O avanço do sedentarismo preocupa especialistas em saúde no Brasil. Segundo a coordenadora do curso de Educação Física da Unifacisa, Conceição Carvalho, a inatividade física tem ampliado o número de doenças crônicas e afetado a saúde mental. O alerta reforça a importância da prática regular de exercícios e da atuação de profissionais qualificados na promoção da saúde.
A redução do movimento diário e o aumento do tempo de tela estão entre os principais fatores associados ao problema. O cenário impacta diferentes sistemas do organismo e exige atenção de instituições de ensino e da sociedade.
“A inatividade física cria um cenário propício para o surgimento de diferentes condições crônicas, porque interfere em mecanismos fundamentais do funcionamento do corpo”, explica.
Sedentarismo e doenças crônicas
A inatividade física interfere em mecanismos essenciais do corpo. Isso favorece o surgimento de diversas condições crônicas.
Entre os principais problemas associados estão:
Impactos na saúde mental e muscular
Os efeitos do sedentarismo vão além do sistema cardiovascular. A saúde mental também é afetada.
Depressão, ansiedade, distúrbios do sono e aumento do estresse estão relacionados à ausência de atividade física. O exercício ajuda a regular neurotransmissores como serotonina, dopamina e endorfina.
A inatividade também favorece a perda de massa muscular e óssea. Isso pode levar a:
Educação Física como estratégia de prevenção
Nesse contexto, a Educação Física ganha destaque como aliada na prevenção de doenças crônicas. O profissional da área atua na elaboração de intervenções seguras e individualizadas.
Segundo a coordenadora, o exercício físico pode ser utilizado como ferramenta terapêutica e de mudança de estilo de vida.
“O profissional de Educação Física transforma recomendações gerais em intervenções seguras, planejadas e individualizadas, utilizando o exercício como uma ferramenta terapêutica e de mudança do estilo de vida”, destaca a coordenadora.
O curso de Educação Física da Unifacisa oferece formação integrada às ciências da saúde. A proposta é preparar profissionais para atuar na promoção da saúde individual e coletiva em diferentes fases da vida
O Centro Universitário Unifacisa disponibiliza 523 vagas por meio do Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) para o semestre 2026.1. As oportunidades contemplam diversos cursos de graduação e seguem as regras estabelecidas pelo Ministério da Educação (MEC).
As vagas abrangem cursos das áreas de saúde, humanas, exatas e tecnologia, ampliando o acesso ao ensino superior para estudantes que desejam ingressar em uma formação de qualidade mesmo diante de limitações financeiras. Entre os destaques desta edição está a oferta de mais de 26 vagas para o curso de Medicina, uma das graduações mais concorridas do país.
Com inicio no primeiro semestre de 2026, o candidato consegue financiamento de até 100% do valor para quem for cadastrado no CadÚnico, conforme as regras do edital do FIES.
Com uma infraestrutura moderna, que inclui laboratórios especializados, clínicas-escola e ambientes de aprendizagem voltados para a prática profissional, a Unifacisa alia teoria e experiência desde os primeiros períodos. O corpo docente é formado por professores qualificados e com forte atuação no mercado, o que contribui para uma formação alinhada às demandas atuais e à empregabilidade.
Confira as vagas por curso e inscreva-se

Requisitos para participação
Cronograma FIES 2026.1
Os interessados devem ficar atentos ao calendário oficial do processo seletivo:
Em um cenário de constantes transformações no ensino superior, marcado por novos perfis de estudantes, desafios emocionais crescentes e relações cada vez mais complexas em sala de aula, repensar práticas pedagógicas tornou-se uma necessidade urgente. É nesse contexto que a Unifacisa promove o Encontro Pedagógico 2026.1, um espaço de diálogo, formação e alinhamento coletivo para professores e coordenadores, preparando a instituição para os desafios do novo semestre.
O evento acontece nos dias 04 e 05 de fevereiro, reunindo o corpo docente em uma programação voltada à formação continuada e ao fortalecimento das práticas educacionais. Com o tema “Desenvolvimento de Competências Socioemocionais e Gestão de Conflitos no Ensino Superior”, o encontro propõe uma reflexão aprofundada sobre o papel das relações humanas no processo de ensino-aprendizagem e no ambiente acadêmico como um todo.
