Docente do curso de Sistemas de Informação da Unifacisa deu dicas que ensinam os usuários a protegerem seus dados e, assim, garantir a segurança em casos de furto do celular durante o São João
Segundo dados levantados pela Polícia Militar da Paraíba, os smartphones apareceram no topo da lista dos itens mais furtados durante o São João de 2023. Durante a mesma época, a delegacia do Parque do Povo chegou a registrar um total de 53 boletins de ocorrência referentes a roubos de celulares em uma única noite. Em meio a esta problemática, a atenção com a proteção de dados é evidenciada já que, atualmente, os portadores destes aparelhos possuem em seus bancos de arquivos alguns documentos pessoais ou aplicativos que detêm o acesso a transações financeiras.
O professor da disciplina de Segurança da Informação e Interconexão de Redes de Computadores, do curso de Sistemas de Informação da Unifacisa, Cleisson Christian L. C. Ramos, explicou que a segurança pode ser invadida antes mesmo de acontecer um furto. Por isso, ele deixou algumas recomendações: “não utilizar redes Wi-Fi públicas, pois existe o risco de um atacante real capturar as credenciais de acesso, bem como outras informações. Evitar clicar em links suspeitos enviados por e-mail, SMS, WhatsApp ou pelo direct das redes sociais. Na dúvida, acesse os sites oficiais para verificar se tal promoção realmente existe. Ao clicar em links suspeitos, o usuário pode baixar um arquivo malicioso que um atacante pode tentar obter acesso às informações do celular da pessoa de forma não autorizada. Não confiar em ligações telefônicas por alguém se passando por um funcionário de um banco ou qualquer outro tipo de instituição. Na dúvida, desligue o telefone e ligue para o seu gerente do banco para confirmar a veracidade daquela ligação, pois na grande maioria das vezes pode ser um golpe”, pontuou.
Além disso, o professor destacou que a utilização de senhas mais elaboradas são essenciais para o acesso aos dispositivos, “bem como biometria, duplo fator de autenticação. Não armazenar credenciais de acesso no próprio aparelho, como senhas de bancos, e-mails e redes sociais”, disse. Uma outra alternativa de proteção muito útil é optar por mecanismos que tragam mais seguranças ao aparelho e que podem ser baixados através da própria loja de aplicativos: “pode-se utilizar ferramentas como antivírus, habilitar MFA (Duplo fator de autenticação) para redes sociais, e-mails, WhatsApp e demais aplicativos que tenham esse tipo de suporte. Manter sempre o sistema operacional e demais aplicativos do celular com as atualizações destes softwares em dia”, enfatizou.
Por fim, Cleisson expôs que quando, infelizmente, houverem roubos é necessário fazer o boletim de ocorrência, bem como sempre ter “anotado o número do IMEI do aparelho, pois é recomendado entrar em contato com a operadora para solicitar o bloqueio do telefone. Trocar todas as senhas de acesso a e-mails, bancos e redes sociais. Se possível, excluir todos os dados armazenados no aparelho de forma remota, caso a pessoa saiba como proceder neste caso”, frisou. Além disso, ele encerrou afirmando que é importante se atentar à quantidade de informações expostas nas redes sociais, já que “determinados tipos de exposição em excesso, pode levar com que uma pessoa maliciosa obtenha essas informações e tente realizar um acesso não autorizado em nome da vítima”, finalizou.
A comunidade acadêmica da Unifacisa se orgulha de anunciar que o neurocirurgião Luiz Severo, coordenador da pós-graduação em Medicina da Dor, presidirá uma importante sessão científica na próxima segunda-feira (10), em São Paulo. O momento será para elaboração de um documento com recomendações a governanças globais que participarão do G20.
O 1º Congresso Internacional de Inovação e Pesquisa em Educação na Saúde (CIIPES) é uma iniciativa da Weill Cornell Medicine-Qatar e da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). A participação do neurocirurgião Luiz Severo se dará com o intuito de abordar o impacto das mudanças climáticas em doenças neurológicas e pacientes com dor crônica, além de discutir com o grupo acerca de temáticas voltadas para o impacto do aquecimento global sobre a vida das populações, acesso à saúde, pobreza, vulnerabilidades, entre outros. Por meio desta sessão, jovens cientistas de diversas áreas da saúde debaterão resultados e estudos sobre os impactos das altas temperaturas na saúde e estratégias que podem ser viabilizadas junto ao encontro de governantes da cúpula.
