A ação será realizada em parceria com a Unifacisa, Fundação Pedro Américo e Polytech. As cirurgias não terão nenhum custo para as pacientes e serão beneficiadas mais de 30 mulheres.

No mês dedicado à conscientização sobre o câncer de mama, o HELP demonstra seu comprometimento com o Outubro Rosa através de uma iniciativa que vai além da medicina. O hospital irá iniciar um Mutirão de Reconstrução Mamária, no dia 13 de outubro, exclusivo para pacientes atendidas pelo SUS e encaminhadas, através de critérios médicos preestabelecidos, para participar da ação em parceria com a empresa Polytech que doou as próteses mamárias.

A ação conta ainda com a parceria do cirurgião plástico, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e Preceptor do Serviço de cirurgia plástica do Hospital das Clínicas da UFPE, Pedro Pita, do cirurgião plástico titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e Preceptor do Serviço de cirurgia plástica do Hospital das Clínicas da UFPE, Igor Luna, a cirurgia plástica, Isis Lacerda e as mastologistas: Cristiane Araújo, Ana Livia, Thássia Mariz, Gianca Porto, Simone Castro, Stefania Nóbrega, Adriana Cariri, Cristina Santos, Fátima Cristina e Ana Helena.

A mastectomia é uma intervenção cirúrgica, em muitos casos, crucial que envolve a remoção total ou parcial da mama, geralmente como parte do tratamento do câncer de mama. Embora essa cirurgia seja uma etapa essencial para combater a doença, muitas mulheres enfrentam consequências físicas e mentais significativas após a mastectomia.

Para a Diretora de qualidade do HELP, Bianca Gadelha, essa iniciativa não restaura apenas a aparência física, mas melhora a qualidade de vida e autoestima das mulheres que passam pelo trauma da retirada de uma parte ou de toda a mama. “A perda da mama é um desafio emocional profundo para muitas mulheres. Além do impacto físico, essa experiência pode abalar a autoestima. Nossa ideia é proporcionar, a estas mulheres, uma reconexão com seus corpos, celebrando sua força e resiliência”, pontuou.

De acordo com o Cirurgião Plástico, Preceptor do Serviço de Cirurgia Plástica do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE, Pedro Pitta, a reconstrução mamária após a mastectomia é parte fundamental do tratamento integral e multidisciplinar do câncer de mama.

“A seleção das mulheres é cuidadosamente feita em outubro, levando em consideração as condições médicas individuais, especialmente as recomendações do oncologista. As próteses foram doadas pela empresa Polytech, uma das melhores do mundo. Estou muito feliz em participar dessa ação aqui em Campina Grande. Ano passado, 50 mulheres foram beneficiadas no Hospital das Clínicas em Pernambuco”, pontuou.

Segundo ele, a ideia é criar um núcleo de reconstrução mamária no HELP, que possui uma infraestrutura de excelência na área de oncologia. Isso demonstra o compromisso contínuo em oferecer aos pacientes o melhor atendimento possível.

A triagem para participar da ação está sendo feita pelos mastologistas parceiros da cidade, e em breve, novas avaliações serão feitas.

As doações podem ser feitas, até o dia 10 de outubro, na recepção da Unifacisa, no campus do Itararé, ou na recepção ambulatorial SUS, no Hospital HELP.

No espírito de solidariedade e cuidado, a Unifacisa, Fundação Pedro Américo e o Hospital HELP lançaram uma parceria voltada para o Dia das Crianças. Com a chegada de outubro, mês conhecido por celebrar a data, a iniciativa conjunta visa alegrar o dia dos pacientes do SUS que estejam sendo atendidos no Hospital HELP, Hospital da Criança e Centro estudantil Nova Geração - Ramadinha.

A preferência é por brinquedos educativos e que possam ser higienizados com água e sabão ou álcool, além disso, podem ser doados roupas ou kits de higiene para as crianças.

A Campanha busca envolver não apenas a comunidade acadêmica da Unifacisa, mas também colaboradores do ecossistema, em uma corrente de generosidade. Ao fazer a doação, você estará contribuindo para um gesto de afeto que pode fazer toda a diferença na recuperação e bem-estar das crianças.