Para Mayra da Silva Cavalcanti, Coordenadora de Integração Pedagógica da Unifacisa, o encontro vai além de uma agenda institucional. “O Encontro Pedagógico é um momento fundamental de diálogo, reflexão e construção coletiva. É nele que fortalecemos vínculos, alinhamos práticas e repensamos nosso papel enquanto educadores”, destaca.
A escolha dos temas reflete demandas cada vez mais presentes no cotidiano da docência. A gestão de conflitos e o desenvolvimento de competências socioemocionais são hoje considerados estratégicos para a promoção de ambientes educacionais mais saudáveis, inclusivos e eficazes. Empatia, escuta, cooperação, autocontrole e respeito às diferenças tornam-se habilidades essenciais não apenas para os estudantes, mas também para os educadores.
Nesse sentido, Mayra explica que cuidar das relações no ambiente acadêmico é parte central do compromisso institucional com a educação integral.
“Ao direcionarmos nosso olhar para o desenvolvimento das competências socioemocionais, reafirmamos o compromisso com uma educação que vai além dos conteúdos. Cuidar das emoções, das relações e do bem-estar é essencial para promover aprendizagens mais significativas e humanas”, afirma.
Programação
Quarta-feira – 04/02
Tema: Gestão de conflitos no ensino superior
Local: Teatro
Horário: 18h às 21h
Quinta-feira – 05/02
Tema: Desenvolvimento de competências socioemocionais
Local: Teatro
Horário: 18h às 21
Inscrições
As inscrições para o Encontro Pedagógico 2026.1 são gratuitas. Professores e coordenadores são convidados a participar ativamente desse momento de escuta, aprendizado e construção coletiva, fundamental para o fortalecimento do semestre 2026.1.
Para conferir a programação completa e garantir a participação, basta acessar o site oficial do evento.
Clique aqui para se inscrever.
A Global Game Jam, maratona internacional de desenvolvimento de jogos, reuniu participantes de outros estados na Unifacisa, em Campina Grande. O evento ocorreu neste mês no campus e aproximou desenvolvedores do curso de Jogos Digitais, que tem alcance nacional.
Entre os participantes está Rodolfo Darsie, de 31 anos, desenvolvedor do Rio de Janeiro. Ele viajou para a Paraíba para participar da Global Game Jam e conhecer a estrutura acadêmica do curso.
Segundo Rodolfo, a decisão foi motivada pela organização do evento e pelas informações sobre a instituição. Ele afirma que a comunicação clara e a receptividade influenciaram diretamente sua escolha.
“Campina Grande me pareceu uma cidade muito legal, e a Unifacisa também chamou bastante atenção pela estrutura e pela forma organizada como ela comunica tudo isso. O convite do professor Daniel Leite me deixou mais tranquilo para vir e me sentir bem recebido”, relatou.
Interesse surgiu durante mentoria
De acordo com o coordenador do curso de Jogos Digitais da Unifacisa, Daniel Leite, o contato com Rodolfo começou durante uma mentoria. Na ocasião, o professor apresentou o curso, as ações acadêmicas e os projetos desenvolvidos pela instituição.
Segundo o coordenador, o interesse do participante surgiu de forma natural, a partir do conhecimento sobre a proposta pedagógica e o mercado de atuação dos egressos.
Formação além da técnica
Durante a imersão no campus, Rodolfo avaliou que o curso integra tecnologia, arte e cultura, com foco nas demandas futuras do mercado. Ele afirma que a formação é estruturada e voltada à atuação profissional.
Daniel Leite destaca que o curso possui alcance nacional e que ex-alunos atuam em diferentes regiões do país, em estúdios e projetos independentes.
“É um dos cursos mais tradicionais do Brasil, com profissionais formados por nós atuando em todo o país”, afirmou.
A presença de participantes de outros estados reforça o alcance nacional do curso de Jogos Digitais da Unifacisa e o papel da Global Game Jam como espaço de formação e troca criativa.
Foi divulgada nesta sexta-feira, 30 de janeiro, a concorrência do Processo Seletivo Unificado de Residência Médica 2026. As provas objetivas acontecem neste domingo, 1º de fevereiro, das 13h às 18h, em Campina Grande. O certame reúne candidatos para programas ofertados pela Fundação Pedro Américo e pelo CESED, com destaque para especialidades de alta procura.