O grupo científico fará a elaboração de um documento com recomendações das Jovens Lideranças Médicas, da Academia Nacional de Medicina, aos grupos S20 e T20, de cientistas e pensadores de inovação, respectivamente, alinhados ao G20. Este ano, o encontro da cúpula do G20 acontece no mês de novembro, no Rio de Janeiro. O Brasil ocupa a presidência rotativa do grupo. A reunião da cúpula contará com a presença de lideranças dos 19 países membros, além da União Africana e União Europeia. O encontro é o momento em que chefes de Estado e de Governo discutem e apontam caminhos para lidar com desafios globais.
Luiz Severo é neurocirurgião especialista no tratamento avançado da dor crônica; Coordenador do Centro Paraibano de Dor (Cepdor); Coordenador e professor de pós-graduação em Medicina da Dor da Unifacisa e membro do programa de Jovens Lideranças Médicas da Academia Nacional de Medicina.
A participação de Luiz Severo neste evento internacional destaca o compromisso da Unifacisa com a excelência acadêmica e a inovação na área da saúde, reafirmando nossa missão de transformar o mundo pelo exemplo.
Entre 17 e 19 do último mês de maio, a Unifacisa esteve representada no XI Fórum Nacional de Metodologias Ativas de Ensino-Aprendizagem na Formação em Saúde. Sob orientação do professor Josivan Soares, os estudantes do curso de Enfermagem Thayse Mota Alves, Débora Regina Alves Raposo, Joyce Kell Sampaio da Silva, Débora Taynah Oliveira da Silva, Cosme Michael Santos Farias, Sabrina Farias da Silva, Sabrina Karen Alves de Araújo, Iven Maclaud Cordeiro de Sousa Danielle Santiago de Souza, Alex Júnior Vieira Sousa, Maria Luiza Pereira Marques, Gabriel Antônio Alves Gomes, Anne Christine Colaço Lima Fernandes, Danielle Christine Moura dos Santos e José Ivair Motta Filho aprovaram 13 trabalhos para o congresso e obtiveram a premiação de 2° lugar em comunicação oral e 3° Lugar em pôster.
O evento participado pelos alunos compartilhou estratégias e ações adotadas por instituições de Ensino Superior e ocorreu de maneira virtual. O intuito do encontro foi explorar a utilização de metodologias ativas de ensino-aprendizagem nas áreas de saúde, conforme preconizado pelas Diretrizes Curriculares Nacionais, como por exemplo a Biomedicina, Biologia, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Medicina, Nutrição, Psicologia, Serviço Social e entre outras.
A produção dos trabalhos aprovados se deu através do Grupo de Estudo em Trauma, Emergência e Cuidados Críticos (GETECC), vinculado ao curso de Enfermagem da Unifacisa. Débora Raposo foi uma das estudantes envolvidas no processo de escrita e pesquisa. Segundo ela, “desenvolvemos um plano de pesquisa detalhado que incluía a coleta de dados por meio do relato dos alunos que fazem parte do GETECC e estão inseridos nesse contexto, bem como através da revisão detalhada da literatura. Tivemos encontros regulares para discutir o progresso, receber feedbacks e ajustar as abordagens conforme necessário. O professor também nos orientou na escrita dos estudos, garantindo que os trabalhos estivessem alinhados com os padrões acadêmicos exigidos pelo evento. O resultado foi excepcionalmente satisfatório”, declarou.
