O Centro Universitário Unifacisa realizará no dia 06 de maio, de 14h às 18h, o Teste de Progresso para alunos do P1 ao P12 de medicina

Está programado para maio o Teste de Progresso 2023, para avaliar o desempenho dos alunos do curso. O teste é um exame que tem por objetivo aferir o desempenho dos estudantes em relação ao ensino-aprendizagem ao longo da jornada acadêmica. No conteúdo do exame, constam questões de múltipla escolha com temas de várias disciplinas. O teste também trará casos clínicos práticos, que levam o estudante a refletir sobre como solucionar os problemas de acordo com os conhecimentos adquiridos.

Na prova constará 100 questões de múltipla escolha, envolvendo todas as grandes áreas da medicina, como acontece nas provas de residência médica. 

O coordenador do curso, professor Antônio Henriques de França Neto, explicou que “o TP é uma estratégia de avaliação institucional e individual consistente, colocada à disposição da comunidade acadêmica num momento em que a necessidade de avaliação se torna cada vez mais relevante, principalmente devido a iminente mudança na estratégia educacional do curso, com o currículo baseado em competências. A coordenação do curso, com esta e outras iniciativas, pretende contribuir com o aprimoramento da formação dos estudantes de medicina da Unifacisa, das novas matrizes que visam oferecer uma forma consistente e cientificamente aceita como adequada para este fim.”, elucidou. 

No dia 11 de abril (terça-feira), às 7h30, no Teatro Facisa, acontecerá um bate-papo com os coordenadores e professores do curso de medicina da instituição para tirar todas as dúvidas relacionadas à aplicação do exame. E, no dia 06 de maio (sábado), das 14h às 18h, será aplicado o Teste de Progresso (TP). 

Coordenador do curso de sistemas de informação da Unifacisa relata sobre as áreas de atuação e a metodologia desta modalidade.

O mundo passa por transformações e atualizações tecnológicas desde as primeiras revoluções industriais, ocorridas na Inglaterra, que reestruturaram as rotinas produtivas de trabalho. À medida que os anos se passaram, o capitalismo pós-industrial se mantém cada vez mais presente na sociedade e faz com que a população acompanhe suas incessantes mudanças. Esse fenômeno é notado no dia a dia, no qual muitas atividades, que antes eram executadas manualmente, agora podem ser realizadas na palma da mão. Com esse avanço acelerado da tecnologia, também surgem novas carências no mercado e, consequentemente, novas profissões. 

Estas novas necessidades e espaços que surgem no mundo do trabalho abrem portas para as chamadas “profissões do futuro”. Nessa esfera em crescimento, existe uma necessidade grande de mão de obra, com muitas vagas em aberto e remunerações excelentes para os profissionais que souberem agarrar as oportunidades. Dentre os muitos ofícios que surgem ao longo das atualizações tecnológicas, está o curso de graduação em sistemas de informação que, sem sombra de dúvidas, é uma formação que garante um espaço no mercado de trabalho. 

Segundo o coordenador e professor da graduação em sistemas de informação da Unifacisa, Fabrício da Costa Dias, esta é uma área que combina elementos de tecnologia da informação, gestão de negócios e ciência da computação para projetar, implementar e gerenciar sistemas de informação eficazes para organizações e empresas. Os sistemas de informação incluem hardware, software, banco de dados, redes de computadores, inteligência artificial e outras tecnologias que coletam, processam, armazenam e distribuem informações dentro e fora de uma organização.

Para o professor, existem 3 características do profissional de sistemas de informação que se destacam. São elas: 1) Conhecimento profundo em tecnologias da informação, como hardware, software, redes de computadores e bancos de dados, a fim de projetar e implementar sistemas de informação eficazes; 2) Habilidade analítica, que se dá através capacidade de analisar dados e informações com o intuito de identificar problemas e encontrar soluções adequadas; 3) Capacidade de aprendizado contínuo, já que a área de tecnologia está em constante evolução, e o profissional de SI (Sistemas de Informação) deve estar disposto a aprender novas tecnologias e conceitos de forma contínua. 