Fundação Pedro Américo
CESED
Data: domingo, 1º de fevereiro de 2026
Horário: 13h às 18h
Local: Centro Universitário Facisa, UNIFACISA
Endereço: Avenida Senador Argemiro de Figueiredo, nº 1901, bairro Itararé, Campina Grande, PB
Os candidatos devem chegar com pelo menos 60 minutos de antecedência. É obrigatória a apresentação de documento oficial com foto e caneta esferográfica transparente, com tinta azul ou preta.
É proibido portar celulares, relógios digitais, calculadoras, fones de ouvido, tablets ou qualquer dispositivo eletrônico. Mesmo desligados, os aparelhos levam à eliminação. Os pertences devem ser guardados em embalagens plásticas fornecidas pela organização e mantidos no piso ao lado da carteira.
Candidatos que solicitaram tempo adicional, com comprovação, poderão ter prorrogação de até uma hora, conforme a Lei nº 13.146 de 2015.
A organização recomenda atenção às orientações do edital e planejamento prévio para evitar imprevistos no dia da prova.
O mercado jurídico brasileiro passa por mudanças impulsionadas pela tecnologia, novas exigências corporativas e maior consciência social. Diante desse cenário, a Unifacisa vem atualizando o curso de Direito para alinhar a formação acadêmica às demandas atuais da profissão.
As mudanças incluem a integração de novas áreas do Direito à matriz curricular tradicional. O objetivo é preparar os estudantes para atuar em frentes emergentes do mercado jurídico.
Formação alinhada às novas demandas
Segundo o coordenador do curso de Direito da Unifacisa, Arthur da Gama, a adaptação vai além da criação de disciplinas isoladas. A proposta é integrar conteúdos contemporâneos à formação jurídica desde os primeiros períodos.
Entre os temas incorporados ao curso estão:
Segundo o coordenador, a atualização constante da matriz curricular permite que esses conteúdos dialoguem com as disciplinas tradicionais, ajudando o estudante a compreender como essas novas áreas se aplicam no dia a dia da profissão.
Metodologias ativas e prática desde o início
Outro eixo da reformulação é o uso de metodologias ativas de ensino. O estudante passa a ter contato precoce com situações práticas do cotidiano jurídico.
“O estudante vivencia, desde cedo, situações práticas do exercício jurídico, desenvolvendo habilidades como tomada de decisão, organização de projetos, trabalho em equipe e uso de ferramentas de gestão, competências cada vez mais exigidas no mercado”, explica Arthur da Gama.
Aproximação com o mercado jurídico
Além das aulas, o curso mantém contato direto com o mercado por meio de eventos, palestras, projetos de extensão e atividades práticas. A proposta é aproximar os alunos da realidade da advocacia, do setor público e do ambiente corporativo.

O médico Wesllen de Andrade André foi aprovado na Residência em Clínica Médica da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), uma das mais concorridas da região. O resultado foi divulgado nesta semana e marca um momento decisivo de sua trajetória acadêmica, construída ao longo da graduação no Centro Universitário Unifacisa, em Campina Grande.
A conquista representa anos de dedicação aos estudos, participação ativa na vida acadêmica e envolvimento com a prática médica. Wesllen relata que a aprovação teve um significado especial, comparável ao ingresso no curso de Medicina.
“Essa aprovação foi algo que me marcou muito, foi algo muito feliz na minha trajetória acadêmica. Quando eu vi o nome na lista, realmente foi algo memorável, foi algo como se eu tivesse a mesma sensação de quando eu fui aprovado em Medicina aqui na Unifacisa”, afirmou.
Influência familiar e decisão profissional
O interesse pela Medicina surgiu ainda antes da graduação, influenciado por vivências pessoais e familiares. Wesllen relata que problemas de saúde enfrentados por familiares foram determinantes nesse processo.

“Na semana do vestibular da Unifacisa, meu pai teve um problema de saúde e precisou de atendimento. Ele ficou um tempo internado e, ao acompanhar o dia a dia do hospital e a dedicação em ajudar as pessoas, isso foi algo que me encantou”, ressaltou.
Ele também cita a influência do pai, bombeiro militar, como fator importante na escolha profissional.
“Meu pai é bombeiro militar e mexe com isso de salvar vidas. Então é algo que me encantou e fez a minha vida realmente escolher isso enquanto profissão”, afirmou.
Formação acadêmica e postura ativa
Durante a graduação na Unifacisa, Wesllen participou de atividades científicas, apresentações de trabalhos e projetos acadêmicos. Para ele, a estrutura da instituição foi fundamental, mas sempre aliada ao esforço individual.