A graduanda também destacou de que forma a Unifacisa teve contribuição com o destaque científico do grupo no congresso. Para ela, “a Unifacisa desempenhou um papel fundamental na construção e aprovação desses trabalhos. A instituição fornece diariamente todos os recursos necessários para a pesquisa, incluindo acesso a bibliotecas, computadores e estrutura impecável. Além disso, a instituição promove a introdução de uma metodoligia prática e curricularização da extensão, o que sem dúvidas enriqueceu ainda mais nosso conhecimento e embasamento teórico. O apoio institucional também se manifestou através do incentivo à participação em eventos acadêmicos e da disponibilização de orientadores experientes, como o docente Josivan Soares, que nos guiou durante todo o processo de pesquisa”, destacou.
A participação de estudantes em encontros congressos é extremamente importante para o desenvolvimento da pesquisa acadêmica. São em oportunidades assim que os graduandos são instigados à iniciação científica, além aprimorarem muitas outras habilidades. No caso de Débora, ela relatou que o encontro foi muito oportuno já que “agregou imensamente à minha formação. A experiência de pesquisa desenvolveu minhas habilidades de investigação científica, análise crítica e escrita acadêmica. Além disso, o contato com profissionais renomados e a troca de experiências com outros pesquisadores ampliaram meu conhecimento com uma visão mais abrangente das práticas educacionais inovadoras. A apresentação dos trabalhos no evento também fortaleceu minha confiança e competências em comunicação”, pontuou a acadêmica de Enfermagem.
A cultura de incentivo à pesquisa científica é trabalhada diariamente na Unifacisa por meio da coordenação de pesquisa e extensão que, junto ao corpo docente, promove uma educação alinhada à prática. Assim, é comum que os estudantes relatem o incentivo propiciado pela instituição. “Acredito que a Unifacisa me motiva significativamente a seguir no caminho da pesquisa. A instituição não só oferece os recursos e suporte necessários, como também incentiva ativamente a produção científica através de programas de iniciação científica e eventos acadêmicos. A experiência positiva e o reconhecimento que obtive ao participar do evento me inspiram a continuar investindo na pesquisa. Pretendo, sim, seguir nesse caminho, para que consiga aprofundar meus estudos. Continuar na pesquisa me permitirá contribuir de maneira significativa para a evolução de estudos relevantes, bem como na preparação para intervir de maneira eficaz na realidade profissional e social”, concluiu Débora.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa
Pela primeira vez a Paraíba estará sediando o Nordeste ON, um evento que busca fomentar a inovação e o empreendedorismo regional, que acontecerá em João Pessoa nos próximos dias 06 e 07 de junho. Durante a manhã e a tarde desta terça-feira (4), a Unifacisa realizou uma das atividades do pré-evento por meio de um tour na instituição que reuniu 100 empreendedores de diferentes startups do Nordeste.
“A participação da Unifacisa faz parte da missão técnica, onde as caravanas de empreendedorismo transitam em ecossistemas de inovação. A passagem do grupo por aqui se dá com o intuito de todos conhecerem como a nossa instituição faz inovação por meio da educação”, declarou Karina Dias, Coordenadora de Inovação e Carreiras da Unifacisa.
Luis Carlos Alipio é empreendedor no ramo da saúde, em Natal/RN, e comentou sobre suas impressões a respeito do ecossistema Unifacisa: “só a recepção já estava bastante calorosa. A estrutura daqui é incrível e dá para ver que aqui dentro tem vários empreendedores. Os laboratórios de saúde com certeza devem fomentar muitas ideias para as jovens mentes”, disse. Já Isabela Cavalcanti, representante do SEBRAE/RN, destacou que “é muito importante fomentar esse empreendedorismo inovador no setor da educação. A Unifacisa traz a modernidade em questão de ensino e estrutura, e assim ensina aos alunos como desempenhar suas habilidades de maneira transformadora na sociedade. Isso é muito rico e valoroso”, comentou.
Durante os dias de evento, a Unifacisa também estará presente com sua própria caravana de alunos dos cursos de tecnologia, como as graduações em ADS, Jogos Digitais, Design Digital e Sistemas de Informação. O grupo vai apresentar suas ideias e startups já desenvolvidas dentro das salas de aula. O momento será oportuno para gerar networking e prover novas ideias.