Segundo Fabrício, a área para este profissional está aquecida e a atuação que encontra-se em evidência é a de programação de computadores. Ele explica que: “atualmente, a área está bastante aquecida e a demanda está em alta. Sem dúvidas a área de maior demanda e possibilidades de atuação é a de programação de computadores, dada a atual demanda combinada com a chegada e necessidade de sistemas onde antes não existiam. O mercado mudou, e antes o profissional que apenas programava, agora passa a adquirir novas atuações como líderes, analistas, gestores de negócios de TI (Tecnologia da Informação), profissionais de segurança de TI, banco de dados, redes de computadores e tantas outras áreas.”, ressaltou. 

O coordenador, ainda, ressaltou sobre como este profissional pode manter-se sempre inserido no mercado de trabalho. Ele explicou que "a área de informática está em constante evolução. O profissional precisa se manter atualizado para acompanhar o que está acontecendo no mercado, bem como entender o que as empresas estão buscando no momento. Assim, será possível fornecer o que as empresas estão precisando e o que gera valor para os negócios.”, frisou. Ele ainda reforçou alguns meios de como se manter atualizado através de “cursos e estudando sempre, além de trocar experiências com profissionais do mercado, participação em simpósios e congressos também é muito importante.”, explicou. 

Também foi expressado pelo coordenador o caminho trilhado por alguns egressos do curso de SI: “o curso de sistemas de informação da Unifacisa é um curso com mais de 20 anos de mercado, tendo formado, até o momento, grandes profissionais com atuação em todo o Brasil e também em outros países do mundo, como Canadá, Estados Unidos, Estônia e Portugal, o que comprova que o nosso curso não está formando o profissional apenas para uma atuação local e sim para uma atuação nacional e internacional, entregando profissionais de alto desempenho.”, exclamou. 

Não obstante, Fabrício explicou que o segredo para tamanho sucesso se dá através da metodologia utilizada pela instituição. Para ele, são as práticas que preparam os graduandos. “Formamos profissionais totalmente voltados para o mercado com o modelo de ensino-aprendizagem baseado em competências. Desde o primeiro dia de aulas, o aluno se depara com um problema real e, a partir dessa problemática, se desenvolve a construção do conhecimento, aplicando na prática os conceitos que foram tratados em sala de aula.”, abordou o professor. Embasado nestas, o coordenador, também, reforçou sobre o que incentiva os membros do curso de SI todos os dias: “os números de empregabilidade que temos do nosso curso são, extremamente, animadores e servem de incentivo para que busquemos resultados ainda melhores. Isso corrobora com a nossa política de qualidade e faz com que tenhamos disponíveis sempre os laboratórios mais atualizados, os softwares mais utilizados e o melhor corpo docente da região.”, concluiu. 

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

Estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1975, o dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, segundo a professora e psicóloga Renata Oliveira dos Santos, tem o intuito de preservar e honrar a memória das sufragistas, das mais de 15 mil mulheres que marcharam em protesto por melhores condições de vida em Nova York, em 1909; da professora e jornalista alemã, Clara Zetkin que, em 1910, na Segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, sugeriu a data para reunião, reflexão e proposição de ações em prol da dignidade das mulheres. 

As psicólogas e professoras da Unifacisa, Renata Oliveira e Letícia de Mélo Sousa, elucidaram que as ideias do que viria a ser mulher teriam surgido, ainda, no período neolítico. “A ideia do que seria uma mulher começou a surgir a partir da sedentarização dos primeiros agrupamentos humanos, no período neolítico, quando os machos começaram a se tornar homens e as fêmeas, mulheres.”, afirmou Renata; “A construção do sistema de hierarquias de gênero, o sistema patriarcal, remonta a, aproximadamente, 10 mil anos atrás, com o início do período neolítico. A construção de um sistema que retirou das mulheres o reconhecimento de sua humanidade consolidou-se nas relações estabelecidas entre sexos e gêneros, em todos os campos da existência humana.”, explicou Letícia.

As professoras, ainda, fizeram questão de deixar seus pontos de vista a respeito da importância da psicologia para apresentar espaços ocupados pelas mulheres na sociedade. “A psicologia, por uma parcela significativa da sua história, foi dominada pela produção masculina: a negação dos direitos básicos às mulheres as impediam de acessar os espaços e de serem reconhecidas pela sua produção científica e genialidade. Contudo, a psicologia se caracteriza, hoje, enquanto uma profissão buscada e realizada, principalmente, por mulheres. Essa presença feminina na profissão e ciência marca a chegada de uma nova perspectiva, que reconhece o impacto da exclusão, violência e exploração nos processos de sofrimento psicológico vivenciados pelas mulheres.”, elucidou, Letícia. “Como nós, mulheres, somos mais da metade da população mundial e, sendo a psicologia uma ciência e uma profissão comprometida com a saúde, seria, no mínimo, incoerente que esta área não se ocupasse de problematizar e apontar saídas para as desigualdades de gênero que atentam contra a dignidade, subjetividade, saúde física e mental, e, em última instância, contra a vida das mulheres.”, frisou Renata. 