Como Contribuir
Participar dessa ação é simples e gratificante. As doações podem ser feitas, até o dia 10 de outubro, na recepção da Unifacisa, no campus do Itararé, ou na recepção ambulatorial SUS, no Hospital HELP.

“No mês das crianças, estamos unindo esforços para levar alegria, esperança e conforto às crianças no tratamento no SUS da pediatria do HELP e do Hospital da Criança, além dos pequenos da ONG - Centro estudantil Nova Geração - Ramadinha. Sua doação não é apenas um brinquedo ou roupa, mas sim um gesto que pode transformar vidas e aquecer corações”, afirmou o coordenador de eventos da Unifacisa, Eduardo Raposo.

A partir desta quinta-feira, 28, o Hospital Help dará início às Cirurgias Eletivas pelo SUS, marcando o início do Programa Nacional de Redução das Filas de Cirurgias Eletivas. Essa iniciativa visa atender à demanda reprimida e oferecer uma gama diversificada de procedimentos médicos.

De acordo com o diretor de relacionamento com o SUS do HELP, Filipe Reul, o hospital conquistou habilitação junto ao Ministério da Saúde no Programa Nacional de Redução das Filas de Cirurgias Eletivas, Exames Complementares e Consultas Especializadas - PNRF.

“Esse programa tem como objetivo principal a redução da demanda reprimida de procedimentos eletivos para usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Os pacientes beneficiados pelo programa são regulados pela Secretaria Municipal de Saúde de Campina Grande, garantindo uma distribuição equitativa dos procedimentos médicos entre aqueles que mais necessitam”, pontuou.

O HELP oferecerá diversas especialidades, incluindo cirurgias de cabeça e pescoço, bariátrica, ortopedia pediátrica, cardiovascular, oncológicas, entre outras. Isso amplia significativamente a capacidade do hospital em atender às diversas necessidades médicas da comunidade.

“Ao embarcar nessa iniciativa, o Hospital HELP reitera seu compromisso em fornecer cuidados de saúde acessíveis e de qualidade para todos”, finalizou.

Desde o dia 15 de maio, o HELP iniciou os atendimentos de internação na área de pediatria SUS e leitos de UTI pediátrica. Além disso, conta com o HELP Imagem, oferecendo serviços raio-x, ultrassonografia, tomografia e ressonância Magnética para o SUS, hemodiálise e internação clínica adulto com leitos de enfermaria e UTI.

A enxaqueca crônica é uma condição que afeta a qualidade de vida de milhões de pessoas em todo o mundo. Com implicações socioeconômicas importantes, essa condição tem sido uma preocupação crescente na área da saúde. No entanto, há esperança no horizonte, e o Hospital HELP, em Campina Grande – PB, está realizando pesquisas e tratamentos neste sentido.

De acordo com o neurocirurgião, Luiz Severo, o Artigo científico publicado na Headache Medicine, revista oficial da Sociedade Brasileira de Cefaleia, intitulado “Prolotherapy in the treatment of chronic migraine — Case report” é um marco na produção científica do hospital, com o primeiro caso de paciente acompanhado no Centro de Dor.

"A temática do artigo traz a descrição de um caso promissor onde foi utilizado a técnica da Proloterapia, consistindo na aplicação da glicose e anestésico local, trazendo redução de crises em médio prazo. A proloterapia provou ser um complemento promissor para o tratamento e controle das crises de enxaqueca. Uma opção minimamente invasiva para o controle da dor refratária aos tratamentos convencionais. Aplicando esta técnica no tratamento da enxaqueca, obtivemos excelentes resultados no controle da dor. Ressalta-se que a técnica eficaz depende de um operador com experiência e vasto conhecimento do procedimento, anatomia e histórico médico do paciente", pontuou.

Para o estudante de Medicina da Unifacisa, Ítallo Bernardo Souto, é muito simbólico publicar o primeiro artigo científico do HELP em uma revista de relevância nacional e internacional como a Headache Medicine. “É a prova de que nós estamos avançando, o HELP progredindo e a ciência andando a passos largos. Continuo cativado pela ideia de produzir soluções inovadoras para velhas questões, como a migrânea crônica. São propósitos ambiciosos, mas acredito que alcançaremos lugares de maior excelência em relação à posição que estamos hoje no gerenciamento da enxaqueca crônica”, afirmou.