A comissão organizadora do processo seletivo de medicina 2024.1 da Unifacisa trouxe à público o resultado das modalidades do vestibular e nota do ENEM para ingresso no curso de medicina da instituição para o primeiro semestre de 2024. As matrículas deverão ser realizadas até amanhã (05/06), de 8h às 18h, conforme edital.
Os aprovados devem acessar o link para realizar a matrícula e efetuar o login. Em seguida, ao entrar na área do candidato, é necessário solicitar a realização da pré-matrícula clicando no botão com o mesmo nome. Após esse procedimento, o candidato será redirecionado para uma nova tela com o objetivo de aceitar os termos do contrato educacional da Unifacisa e fazer o upload dos arquivos de seus documentos necessários à matrícula. Quando o carregamento for concluído, basta clicar em “SALVAR”.
Ao fim deste processo, a matrícula terá sido efetuada e o boleto será encaminhado em um prazo de até 24h.
O período de São João traz diversas oportunidades em diferentes aspectos. Em Campina Grande, as noites de festa no Parque do Povo são oportunas para momentos de descontração e lazer, com shows que garantem muita diversão e dança para os “forrozeiros”.
Segundo Cybelle de Arruda Navarro Silva, profissional de Educação Física e professora do curso de Educação Física da Unifacisa, “o forró envolve o movimento corporal, ritmo, coordenação, além de eventos fisiológicos e psicológicos”, explicou. Cada um desses benefícios garante bem-estar, melhora da auto-estima e da saúde mental, além de proporcionar momentos de sociabilidade e diminuição de quadros de ansiedade.
“A atividade física está entre as melhores opções na busca pela qualidade de vida e o evento festivo junino abraça várias características através da dança e da socialização”, enfatizou a professora sobre o São João ser uma ótima oportunidade de prática da atividade física.
Além disso, a profissional ressaltou a importância de não exagerar nos momentos de descontração para evitar malefícios, como dores ou lesões: “entenda seu limite, faça uma boa alimentação e hidratação antes, durante e após o evento. Em lesões, busque um médico para entender a gravidade e os cuidados necessários”, concluiu.
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Docente do curso de Direito da Unifacisa explicou sobre alguns direitos e deveres do consumidor, bem como prudências para serem adotadas
A época dos festejos juninos é uma das mais tradicionais e aguardadas comemorações para a região do Nordeste brasileiro. Neste período é comum que haja uma grande movimentação monetária por conta das festas em cidades como Campina Grande/PB, terra do Maior São João do Mundo. A celebração dura pouco mais de 30 dias e é responsável por movimentar o setor de serviços, comércio local, gastronomia e hotelaria com os milhares de turistas. Para a edição de 2024, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico estima que mais de quatro mil empregos sejam gerados e que cerca de 600 milhões de reais movimentem a economia da cidade.
Entretanto, em meio a toda a comemoração e agitação econômica, torna-se comum que o preço de alguns produtos sejam superestimados. Segundo Antonio Pedro de Mélo Netto, advogado e professor de Direito Civil da graduação em Direito da Unifacisa, “os preços naturalmente aumentam com o passar do tempo em razão de alguns fatores como festas, aumento de demanda e estiagens. Entretanto, se esse aumento passar do razoável, ele pode se tornar ilegal. Ressalte-se aqui que geralmente a abusividade nos reajustes vai estar vinculado a produtos e serviços essenciais ou aqueles de prestação continuada”, destacou. Em casos de identificação de práticas abusivas, “o consumidor deve fazer uma denúncia ao Procon - Procuradoria de Proteção e Defesa do Consumidor, para averiguação e/ou procurar o judiciário e o Ministério Público. Todos esses órgãos estão à disposição do consumidor para evitar abusividade nas relações de consumo”, elucidou.