Enquanto docente e psicóloga - mas, principalmente, enquanto pessoa que é identificada pelos marcadores sociais de mulher, parda, vinda de uma família penalizada pelo racismo e pela pobreza - tenho o dever ético e o compromisso humanitário de problematizar e desconstruir os preconceitos e viés com os quais muitos de nossos discentes chegam ao ensino superior. Pois, o senso comum, alimentado por milênios de assimétricas relações de poder e tantas outras crenças prejudiciais aos indivíduos e coletividades, pode fazer com que o conhecimento adquirido na universidade torne-se instrumento de reprodução de desigualdades. Para evitar este risco, aposto sempre no afeto, em referências bibliográficas (cinematográficas e culturais, de uma forma geral) consistentes e na capacidade crítica e empática dos alunos, estabelecendo uma relação de horizontalidade, cooperação e confiança com estes que, em alguns períodos, se tornarão meus colegas de profissão. É uma imensa responsabilidade e honra para mim formar pessoas para cuidar de pessoas.”, encerrou Renata.

Já para a psicóloga Letícia: “há nove anos me dedico ao trabalho na área de gênero e sexualidade, com foco na violência contra a mulher. Percebi, ao longo desse período, mudanças significativas na recepção do público sobre esses temas: aquilo que era entendido enquanto tema ‘nichado’, de interesse para poucas pessoas e objeto da reação negativa de muitos, passou a ser compreendido enquanto tema de interesse geral, com grande relevância social. Nos dedicamos ao trabalho pela garantia dos direitos humanos das mulheres, porém continuamos a sofrer ataques daqueles que se opõem ao pleno exercício da cidadania por parte das mulheres, que questionam os propósitos de nossas ações e a validade de nossas informações, sem apresentar qualquer fundamentação científica para tal, seguindo apenas sua própria visão de mundo. Lutar por um mundo mais justo para as mulheres, menos marcado pela violência e sofrimento, continua sendo um desafio, um desafio estimulante, marcado pela potência de trabalho das mulheres na construção de espaços mais seguros para o seu desenvolvimento, com esperança renovada a cada nova conquista social e a cada nova mulher que, em seu processo terapêutico individual, constrói um lugar de autonomia e saúde para si.”, finalizou. 

A partir dos posicionamentos expostos pelas professoras do curso de psicologia da Unifacisa, enquanto mulheres e psicólogas, reafirmamos ainda mais falar sobre as lutas diárias enfrentadas pelas mulheres. Por isso, ressalta-se a importância do Dia Internacional da Mulher e, ao mesmo tempo, que um dia ou um mês não são capazes de representar suas lutas diárias deste grupo na sociedade.

O Desafio Unifacisa é a designação para os projetos integradores de extensão que são essenciais para os currículos dos cursos de graduação. Neste programa, a Unifacisa deixa um banco de demandas aberto para pessoas físicas jurídicas, bem como instituições de Campina Grande e Região possam enviar seus desafios. Os projetos integradores são ações interdisciplinares que têm por objetivo promover a interação entre ensino e prática, aplicando conhecimentos que reforcem a conexão entre ensino, pesquisa e extensão.

Os desafios são solucionados por nossos alunos e professores a partir da construção e aplicação de conhecimentos adquiridos na sala de aula. São formados grupos de várias áreas dentre os 16 cursos da instituição. Assim, a captação dos desafios consiste em encontrar uma proposta de solução para os problemas apresentados pelos demandantes, utilizando os conhecimentos inerentes aos respectivos cursos.

No decorrer dos projetos, os graduandos têm encontros com os demandantes e com os mentores. Ao final, apresenta-se soluções para os problemas propostos, bem como um resumo expandido e um vídeo que busca descrever o desenvolvimento do projeto, entregando para empresa ou instituição soluções para os desafios.