Na pesquisa, a proloterapia provou ser uma técnica notável para reduzir o número de dias em um mês que um paciente com enxaqueca crônica refratária à terapia padronizada teve dores de cabeça. No entanto, são necessários estudos em grupo controle para determinar a eficácia do procedimento.

Confira a publicação AQUI

O projeto é uma parceria com a Fundação Pedro Américo e a Unifacisa. Será lançado no dia 21 de setembro, às 19h, no Teatro Facisa, dentro do Congresso Internacional Interdisciplinar de Saúde.

A ala pediátrica de um hospital pode ser um ambiente desconhecido e intimidante para as crianças, onde os procedimentos médicos podem gerar ansiedade, medos e traumas.

Em uma iniciativa pioneira, o hospital HELP, em Campina Grande-PB, irá encantar os pequenos com um novo projeto de animação. Com a turma do Jackinho, o HELP coloca a criança como o centro do cuidado para que elas possam compreender o que está vivenciando dentro de um ambiente hospitalar.

A diretora da Qualidade do HELP e criadora do projeto, Bianca Gadelha, afirma que com essa abordagem, o Hospital está definindo um novo padrão de cuidados pediátricos, onde a educação, a diversão e a saúde andam de mãos dadas.

“Nosso objetivo com esse projeto é que a criança esteja no centro do cuidado. Ela precisa compreender o que está acontecendo, entender cada fase dentro da internação hospitalar. Com o adulto, a gente consegue fazer isso de uma forma mais simples, mas com a criança a gente precisa ir um pouco além, uma tratativa mais humanizada e lúdica, diminuindo a insegurança, os traumas e medos que ela possa ter no momento da internação”, pontuou.

O projeto de animação, desenvolvido por uma equipe multidisciplinar, utiliza uma abordagem educativa que combina elementos visuais atraentes e narrativas envolventes.

O designer gráfico e motion designer, Trigueiro Júnior, afirmou que produzir uma animação com a qualidade da Turma do Jackinho foi um grande desafio, e que, se torne uma parte integrante do ambiente hospitalar, proporcionando sorrisos, aprendizado e conforto a cada criança que passa por ali.

“Está sendo muito prazeroso trabalhar neste projeto. É extremamente gratificante criar artefatos lúdicos para crianças. Trata-se de um público exigente, espero que todos gostem”, pontuou.

Ao aliar a expertise médica à criatividade artística, a instituição está abrindo novos horizontes, oferecendo não apenas tratamento, mas também suporte emocional e educacional.

Os roteiros da 1ª temporada foram escritos pelo jornalista, ator e dramaturgo, Saulo Queiroz, também autor de "Jack, o jacaré do Açude Velho" - personagem criado por ele para o palco, em 2016, e que também batizou o mascote do Basquete Unifacisa, tornando-se sucesso entre torcedores de todas as idades. "Jack migrou do teatro para o esporte e agora, sob a maestria de Trigueiro Jr., se transforma em Jackinho, um personagem do HELP que vai encantar os pacientes mirins, tornando a estadia no hospital mais leve. Uma bela trajetória para um jacaré migrante que conquistou Campina Grande", declarou o artista.

Cerca de um terço da população irá apresentar algum tipo de dor crônica durante a vida. Diferente da dor aguda, que é uma resposta temporária a uma lesão ou doença, a dor crônica persiste por longos períodos ou até os mesmos anos. Ela pode ter diversas causas, desde condições médicas, como artrose, fibromialgia e neuropatias, até lesões antigas ou complicações pós-cirúrgicas.

O Centro Especializado no tratamento de dor crônica do HELP é uma referência no tratamento medicamentoso e intervencionista em Campina Grande e região. Funcionando desde 2022, conta com 03 linhas de pesquisa e tem como responsáveis o neurocirurgião, Luiz Severo, e o anestesiologista, Victor Egypto.