Dentro desta realidade são evidenciadas muitas questões sobre quais os direitos e deveres do consumidor, uma vez que, segundo o advogado, a falta de clareza no momento da compra leva ao ruído na comunicação e, consequentemente, resulta em problemas durante e após a compra.“São inúmeros direitos e deveres. Entretanto, podemos focar no dever de informar com clareza para que o consumidor consiga compreender com exatidão aquilo que está adquirindo e as condições. Isto é, a proposta precisa ser clara. O outro ponto é o dever do consumidor em pagar na data e nas condições definidas no acordo”, destacou Antonio. Além disso, no período das festas juninas, outro grande destaque de consumo são os alugueis de imóveis, “mas em relação ao contrato de locação é ainda importante registrar como o imóvel é entregue ao inquilino. Isso precisa ser registrado por um termo de vistoria e no caso de locação por temporada, muito comum no período, deve ser deixado claro os deveres e custos dos serviços”, enfatizou.
Em ocasiões como esta última, infelizmente, ainda é comum o não cumprimento de alguma cláusula do contrato, o que, evidentemente, “pode levar à rescisão do contrato por qualquer uma das partes e ao pagamento de multa, se esta estiver prevista no acordo”, disse o professor. Para evitar desgastes, Antonio faz um alerta ressaltando a importância do “consumidor procurar empresas confiáveis e desconfiarem de promoções com preços muito abaixo do mercado, pois nessas épocas ocorrem muitos golpes. Vale a pena ainda lembrar que o consumidor deve sempre checar as avaliações e se o estabelecimento existe de fato antes de fazer qualquer pagamento e nunca fazer depósitos em nome de pessoa diferente da que você está negociando ou fora das plataformas oficiais”, concluiu.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa
Neste sábado, 25 de maio, o HELP – Hospital de Ensino e Laboratórios de Pesquisa fez história mais uma vez ao inaugurar suas usinas solares fotovoltaicas. De acordo com o Presidente do HELP, Dalton Gadelha, o hospital será o segundo na América Latina a operar com 100% de eletricidade gerada por painéis solares. Este marco é um grande passo para a sustentabilidade e eficiência econômica na área da saúde.
Durante a solenidade, o Presidente do HELP, pontuou o impacto na saúde pública e na gestão hospitalar com a construção da usina.
“O que estamos fazendo é nutrir os hospitais filantrópicos, como é o nosso caso, e sugerir aos políticos e gestores que façam isso nos hospitais públicos do Brasil inteiro, porque é uma economia muito grande que salva vidas, principalmente das crianças. Estamos vivendo uma situação de emergência em saúde pediátrica decretada pelo governo do estado da Paraíba, e assim, estaremos economizando para investir na pediatria e na obstetrícia. O que estamos fazendo aqui é uma grande conquista”, disse.
Ele ainda destacou a importância da equipe, mostrando que a colaboração, o comprometimento e a expertise dos profissionais envolvidos são fundamentais para transformar grandes ideias em realizações concretas. Dalton Gadelha ressaltou que “ter um time extraordinário é essencial para superar desafios e alcançar novos patamares. Poucas empresas na Paraíba podem contar com uma equipe tão dedicada e capacitada quanto a nossa, e é graças a esse esforço coletivo que estamos celebrando conquistas tão significativas”, afirmou.
Um dos coordenadores da equipe de engenharia da Fundação Pedro Américo, Épsilon Honorato, comentou sobre a relevância da usina.
“Essa usina tem importância para o HELP e para a sociedade. Não estamos falando só de uma usina que produz energia, mas de geração de vidas, porque tudo que se transforma em subsídio para o HELP, cada quilowatt que geramos é uma vida que está sendo tratada, uma vida que nasce. Para a sociedade, isso é uma usina para gerar o melhor”, disse.
O prefeito de Boa Vista, André Gomes, destacou a importância deste projeto para a cidade e a contribuição para a saúde pública.
“É uma alegria imensa receber mais um empreendimento de Dalton Gadelha, que tem feito um trabalho voltado para educação, saúde e medicina. É motivo de satisfação ter em nosso município uma usina que irá abastecer o hospital. Boa Vista está recebendo as duas usinas. O HELP, que nasceu grande, agora vai operar com 100% de energia solar. Estamos fazendo parte desse grande empreendimento”, pontuou.
Já o Diretor-presidente da YellowGreen Paraíba, Alberto Fontes, destacou a importância econômica e ambiental do projeto.
