. Entretanto, profissões como a enfermagem provam que as modernizações não se detém apenas a parte técnica, mas, essencialmente sobre a relação construída entre enfermeiro e paciente com ênfase na prevenção, tratamento e assistência de pessoas de idades e condições diversas. 

Partindo dessa premissa, Florence Nightingale, fundadora da enfermagem moderna, que serviu durante a Guerra da Crimeia, afirmava que a enfermagem exige um preparo tão rigoroso que pode ser considerada como uma das mais belas artes. Tal ideia busca exprimir que essa atuação vai para além da assistência do indivíduo como um todo e vai de encontro, também, com as necessidades físicas, emocionais, intelectuais, sociais e espirituais. Assim, juntamente com a equipe multidisciplinar de enfermeiros, é possível tomar decisões e formular uma visão individualizada do ser humano através de autoconfiança e sentido de responsabilidade; compreensão, tato e paciência; capacidade de deliberação e decisão; capacidade de organização; capacidade de controle da situação e consciência das suas limitações.

A partir destas ideias, de acordo com o Conselho Federal de Enfermagem (COFEN), as linhas de atuação agrupam-se em três grandes áreas: 1) Saúde coletiva, saúde da criança e do adolescente, saúde do adulto, saúde do idoso e urgência e emergência; 2) Gestão; 3) Ensino e pesquisa. Nessas três dimensões abrangendo mais de 40 especialidades. Ainda, segundo o COFEN, existem ótimas oportunidades na rede hospitalar, estratégia saúde da família, clínicas especializadas, serviços de atenção domiciliar, serviços de atendimento pré-hospitalar, cargos de gestão, ensino e empreendedorismo. Para o professor do curso de enfermagem e coordenador da pós-graduação em “Enfermagem em Urgência, Emergência e UTI”, da Unifacisa, Josivan Soares Alves Júnior, “o progresso tecnológico e o cenário clínico/epidemiológico no processo saúde e doença, configuram uma maior necessidade de profissionais de enfermagem no país.”, ressaltou. 

Diante dessas e tantas outras possibilidades evidenciadas, também, pela constante modernização da área, torna-se essencial a busca pela atualização profissional. Para Josivan, “se manter atualizado é de extrema importância, dentro das habilidades, competências e atitudes em saúde, para atingir com excelência o atendimento ao paciente, todos os objetivos estabelecidos e restabelecendo a saúde do indivíduo como um todo.”, explicou. O enfermeiro ainda pontuou formas de buscar essa atualização: “através de cursos, eventos científicos, publicação de artigos, networking, inserção e habilitação em aplicativos, tecnologia, dentre outras.”, citou. 

Em contrapartida a fala de Josivan, a coordenadora do curso de enfermagem da Unifacisa, professora Renata, frisa que mais importante do que buscar atualizações profissionais é ter uma base sólida de conhecimento que seja adquirido através de uma boa graduação em enfermagem. “O curso de enfermagem da Unifacisa busca através de uma metodologia inovadora, aplicar atividades teórico-práticas, utilizando a aprendizagem baseada em competências e projetos, tornando o aluno protagonista de sua aprendizagem. Desde o primeiro semestre, o aluno vivencia situações do dia a dia profissional. Dessa maneira, a Unifacisa busca garantir uma boa formação, preparando o aluno para enfrentar os desafios das rápidas transformações da sociedade, do mercado de trabalho e das condições do exercício profissional em enfermagem.”, destacou. 

Como prova da excelência das atividades práticas desenvolvidas pela instituição, Josivan, ainda, aproveitou para dar ênfase às oportunidades que os alunos terão com as aulas no Hospital HELP (Hospital de Ensino e Laboratórios de Pesquisa). Ele afirmou que: “o HELP,  o hospital que já nasce no futuro, sem dúvidas, será uma oportunidade única para nossos alunos colocarem em ação todos os conceitos, abordagens e práticas ministradas por nosso renomado corpo docente e ensinado em sala de aula, fazendo a diferença na vida de cada paciente com um atendimento digno, respeitoso e acima de tudo humano.”, encerrou. 

Todo o corpo docente do curso de enfermagem da Unifacisa tem acesso às modernizações e especificidades do mercado de trabalho para a área de enfermagem. A Unifacisa investe diariamente em práticas e metodologia que tragam aos alunos e egressos destaque e sucesso. Isso se comprova com a boa quantidade de profissionais formados na instituição que, hoje em dia, iniciam residência ou mestrado, e estão no mercado de trabalho do próprio ecossistema como profissionais de destaque. 

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

A prova da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), é um exame feito por ingressantes no mercado e é uma fase muito importante na formação de profissionais da Aviação Civil. Assim como na área do Direito e da Advocacia, que tem a prova da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), na aviação ela é aplicada para que o aluno tenha um certificado válido para exercer a profissão.

A banca da ANAC divide a prova em 5 partes: 1) Conhecimentos técnicos; 2) Regulamentos de tráfego aéreo; 3) Teoria de voo; 4) Navegação aérea; e 5) Meteorologia. As sessões são compostas por 20 questões cada e o candidato precisa obter um total de 70% de acerto em toda a prova, totalizando, pelo menos, 14 questões em cada bloco. 

Na Unifacisa, o aluno é instruído com um ensino de qualidade para que na prova os alunos tenham um bom índice de aprovação. Júlio Maia Paulino é aluno graduando do 3° período do curso de ciências aeronáuticas da Unifacisa e obteve aprovação no exame da ANAC 2023 com 94% de acertos. Ele explicou como a Unifacisa esteve presente na conquista desse título: “a Unifacisa tem sido muito importante para a minha formação profissional, contribuindo com um ensino teórico e prático de qualidade, por meio dos professores e das inúmeras aulas práticas com o simulador de voo.”, disse. 

Além do título adquirido com a recente aprovação, Júlio também já concluiu o curso Preparatório de Piloto Privado e Simulador de Voo, pelo Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo – SP. O jovem piloto explicou, quais são seus anseios futuros: “quero concluir meu curso de graduação na Unifacisa e ser piloto de aviação comercial em uma companhia aérea.”, concluiu. 

Já o coordenador do curso de ciências aeronáuticas da Unifacisa frisou: “estamos muito felizes com a aprovação do Júlio na prova, ele está no 3° período e seu desempenho foi extremamente positivo. Ter um aproveitamento de 94% na prova, significa que o aproveitamento foi extraordinário e outros alunos também participaram da prova e obtiveram um aproveitamento alto. A ESAC (Escola Superior de Aviação da Unifacisa) é conceito 5 no MEC e isso só reforça o nosso compromisso com a qualidade do ensino e também na formação de profissionais para o mercado de trabalho.”, disse. 

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

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