De acordo com o neurocirurgião, Luiz Severo, a dor crônica acomete cerca de 60 milhões de pessoas em nosso país, gerando faltas no trabalho, na escola, isolamento social e quadro depressivos, além de perdas econômicas numa população economicamente ativa. “O tratamento especializado gera qualidade de vida a essa população que tanto sofre. Trabalho em equipe, pautado em ciência e inovação fazem parte da nossa assistência no HELP”, pontuou.

Segundo o anestesiologista, Victor Egypto, o tratamento da dor crônica geralmente requer uma abordagem multidisciplinar, envolvendo diferentes profissionais de saúde. Cada profissional desempenha um papel importante no desenvolvimento de um plano de tratamento abrangente, adaptado às necessidades individuais do paciente. “Apenas um especialista em dor terá conhecimento sobre toda a fisiopatologia que abrange as síndromes dolorosas e seus respectivos diagnósticos diferenciais, e assim poderá diagnosticar de forma mais efetiva e estabelecer o correto tratamento seja ele conservador-clínico ou associado a procedimentos intervencionistas”, afirmou.

Marcação de consultas: A realização de marcações de consultas para o SUS é feita exclusivamente nas unidades de saúde do município do paciente e reguladas para a Unifacisa/Fundação Pedro Américo. Já as vagas disponíveis através da central de marcação - (83) 2101.8840 - e WhatsApp são filantrópicas, inteiramente gratuitas, concedidas pela Fundação Pedro Américo.

Os pacientes irão receber um kit exclusivo preparado com produtos do Boticário.

O HELP – Hospital de Ensino e Laboratórios de Pesquisa - firmou uma parceria inédita com uma das empresas mais reconhecidas do país: O Boticário. O objetivo é proporcionar bem-estar aos pacientes, tanto do SUS quanto particular, durante o tratamento de saúde no hospital, reforçando o conceito de que o cuidado em saúde vai além do procedimento hospitalar.

Assim como o hospital, o Boticário tem uma filosofia de valorização do ser humano em sua plenitude, compreendendo que o tratamento de saúde envolve não apenas a cura física, mas também o acolhimento emocional e o cuidado integral.

Para o diretor do HELP, Diego Gadelha, unindo a expertise em saúde do hospital com a excelência em produtos do Boticário, há um comprometimento em melhorar a qualidade de vida dos pacientes e proporcionar um ambiente de recuperação ainda mais acolhedor.

“O hospital HELP tem a missão de cuidar com a maior tecnologia e com humanização de todos os pacientes, independente de classe social ou se é um paciente de SUS, filantropia, convênio ou particular. Essa é a missão que nos orgulha. E ter parceiro como o Boticário, que também entende que todas as pessoas merecem ser cuidadas e tratadas com o maior carinho possível, principalmente em momentos tão difíceis como quando se está internado ou passando por um tratamento médico em um hospital. Então pra gente é uma honra muito grande poder contar com essa parceria. Deixar a experiência e a vida dos nossos pacientes ainda melhor, enquanto eles estiverem nesse momento de cuidado aqui no HELP”, afirmou.

Segundo a diretora do HELP, Bianca Gadelha, a união das duas marcas reforça a importância do cuidado e bem-estar como pilares fundamentais para uma jornada de tratamento mais eficiente.


“Muitas vezes vinculamos o cuidado hospitalar apenas a parte assistencial, o trabalho realizado pela equipe médica e multidisciplinar ao paciente, mas na verdade o cuidado vai muito além. E é isso que o hospital HELP quer demonstrar no seu dia a dia. Colocando o paciente como centro do cuidado conseguimos transformar um pouco a percepção de saúde e bem estar dentro e fora do hospital. Através dessa parceria com o Boticário reforçamos esse olhar mais humano, que abrange o cuidado do ser humano de forma integral, passando primeiramente pelo assistencial mas chegando também até o indivíduo e seu bem estar físico e emocional”, destacou.

O Diretor da Gentil Negócios, uma das maiores franqueadas do Grupo Boticário, Glauber Gentil, afirmou que é uma felicidade representar a instituição na cidade de Campina Grande e desenvolver essa parceria com o hospital HELP.

“É um momento muito especial. Ter essa possibilidade de parceria com o HELP que tanto tem feito a comunidade. Ativar a nossa marca, de uma maneira muito especial, seja para pacientes SUS ou particular internados no HELP, oferecendo a eles os produtos de nossa linha de corpo e banho para terem um cuidado especial. É um zelo, um carinho, uma atenção em um momento de renovação e cura. Muito feliz de poder de alguma forma contribuir com esse momento para as pessoas dessa cidade que é um polo do Nordeste”, concluiu.

Festival Mundial de Arquitetura: HELP – Hospital de Ensino e Laboratórios de Pesquisa, foi selecionado para o WAF 2023 na categoria Completed Buildings - Health.

Após conquistar o prêmio internacional de arquitetura, ADC – ARCHITECTURE & DESIGN COMMUNITY, na categoria de edifícios para a saúde, o HELP agora é um dos finalistas do World Architecture Festival 2023, que acontecerá em Marina Bay Sands, Singapura, de 29 de novembro a 1º de dezembro de 2023. Edifício inovador e sustentável, o projeto tem como arquiteta responsável, a diretora da Unifacisa, Carolina Gadelha, e os arquitetos Andreia Oliveira e Eric Roberto.

“Ficamos muito felizes e honrados por estarmos entre os finalistas deste prêmio. É uma validação e reconhecimento muito importante, que nos gratifica por todo o esforço e paixão que sempre colocamos em nosso trabalho. Essa premiação não apenas enche nossos corações de alegria, mas também fortalece nosso compromisso em continuar inovando e nos inspira a elevar ainda mais o padrão da arquitetura. O HELP é um projeto que estará sempre no melhor lugar de nossas emoções, uma oportunidade única de explorar novas ideias, tecnologias e soluções que transcendem as fronteiras convencionais, mas para além de tudo isso, de impactar positivamente a vida das pessoas e contribuir para o desenvolvimento da cidade que nasci e cresci”, afirmou a diretora da Unifacisa e arquiteta responsável pelo HELP, Carolina Gadelha.

O World Architecture Festival é um festival anual e cerimônia de premiação, um dos eventos mais prestigiados dedicados à indústria de arquitetura e desenvolvimento. O WAF é o único programa de premiação em que todos os finalistas apresentam seus projetos ao vivo para um painel de jurados ao vivo no festival em Singapura.

“Independentemente do resultado final, estamos muito felizes. Estar entre os 8 melhores projetos do mundo, coloca a arquitetura do HELP em destaque, conferindo-lhe visibilidade global e reconhecimento por seu valor e potencial. O simples fato de termos chegado tão longe é uma prova de que nossos esforços valeram a pena. O HELP é, sem dúvida, meu maior projeto, e desde o início, nossa meta foi criar algo inovador, que causasse um impacto positivo em nossa sociedade e no mundo. Foi um trabalho árduo e desafiador, no qual nos dedicamos integralmente para alcançar os mais altos padrões de excelência”, afirmou o arquiteto Eric Roberto.

A arquiteta, Andreia Oliveira, afirmou que o HELP é a concretização de mais de 15 anos de atuação do escritório de arquitetura Contemporânea.

“Ser finalista já é uma grande vitória e reflete todo o esforço e dedicação que empregamos ao hospital, buscando o melhor em cada solução adotada, em cada especificação criada, no acompanhamento da obra, em um processo inovador. A arquitetura sempre foi uma carreira extraordinária para mim, criando espaços e novas possibilidades, planejando e transformando sonhos em realidade e o HELP foi o maior deles até agora. A finalização do HELP e esse prêmio, vieram para coroar uma história de 15 anos trabalhando em projetos de arquitetura, sempre em busca de estarmos conectados com as necessidades dos nossos clientes e de transformar seus sonhos em realidade”, concluiu.

O HELP - O Hospital de Ensino e Laboratórios de Pesquisa possui 30.000 m2 de área construída, em um programa de necessidades que inclui ambulatórios, internações, pronto atendimento, centro cirúrgico e obstétrico, centro de imagem, UTI, centro de oncologia, medicina nuclear, hemodiálise, centro de estudos e pesquisas. Segue rigorosas normas de acreditação hospitalar, tanto nacionais quanto internacionais, garantindo a excelência em aspectos como dimensionamento, controle de fluxos e qualidade dos equipamentos.

Além disso, o HELP valoriza a humanização do ambiente por meio da Biofilia e Neuroarquitetura, com jardins internos, iluminação natural e combinação de cores, materiais e texturas que estimulam a cognição e o estresse. A pediatria recebeu uma atenção especial, projetados com base em estudos de neurociência, psicologia e arquitetura, estimulando a cognição e a criatividade das crianças, ao mesmo tempo em que oferecem ambientes lúdicos e terapêuticos.

A regulação do atendimento SUS nos hospitais é um mecanismo importante para garantir que o acesso aos serviços de saúde seja realizado de forma justa e eficiente.

Desde o início de seu funcionamento, em maio de 2023, a unidade de internação do HELP vem beneficiando as crianças de Campina Grande e região, através do atendimento pediátrico SUS, oferecendo serviços de cirurgia e internação.

No sistema de saúde brasileiro, o atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é regido por uma série de normas e diretrizes que visam garantir a igualdade e a eficiência na distribuição dos serviços. No contexto hospitalar, a regulação direciona as internações de acordo com critérios pré-estabelecidos.

O HELP reitera sua política de atendimento, esclarecendo que os casos de internação pelo SUS são realizados exclusivamente por meio de regulação, sendo aplicados a pacientes já internados em outras unidades de média e alta complexidade e que precisam passar por tratamentos que são oferecidos no HELP.

O hospital está comprometido com a excelência na prestação de serviços médicos, priorizando a segurança e a qualidade de atendimento para todos os pacientes.

Edifício inovador e sustentável coloca o HELP como referência na área da saúde. O projeto tem como arquiteta responsável, a diretora da Unifacisa, Carolina Gadelha, e os arquitetos Andreia Cardoso de Oliveira e Eric Roberto dos Santos.

O HELP - Hospital de Ensino e Laboratórios de Pesquisa - localizado em Campina Grande, interior da Paraíba, foi reconhecido internacionalmente pelo seu excepcional projeto arquitetônico e design na categoria profissional. O prêmio destaca o compromisso do hospital em fornecer uma infraestrutura de última geração, combinando tecnologia avançada, sustentabilidade e humanização.

Projetado pelo renomado escritório de arquitetura Contemporânea, e tendo como arquiteta responsável, a diretora da Unifacisa, Carolina Gadelha, e os arquitetos Andreia Cardoso de Oliveira e Eric Roberto dos Santos, o hospital possui 30.000 m2 de área construída, em um programa de necessidades que inclui ambulatórios, internações, pronto atendimento, centro cirúrgico e obstétrico, centro de imagem, UTI, centro de oncologia, medicina nuclear, hemodiálise, centro de estudos e pesquisas.

O prêmio internacional de arquitetura, ADC - ARCHITECTURE & DESIGN COMMUNITY, na categoria de edifícios para a saúde, reconhece não apenas a excelência do projeto, mas também a visão moderna da arquitetura para a saúde. O edifício é considerado um instrumento transformador, capaz de contribuir para os objetivos do hospital em restaurar, acolher e confortar os pacientes.

De acordo com a diretora da Unifacisa e arquiteta responsável pelo projeto, Carolina Gadelha, o hospital abriga equipamentos e soluções de instalações e sistemas prediais de alta tecnologia, muitos deles ainda incomuns no Brasil.

Segundo ela, o projeto adotou recursos de Biofilia e Neuroarquitetura para promover a humanização, incorporando elementos da natureza, como jardins internos e iluminação natural, e combinação de núcleos, materiais e texturas para criar um ambiente terapêutico.

“Estamos muito felizes com esse reconhecimento. O HELP é um hospital que já nasce no futuro. Um edifício com conceito inovador, projetado a partir de uma abordagem de design centrado no ser humano, onde o edifício é pensado sob a perspectiva das pessoas: pacientes, acompanhantes, profissionais da saúde, estudantes e colaboradores. Ele foi elaborado para conectar pessoas que estejam em momentos de fragilidade, ou de muito trabalho e responsabilidade. Um ambiente que favorece o cuidado, a segurança, mas acima de tudo o acolhimento. Um projeto pensado para ser mais que um hospital, um instrumento de amor”, destacou a diretora da Unifacisa e arquiteta responsável pelo projeto, Carolina Gadelha.

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