“É um investimento de retorno econômico financeiro muito interessante, dado o preço alto de energia no Brasil, sem contar que é uma energia limpa que ajuda o meio ambiente. Energia solar não produz poluição, gás, ruído. Estamos falando em sustentabilidade, é econômico, é limpo, e é um empreendimento amigo do meio ambiente e da natureza”, concluiu.
Segundo Carol Gadelha, diretora de estratégia e inovação da Unifacisa, “é impossível pensar em inovar sem antes pensarmos em como podemos contribuir com o meio em que estamos inseridos”. É partindo de ideais como este que o Ecossistema Unifacisa solidificou-se como uma instituição de impacto social em diversos âmbitos, como na educação, esporte, saúde, cultura e inovação. Na esfera educacional cada aluno tem o incentivo de se desenvolver de maneira completa, principalmente no que diz respeito a projetar e aplicar ações que tragam valor e avanço social para todos os públicos.
Há pouco tempo, um grupo de alunos do curso de Sistemas de Informação, Fábio José Dantas Filho, Renata Cardoso Mantovani, Jessica Vitória Luiz Batista e Evelyn Julia da Silva, criou “uma plataforma inovadora de ensino de programação projetada para ser universalmente acessível e garantir que todos, incluindo pessoas com deficiências visuais e auditivas, possam aprender a codificar. Com o lema ‘a programação é para todos’, ABC se compromete a remover barreiras e criar um ambiente de aprendizado inclusivo”, explicaram.
A iniciativa, que quer dizer Anybody Can Code (Qualquer um Pode Programar), se deu a partir da competência “Programar Web Frontend”, no qual foi direcionado o desenvolvimento de um projeto em HTML e CSS. Inicialmente, o grupo tinha como inspiração seguir plataformas como “Alura” e “Udemy” com foco principalmente em cursos gratuitos da área de desenvolvimento. Entretanto, o professor da competência, Anderson Rodrigues, incentivou os estudantes a buscarem um diferencial para o projeto.
“A tecla de acessibilidade sempre foi debatida em suas aulas. Com isso em mente, decidimos que queríamos desenvolver um website que pudesse abranger o máximo de pessoas possíveis no quesito de aprendizado de linguagens de programação, permitindo que qualquer um que tivesse interesse pela área de desenvolvimento pudesse aprender, sem impedimentos. Para isso, idealizamos, além da gratuidade dos cursos, recursos de acessibilidade para pessoas com deficiências físicas que poderiam ter dificuldade em aprender tais tecnologias de métodos mais tradicionais”, destacaram.
Para iniciar a construção da plataforma, o primeiro passo dado foi a criação do design acessível. “Fábio, foi o principal responsável pela ideação da nossa identidade visual, tendo a responsabilidade de construir cada elemento do zero para garantir que todos os usuários, independentemente de suas limitações, pudessem navegar com facilidade e eficiência. O processo criativo envolveu muita pesquisa e aplicação de princípios de acessibilidade, o que enriqueceu significativamente a nossa experiência e compreensão sobre design inclusivo. Após isso, desenvolvemos cerca de dez telas utilizando HTML e CSS, focando inicialmente na tela inicial do website, tela de login e cadastro, e apresentação dos cursos que futuramente estariam disponíveis na plataforma”, elucidaram.
Os estudantes ressaltaram que a produção foi importante para agregar às carreiras deles de diversas maneiras, começando, por exemplo, pelo aprimoramento das habilidades técnicas com com HTML e CSS, elementos fundamentais da programação web. “Além disso, a experiência expandiu significativamente nossa compreensão e apreciação pelo design inclusivo. Aprendemos sobre a importância de criar tecnologias acessíveis que não apenas atendam às necessidades de todos os usuários, mas que também promovam a inclusão. Essa perspectiva mais ampla sobre como a tecnologia pode e deve ser usada para beneficiar a sociedade como um todo é algo que levaremos conosco ao longo de nossas carreiras profissionais, influenciando as decisões que tomamos e os projetos que escolhemos desenvolver”, concluíram.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa
Após o projeto conquistar aprovação em quatro diferentes editais, os alunos visam ampliar e modernizar ainda mais os atendimentos
O modelo de projetos integradores implementado na Unifacisa provou, mais uma vez, que é um catalisador de grande impacto social e acadêmico. O método põe alunos de todos os cursos para proporem soluções inovadoras em pequenas, médias e grandes corporações. Além disso, dentro deste sistema, é comum que os estudantes também desenvolvam o empreendedorismo por meio da criação de startups. Os estudantes do curso de Sistemas de Informação e Jogos Digitais, Mateus Lima da Cunha, Ivo Cavalcante de Miranda, Yuri Alex Venâncio Pereira, Ayrton Villeneuve Oliveira Tavares, Arthur Alcântara de Andrade e Wânderson Pio da Silva representam o exemplo dos alunos que tendem a seguir a vertente empreendedora. Juntos, o grupo criou a startup Data Health Flow que recebeu aprovação em quatro editais.