“A instituição é importante, a estrutura faz a diferença, mas você enquanto aluno não pode estar de forma passiva esperando que o conhecimento chegue até você. Você tem que ter uma formação ativa”, disse.
Ele reforça que o estudante precisa assumir protagonismo no próprio aprendizado.
“Eu não posso ficar sentado esperando que o conhecimento chegue até mim. Eu preciso estudar, procurar o máximo, aprender o máximo com os professores e professoras”, completou.

Pandemia, internato e amadurecimento
A trajetória acadêmica foi atravessada pelos desafios da pandemia da Covid-19. Wesllen relembra o período como difícil, mas marcante.
“Todo mundo ainda estava de máscara, estudando em meio à Covid-19. Teve dificuldades, mas foi tudo muito marcante. Eu fui muito feliz na Unifacisa.”, recordou.
O internato foi decisivo para confirmar a escolha profissional.
“O internato foi algo que realmente me mostrou o que é a Medicina na forma prática, na forma ativa, nos últimos dois anos. Foi ali que eu tive certeza de que é isso que eu queria para a minha vida”, afirmou.
Relação com a Unifacisa e impacto social

Para Wesllen, a Unifacisa representa mais do que estrutura física. Ele destaca o papel do corpo docente e dos projetos de extensão na formação médica.
“A Unifacisa não é só estrutura. A estrutura é impecável, não podemos reclamar de nada, mas a Unifacisa também é composta pelas pessoas, pelo corpo docente, pelos projetos sociais”, disse.
Entre essas experiências, ele cita projetos de humanização e contato direto com a população.
“Projetos como o Alegria do Plantão nos colocam em contato com a população de Campina Grande e região. Tive contato com várias crianças, o atendimento SUS do Hospital HELP. Isso prepara a gente no caráter educacional e social”, pontuou.
Gratidão e poder transformador da educação
Ao final da graduação, o sentimento predominante é de gratidão.

Wesllen afirma que o Centro Universitário Unifacisa foi, durante anos, o espaço onde mais viveu experiências marcantes.
“O Centro de Estudos Lucas Alves, da Unifacisa, foi a minha casa. Passei mais tempo ali do que em qualquer outro lugar. Hoje, quando entrei novamente aqui, passou um filme de tudo o que vivi estudando, muitas vezes sem saber se era dia ou noite, se fazia sol ou chuva, acompanhado por um sentimento de dever cumprido, a certeza de que todo esforço valeu a pena”, relatou.
Ele reforça que o esforço dedicado aos estudos valeu a pena.
“O conhecimento ninguém pode tirar da gente. Estrutura física pode se perder, mas o conhecimento ninguém rouba”, afirmou.
Para o médico, a educação tem impacto direto na transformação social.
“A educação transforma vidas. A educação de uma pessoa pode transformar a vida de todas aquelas pessoas que estão ao redor”, finalizou.
A Revista TEMA – Revista Eletrônica de Ciências, periódico científico mantido pelo Centro Universitário Unifacisa, alcançou a classificação Qualis A3 no sistema de avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), um dos mais importantes indicadores de qualidade e reconhecimento da produção científica no Brasil.
Criada em 2008, a Revista TEMA acumula 20 edições publicadas e mantém uma média de aproximadamente 20 artigos científicos por ano. A revista é voltada à divulgação de pesquisas inéditas nas áreas de Ciências Humanas, Sociais, Tecnológicas e da Saúde, aceitando trabalhos em português, inglês e espanhol.
Outro diferencial da TEMA é o compromisso com a democratização do acesso ao conhecimento científico: não há cobrança de taxas de submissão ou publicação, o que amplia as oportunidades de divulgação científica para pesquisadores, docentes e estudantes.
A avaliação Qualis é realizada periodicamente pela CAPES e classifica os periódicos científicos de acordo com critérios como relevância acadêmica, rigor editorial, impacto e qualidade da avaliação por pares. Os estratos vão de A1 (mais elevado) até C, sendo o A3 considerado um nível de excelência nacional consolidado, refletindo a maturidade editorial e científica da revista em suas áreas de atuação.
Reconhecimento institucional e compromisso científico
Para a editora-chefe da Revista TEMA, Tharcia Kiara de Oliveira Cruz, a nova classificação reafirma o papel estratégico do periódico no cenário acadêmico nacional: “A Revista tem se destacado como um instrumento de fortalecimento da produção científica nacional, promovendo o diálogo entre pesquisadores, estudantes e profissionais. Seguimos ampliando nossos indexadores, aprimorando a qualidade editorial e estimulando a cultura da pesquisa nas ciências da saúde, engenharias, humanas e tecnológicas. Convidamos a comunidade acadêmica a submeter seus trabalhos e a integrar conosco esse projeto em ascensão.”
Importância para a comunidade acadêmica
A Revista TEMA exerce um papel estratégico na formação científica institucional, sendo utilizada como:
Para pesquisadores, professores e estudantes, publicar em um periódico com Qualis A3 significa ampliar a visibilidade acadêmica, fortalecer currículos e contribuir de forma qualificada para a produção científica nacional. A classificação também impacta diretamente programas de pós-graduação, editais de fomento, seleções acadêmicas e progressões na carreira docente, já que a pontuação das publicações está vinculada à qualidade dos periódicos.
Submissão de artigos
A submissão de trabalhos para a Revista TEMA é gratuita e disponível no site oficial: revistatema.unifacisa.edu.br.
Acesse a Revista TEMA (clicando aqui) e confira as publicações e normas para submissão.
A Unifacisa torna público o edital de solicitação de vagas para o Curso de Medicina no 1º semestre de 2026, destinadas às modalidades de Transferência de Instituição de Ensino Superior, Ingresso como Graduado na Área de Saúde e Mudança de Curso na Área de Saúde da Unifacisa.
As vagas são oriundas de ociosidades acadêmicas e estão distribuídas da seguinte forma: 6 vagas para Transferência, 3 para Graduados e 3 para Mudança de Curso. O processo seletivo é específico para cada modalidade e não aceita candidatos oriundos de instituições estrangeiras, nem ingresso via PROUNI ou PROBEM.
As inscrições devem ser realizadas exclusivamente online, no período de 9 de dezembro de 2025 a 13 de janeiro de 2026, por meio do site da Unifacisa. A documentação exigida deverá ser anexada após a inscrição, conforme orientações do edital.
Acesse o edital clicando aqui.
O avanço da obesidade no Brasil tem ampliado a demanda por médicos especializados em Nutrologia. Dados recentes indicam crescimento acelerado do problema e impacto direto no sistema de saúde.
Segundo o Atlas Mundial da Obesidade 2025, divulgado pela Federação Mundial da Obesidade, 68% dos brasileiros apresentam excesso de peso. Desse total, 37% têm sobrepeso e 31% obesidade.
O estudo aponta ainda que entre 40% e 50% dos adultos não praticam atividade física na frequência recomendada. Esse fator contribui para o agravamento do cenário.
As projeções preocupam. Até 2030, a obesidade pode crescer 33,4% entre os homens e 46,2% entre as mulheres no país.
Impacto na saúde pública
Em escala global, mais de 1 bilhão de pessoas vivem com obesidade. A estimativa é que esse número ultrapasse 1,5 bilhão até o fim da década.
No Brasil, em 2021, foram registradas cerca de 60,9 mil mortes associadas a doenças crônicas relacionadas ao excesso de peso, como diabetes tipo 2 e AVC.
Especialistas alertam que a obesidade não está ligada apenas a escolhas individuais. Fatores sociais, ambientais e estruturais influenciam diretamente o comportamento alimentar e a saúde da população.
Nova pós-graduação em Nutrologia
Diante desse cenário, a Unifacisa lançou uma pós-graduação em Nutrologia, voltada à capacitação médica para enfrentar a obesidade de forma ampla.
O coordenador do curso, Diego Moraes de Moura, afirma que a formação prepara o profissional para atuar além do consultório.
Segundo ele, o curso aborda a obesidade como um problema populacional, relacionado a políticas públicas, ambiente alimentar e determinantes sociais da saúde.
“O aluno sai capacitado não só para conduzir o tratamento clínico individual, mas para atuar como um profissional que compreende a dinâmica populacional da doença, participa de programas coletivos e contribui tecnicamente para decisões institucionais", afirmou.
Formação técnica e atuação ampliada
A pós-graduação inclui conteúdos como:
O curso também trabalha a adaptação do tratamento à realidade social do paciente, considerando renda, acesso a alimentos saudáveis e condições urbanas.
Com o aumento previsto dos casos de obesidade e seus efeitos no sistema de saúde, a formação de especialistas em Nutrologia é vista como estratégica para ampliar a prevenção e melhorar a qualidade de vida da população.