No período entre 06 e 13 de março, as turmas envolvidas no programa receberam os demandantes dos projetos integradores em desenvolvimento no primeiro semestre de 2023. Representantes de empresas, entes governamentais e instituições filantrópicas visitaram as dependências do Centro Universitário, travando diálogos com os estudantes e professores, e explicitando as necessidades partilhadas através dos projetos submetidos. Foi um momento que oportunizou aos estudantes conhecer um pouco mais sobre a realidade dos demandantes, além de inquirir diretamente os clientes dos desafios sobre detalhes que, certamente, contribuirão para a proposição das soluções que representam o objetivo principal dos desafios.

Para o professor do curso de Direito da Unifacisa e coordenador de pesquisa e extensão do programa, Marcelo Lara, “o Desafio Unifacisa é extremamente relevante porque dá aos alunos a oportunidade de atuar como profissionais de suas respectivas áreas. O traquejo no trato com os clientes e o estabelecimento de uma comunicação efetiva são aptidões de grande importância, e um dos focos da proposta educacional inovadora da Instituição.”, frisou.

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

A aprovação se deu em 100% e garante aos candidatos o grau de especialistas na área

O Título de Especialista em Ortopedia e Traumatologia, conhecido como TEOT, é conferido pela Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia aos médicos que são aprovados no exame para obtenção do título. Durante três dias, especialistas de todo o país se reúnem na cidade de Campinas, em São Paulo, para avaliar os candidatos à obtenção da especialidade. O exame é organizado pela Comissão de Ensino e Treinamento da SBOT, sendo composto por prova escrita, prova oral, avaliação de exame físico e de atitudes, prova de anatomia e exame de habilidades cirúrgicas.

Médicos formados em universidades de todo o Brasil participam da seleção representando a Unifacisa. Neste último exame, estiveram Matheus Pedroso Cavalcanti de Souza e Nattan Santos Rozendo de Oliveira, residentes de ortopedia e traumatologia no Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes, de Campina Grande, estes foram aprovados na prova de títulos da SBOT e agora são reconhecidos perante a sociedade médica como especialistas em ortopedia e traumatologia.

Os Drs. explicaram como a Unifacisa foi importante para a concretização dessa conquista: “hoje só tenho a agradecer por todo apoio e parceria da Unifacisa, pois sempre me incentivou a buscar a excelência. Contamos com uma estrutura invejável associada a um suporte educacional pautado na junção entre a abordagem teórica e prática.”, disse Matheus; “A Unifacisa consegue explorar o potencial de seus alunos e residentes, confiando a docência e aos profissionais de altíssimo prestígio e investindo em novas tecnologias, o que eleva sua qualidade de ensino de maneira progressiva, e, ainda, nos prepara para a atuação profissional.”, frisou Nattan.

Este resultado obtido só reafirma o comprometimento da Unifacisa não só com o crescimento profissional, mas também com todas as outras graduações da instituição. O cuidado e atenção vai desde oportunizar que os residentes tenham contato com atividades práticas desde o início da especialização, até a busca pelas primeiras oportunidades profissionais. Assim, a instituição faz jus ao seu lema: “transformar a sociedade, desenvolvendo as pessoas, cuidando e inspirando o mundo pelo exemplo”.

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

O ENARE (Exame Nacional de Residência) tem o objetivo de unificar o processo seletivo para acesso às vagas de residência médica, uniprofissionais e multiprofissionais. A seleção acontece em parceria com instituições de saúde de todo o Brasil. Esse programa também é conhecido como uma pós-graduação para os profissionais de saúde, que visam ampliar seus conhecimentos, obter novas capacitações técnicas e desenvolver novos conhecimentos na área. 

Na Unifacisa, as egressas do curso de nutrição, Beatriz Lima Albuquerque e Suênia do Rego Nunes, foram aprovadas no ENARE. As egressas explicaram como se deu a preparação para o exame. No caso de Beatriz, ela comentou que fez a prova em um momento corrido, já que estava no final de sua graduação: “Foi uma demanda grande que tive nos últimos meses de graduação, mas que no final deu certo e atingi o meu objetivo. Contei com bons incentivos, principalmente de professores que me conduziram para a melhor estratégia de preparação para exames como esse. Ainda contei com acompanhamento psicopedagógico para otimização do meu emocional nesse período, serviço esse que a faculdade já disponibiliza para os alunos, e, pra mim, foi primordial, visto que eu também contava com a demanda de TCC.”, explicou. 

Para Suênia, sua preparação, também, se deu ao final da sua graduação: “No final do curso de nutrição, decidi buscar os programas de residência multiprofissional. Sendo assim, comecei a preparar meu currículo. Fui monitora, publiquei alguns resumos e artigos científicos, estudei a fundo os editais e, assim, prestei algumas provas.”, afirmou. 

Com a aprovação, cada uma das residentes expressaram a gratidão que sentem à Unifacisa e, também, aos docentes por esta conquista. “A Unifacisa abriu portas na minha vida. Como aluna da instituição, fui acolhida e orientada para a minha construção profissional. É gratificante saber que estudei e me formei em uma faculdade que zela pelos seus alunos dentro e fora da sala de aula, que se preocupa com cada detalhe, do bem estar emocional até o aprendizado.”, declarou Beatriz. “A Unifacisa contribuiu com um excelente corpo docente e me proporcionou uma infraestrutura completa. Suas metodologias de ensino são inovadoras.”, relatou Suênia.

Para Beatriz, “cada professor me fez acreditar que eu seria capaz de realizar qualquer sonho se eu me dedicasse, estudasse, e, o principal, acreditasse. Cada mestre, em sua determinada área, foi importante, principalmente no meu período de preparação para o ENARE.”, comentou. Segundo Suênia, “cada professor traz consigo sua história e suas experiências profissionais, que demonstram, através da sala de aula, amor pela profissão e, assim, nos incentivam a acreditar e buscar os nossos sonhos.”, relatou.

Atualmente, a nutricionista Beatriz trabalha com atendimentos clínicos, em seu consultório. Já a nutricionista Suênia, começou sua residência em Oncologia, no Hospital do Câncer do Maranhão Dr. Tarquínio Lopes Filho. Ambas profissionais relataram suas ambições futuras. "Esse ano, pretendo realizar mais uma prova do ENARE dentro da área de especialização a qual quero seguir.”, encerrou Beatriz. “Tenho planos de me especializar cada vez mais e, com isso, ser uma profissional qualificada, humana e de referência na área da nutrição.”, finalizou Suênia. 

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

A ex-graduanda da instituição, Jéssica Mariana Silva Soares, concluiu o curso de nutrição em 2019. Após sua graduação, a egressa publicou um artigo científico sobre sua pesquisa, intitulada de “Elaboração e caracterização de um fermentado à base do extrato de coco (cocos nucifera) com polpa de cajá (spondias mombin L)”, na Revista Research, Society and Development (Pesquisa, Sociedade e Desenvolvimento). O objetivo do periódico científico multidisciplinar é publicar, mensalmente, diversos tipos de manuscritos, como artigos científicos, resenhas e ensino de casos em diversas áreas do conhecimento com o intuito de promover o desenvolvimento social, científico e tecnológico. 

Com esse objetivo claro, a nutricionista explicou que a temática da sua pesquisa caminhava ao encontro da proposta multidisciplinar da revista, já que seu texto tinha como foco o público que não faz a ingestão de produtos à base animal. Ela, ainda, acrescenta que, “o objetivo da minha pesquisa foi a criação de um produto de origem vegetal com o intuito de substituir um fermentado de origem animal, além da inclusão do cajá, como uma fruta regional nordestina, que ainda carece de valorização na indústria. Portanto, a pesquisa  buscou  aumentar o valor comercial e a visibilidade do fruto.”, disse. Não obstante, a egressa, ainda, explicou que a Unifacisa foi essencial para que essa conquista acontecesse: “A Unifacisa foi chave para que eu pudesse começar na área de pesquisa científica, pois somos incentivados a inovar e elaborar solução para a sociedade na criação de novos produtos ou serviços que possam resolver problemáticas sociais.”, frisou. 

Jéssica ainda destaca que o corpo docente que a acompanhou ao longo de sua graduação também foi responsável para que ela alcançasse seus objetivos. Para ela, “os professores me ajudaram a desenvolver escrita e a mentalidade científica no âmbito acadêmico. Eles foram essenciais não só na minha caminhada científica, mas em todas as áreas da nutrição. O corpo docente da instituição trabalha incansavelmente para formar profissionais qualificados e inteiramente capacitados para o mercado de trabalho”.

Atualmente, a egressa trabalha com nutrição clínica e faz parte do grupo de embaixadores Sanar Saúde. Entretanto, após ser orientada e preparada, também, para a atuação acadêmica, durante a graduação, a nutricionista recém-formada almeja voos que vão além das atuações clínicas. Ela esclarece que: “além de me aperfeiçoar ainda mais na nutrição clínica, almejo para meu futuro dar continuidade a pesquisa científica através de mestrado e doutorado.”, finalizou.

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

Nos dias 20 e 21, às 18h, será realizado pela Liga Acadêmica de Anestesiologia e Dor (LIAAD), em parceria com a IFMSA Brazil Unifacisa e o Neuroensina, o "I Simpósio Multidisciplinar da Dor - O Diferencial do Trabalho em Equipe", que promove uma discussão interdisciplinar sobre melhores estratégias no gerenciamento do paciente com dor crônica na Unifacisa. 

A inscrição está disponível para alunos e profissionais gerais da área de saúde através do link no valor de R$20,00. Cada participante receberá um certificado de 20 horas e um bônus de 0,5 no processo seletivo da LIAAD-CG. 

Dr. Hildo Azevedo
Doutorado em Medicina – Universidade Federal de Pernambuco
Mestre em Master of Science – University of Oxford (Inglaterra)


Dr. Luiz Severo
Coordenador da Neurocirurgia do HELP
Docente da Unifacisa

Ex-graduanda da Unifacisa relatou sobre os enfrentamentos durante o período de isolamento social e a conquista de obter a primeira colocação em um processo seletivo

Segundo a Coordenadora do curso de Educação Física da Unifacisa, Professora e Dra. Conceição Carvalho, o campo de atuação da educação física é bem amplo. Dentre as possibilidades, estão, por exemplo, treinamento paraolímpico, esportivo ou funcional; reabilitação física, cardíaca ou respiratória; ginástica laboral e coletiva; pilates; terapias psicomotoras, entre outras. Para Conceição, o mercado de trabalho encontra-se em um momento oportuno: “Eu vejo um mercado aquecido, com muitas redes de academia abrindo, mas também com estúdios menores que possuem modalidades novas coletivas ou individuais que atraem os públicos de todas as idades e esses espaços que atendem a um público diferenciado, tendo foco a qualidade de vida.”, esclareceu. Entretanto, uma das questões mais debatidas nos últimos anos, segundo o ENAP (Escola Nacional de Administração Pública), foi a atuação profissional durante a pandemia e uma das principais questões foi: como obter êxito com tantas adaptações frente ao período de isolamento social?

A egressa do curso de educação física da Unifacisa, Natiely da Costa Silva, concluiu sua graduação no segundo semestre de 2019 e precisou enfrentar alguns desafios enquanto uma recém-formada em busca de oportunidades durante a pandemia. A egressa explicou que enfrentou muitos desafios: “tive o privilégio de ter sido da turma pioneira de educação física e saí do curso com a certeza de que uma boa preparação para o mercado de trabalho faz toda a diferença. Quando a pandemia começou, veio o impacto de ser recém-formada e estar iniciando uma carreira que ao mesmo tempo teve que parar imediatamente devido ao contexto pandêmico. Foi tudo muito rápido e bem difícil.”, afirmou. 

Mesmo com as oportunidades amplas para a área, dada a situação de crise sanitária, a profissional de educação física precisou reinventar-se com o intuito de adquirir suas primeiras oportunidades profissionais. Assim, Natiely decidiu começar a vender treinamentos personalizados de maneira on-line e explicou como seu deu tal iniciativa: “surgiu a ideia de criar um grupo de treino on-line. Usei as minhas redes sociais para divulgar meu grupo de treinamento onde eu cobrava uma taxa mínima para as pessoas treinarem em casa. Com o dinheiro, comecei a comprar materiais de treino e passei a vender os kits de treinamento.”, explicou.

Embora a educadora estivesse conseguindo adquirir suas primeiras experiências profissionais, dentro dela ainda havia um desejo de conquistar lugares mais altos e no nicho em que ela se identificava. Natiely destaca que a instituição que a formou foi crucial para que ela tomasse as próximas decisões: “a Unifacisa é a única faculdade do nordeste que tem uma disciplina chamada ‘Educação Física Hospitalar’, que possibilita ao aluno atuar no campo da saúde pública e isso é extraordinário. Diante a tudo que aprendi no período da graduação, comecei a me preparar para tentar residência em saúde pública, foi quando surgiu o processo seletivo da secretaria de saúde do Município de Pocinhos. Fiz e obtive a aprovação em primeira colocação.”, enfatizou a egressa.

Com a pandemia cada vez mais controlada, as oportunidades para o ramo da educação física voltam a estar “aquecidas”, como afirmou Conceição. A partir dessa possibilidade, além de seguir com seu centro de treinamento de consultoria física e produção de treinamentos personalizados, Natiely tomará posse das suas atividades na secretaria de saúde da cidade de Pocinhos. Visando o futuro, a egressa reforça que ainda almeja desenvolver vários projetos sociais: “quero, enquanto profissional, levar meu conhecimento à comunidade por meio de um projeto social a fim de interagir com as pessoas permitindo a transformação de vidas.”, relatou.

A história da ex-graduanda só reflete o quanto a vida profissional é cheia de adaptações, novas experiências e muito desafio, por isso com a preparação correta e muito esforço, é possível conquistar pouco a pouco o que se almeja. Na área de educação física, a Coordenadora do curso da Unifacisa explica que “a educação física é vital. Ela continua ampliando os horizontes e a sociedade acompanha essa evolução, seja ela na área acadêmica ou profissional.”, esclareceu.

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

Ruan de Oliveira qualificou-se pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências da Computação (PPGCC), da UFCG, no final do último mês

Graduado no curso de Sistemas de Informação (2010), da Unifacisa, Ruan Pierre de Oliveira já era Mestre pelo PPGCC da UFCG, terminou o Doutorado pelo mesmo programa e, também, leciona no mesmo curso que lhe graduou desde 2021. Para o egresso, ser formado na Unifacisa lhe possibilitou ter um diferencial, uma vez que a instituição lhe permitiu uma boa preparação para ir em busca dos seus sonhos: “Posso afirmar que o aluno formado na Unifacisa sai com um diferencial quando comparado com as demais instituições de ensino, que é uma gama de experiências em tecnologias/ferramentas que estão sendo utilizadas nas empresas. Dessa forma, o curso de Sistemas de Informação prepara o aluno para o mercado de trabalho. Outro diferencial é a estrutura física da instituição, que oferece plenas condições para que os alunos possam praticar nos laboratórios o conteúdo visto em sala de aula e que, provavelmente, será cobrado nas empresas.”, explicou.

Dessa maneira, com a preparação adequada proporcionada pela instituição, Ruan conquistou inúmeras oportunidades que pouco a pouco foram somando experiências que o tornaram o profissional de hoje. “Iniciei minha vida profissional atuando em uma empresa chamada ‘Accenture’, uma multinacional que atua em diversas áreas, inclusive como fábrica de software. Nesta empresa trabalhei por volta de 5 anos e ocupei dois cargos: Analista Junior e Analista Pleno. Após isso, fui convidado para atuar no ‘VIRTUS’, como Analista Sênior, empresa vinculada à UFCG. Anos depois fui promovido para função de Especialista, este vínculo durou 2 anos e meio. Saí do VIRTUS para assumir o concurso público no Hospital Universitário Alcides Carneiro (HUAC), com cargo de Analista de Tecnologia da Informação, desde 2018. Recentemente fui convidado para assumir a chefia de Unidade de Sistemas de Informação e Inteligência de Dados. Em paralelo ao HUAC também trabalho como professor universitário na Unifacisa, no curso de Sistemas de Informação, desde 2021.”, afirmou.

Não obstante, Ruan ainda frisa sobre suas experiências acadêmicas que, para ele, foram essenciais para que fosse possível seguir na carreira de pesquisador. “Por se tratar de um grande centro universitário, me preparou para além do mercado de trabalho, possibilitando o acesso a iniciação científica ainda na academia. Como universitário participei de importantes projetos de pesquisa da instituição, o que ampliou o meu olhar para a relevância do ensino, pesquisa e extensão, me fazendo optar por continuar a minha qualificação, com a realização de uma especialização, seguida por um mestrado e doutorado.”, frisou.

Para o futuro, o recém-doutor almeja seguir na carreira acadêmica como professor e talvez realizar um pós-doutorado, já que ele reconhece a transformação vivida com os frutos que educação lhe trouxe: “Reconhecendo a mudança que a educação trouxe para minha trajetória profissional e para minha vida, hoje atuo como docente da Unifacisa e espero contribuir com o ensino de muitos outros jovens, que podem ter seus destinos modificados pela educação.”, encerrou. 

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

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