A iniciativa foi orientada por professores e tutores de ambos os cursos da Unifacisa e busca trazer avanços de gestão para o âmbito da saúde pública. O foco está na comunicação acessível para diminuir o absenteísmo de pacientes na rede do SUS. “Nosso lema é: ‘a tecnologia existe para melhorar a vida das pessoas’. Não é apenas uma frase de efeito, é uma realidade que buscamos colocar em prática. Nosso intuito é simplificar processos através de um sistema acessível, simples e pensado para ajudar a melhorar o acesso aos serviços da saúde pública das tantas realidades sociais, financeiras e educacionais do país. Somos uma startup com mentes inquietas que gostam de resolver problemas e de ouvir quem deve ser ouvido. O passo primordial para a evolução do projeto foi a orientação do professor, e gerente de projetos, Paulo de Tarso. Foi o seu incentivo e direcionamento técnico que levou a equipe a tirar a ideia do papel e iniciar uma jornada no mundo da inovação e dos negócios”, destacaram.
Através desta premissa, o grupo propõe diversas soluções para viabilizar os atendimentos no setor da saúde. Entre as propostas estão: “Um dos principais pontos é o nosso sistema de gerenciamento de consultas por chat que nos permite oferecer uma comunicação simples, acessível, descomplicada e personalizada de acordo com a realidade de cada município. Com suporte em tempo real realizado pelos profissionais da saúde que utilizam o sistema, respeitamos as regionalidades e especificidades de cada paciente. Além disso, fazemos uso extensivo da IA para auxiliar na comunicação com a população e otimizar processos internos, como a automação de tarefas repetitivas e a análise de dados para insights acionáveis. Outro aspecto crucial é a geração de dashboards em que consolidamos dados e métricas relevantes. Esta ferramenta fornece uma visão panorâmica da realidade a nível de instituição e de município no que diz respeito aos dados da saúde em tempo real”, citaram.
Na procura de oportunidades que gerassem ainda mais aproveitamento, o projeto conquistou quatro aprovações em diferentes editais: 1) o maior evento de inovação e empreendedorismo do Nordeste, o NEON 2024; 2) Impulse Campina powered by InovAtiva que é uma parceria estratégica entre a Prefeitura de Campina Grande, o SEBRAE e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC); 3) 4º edição do Programa de Pré-Aceleração e Incubação de Startups promovido pelo SENAI Paraíba, IEL Paraíba e o SEBRAE Paraíba; 4) Capital Empreendedor. Cada uma das oportunidades será essencial para conectar a startup dos alunos ao ecossistema empreendedor, além de gerar conexões inovadoras por meio das mentorias especializadas e networking com profissionais de todo o Brasil.
A partir das aprovações, os estudantes creem que o objetivo principal é aproveitar todo o conhecimento que será obtido e priorizar a maturidade da Data Health Flow enquanto empresa, além das ocasiões serem oportunas para uma maior preparação para as próximas aplicações em 2025. “As conquistas obtidas para a nossa startup refletem as diferentes capacidades de cada componente da equipe que, juntos, conseguem obter o máximo possível de oportunidades. Transformar uma ideia em um produto, em um negócio, é um diferencial gigantesco na vida profissional de cada um daqueles que compõem a equipe Data Health Flow”, encerraram.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa