Foi divulgada nesta sexta-feira, 30 de janeiro, a concorrência do Processo Seletivo Unificado de Residência Médica 2026. As provas objetivas acontecem neste domingo, 1º de fevereiro, das 13h às 18h, em Campina Grande. O certame reúne candidatos para programas ofertados pela Fundação Pedro Américo e pelo CESED, com destaque para especialidades de alta procura.
Fundação Pedro Américo
CESED
Data: domingo, 1º de fevereiro de 2026
Horário: 13h às 18h
Local: Centro Universitário Facisa, UNIFACISA
Endereço: Avenida Senador Argemiro de Figueiredo, nº 1901, bairro Itararé, Campina Grande, PB
Os candidatos devem chegar com pelo menos 60 minutos de antecedência. É obrigatória a apresentação de documento oficial com foto e caneta esferográfica transparente, com tinta azul ou preta.
É proibido portar celulares, relógios digitais, calculadoras, fones de ouvido, tablets ou qualquer dispositivo eletrônico. Mesmo desligados, os aparelhos levam à eliminação. Os pertences devem ser guardados em embalagens plásticas fornecidas pela organização e mantidos no piso ao lado da carteira.
Candidatos que solicitaram tempo adicional, com comprovação, poderão ter prorrogação de até uma hora, conforme a Lei nº 13.146 de 2015.
A organização recomenda atenção às orientações do edital e planejamento prévio para evitar imprevistos no dia da prova.
O mercado jurídico brasileiro passa por mudanças impulsionadas pela tecnologia, novas exigências corporativas e maior consciência social. Diante desse cenário, a Unifacisa vem atualizando o curso de Direito para alinhar a formação acadêmica às demandas atuais da profissão.
As mudanças incluem a integração de novas áreas do Direito à matriz curricular tradicional. O objetivo é preparar os estudantes para atuar em frentes emergentes do mercado jurídico.
Formação alinhada às novas demandas
Segundo o coordenador do curso de Direito da Unifacisa, Arthur da Gama, a adaptação vai além da criação de disciplinas isoladas. A proposta é integrar conteúdos contemporâneos à formação jurídica desde os primeiros períodos.
Entre os temas incorporados ao curso estão:
Segundo o coordenador, a atualização constante da matriz curricular permite que esses conteúdos dialoguem com as disciplinas tradicionais, ajudando o estudante a compreender como essas novas áreas se aplicam no dia a dia da profissão.
Metodologias ativas e prática desde o início
Outro eixo da reformulação é o uso de metodologias ativas de ensino. O estudante passa a ter contato precoce com situações práticas do cotidiano jurídico.
“O estudante vivencia, desde cedo, situações práticas do exercício jurídico, desenvolvendo habilidades como tomada de decisão, organização de projetos, trabalho em equipe e uso de ferramentas de gestão, competências cada vez mais exigidas no mercado”, explica Arthur da Gama.
Aproximação com o mercado jurídico
Além das aulas, o curso mantém contato direto com o mercado por meio de eventos, palestras, projetos de extensão e atividades práticas. A proposta é aproximar os alunos da realidade da advocacia, do setor público e do ambiente corporativo.

O médico Wesllen de Andrade André foi aprovado na Residência em Clínica Médica da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), uma das mais concorridas da região. O resultado foi divulgado nesta semana e marca um momento decisivo de sua trajetória acadêmica, construída ao longo da graduação no Centro Universitário Unifacisa, em Campina Grande.
A conquista representa anos de dedicação aos estudos, participação ativa na vida acadêmica e envolvimento com a prática médica. Wesllen relata que a aprovação teve um significado especial, comparável ao ingresso no curso de Medicina.
“Essa aprovação foi algo que me marcou muito, foi algo muito feliz na minha trajetória acadêmica. Quando eu vi o nome na lista, realmente foi algo memorável, foi algo como se eu tivesse a mesma sensação de quando eu fui aprovado em Medicina aqui na Unifacisa”, afirmou.
Influência familiar e decisão profissional
O interesse pela Medicina surgiu ainda antes da graduação, influenciado por vivências pessoais e familiares. Wesllen relata que problemas de saúde enfrentados por familiares foram determinantes nesse processo.

“Na semana do vestibular da Unifacisa, meu pai teve um problema de saúde e precisou de atendimento. Ele ficou um tempo internado e, ao acompanhar o dia a dia do hospital e a dedicação em ajudar as pessoas, isso foi algo que me encantou”, ressaltou.
Ele também cita a influência do pai, bombeiro militar, como fator importante na escolha profissional.
“Meu pai é bombeiro militar e mexe com isso de salvar vidas. Então é algo que me encantou e fez a minha vida realmente escolher isso enquanto profissão”, afirmou.
Formação acadêmica e postura ativa
Durante a graduação na Unifacisa, Wesllen participou de atividades científicas, apresentações de trabalhos e projetos acadêmicos. Para ele, a estrutura da instituição foi fundamental, mas sempre aliada ao esforço individual.
“A instituição é importante, a estrutura faz a diferença, mas você enquanto aluno não pode estar de forma passiva esperando que o conhecimento chegue até você. Você tem que ter uma formação ativa”, disse.
Ele reforça que o estudante precisa assumir protagonismo no próprio aprendizado.
“Eu não posso ficar sentado esperando que o conhecimento chegue até mim. Eu preciso estudar, procurar o máximo, aprender o máximo com os professores e professoras”, completou.

Pandemia, internato e amadurecimento
A trajetória acadêmica foi atravessada pelos desafios da pandemia da Covid-19. Wesllen relembra o período como difícil, mas marcante.
“Todo mundo ainda estava de máscara, estudando em meio à Covid-19. Teve dificuldades, mas foi tudo muito marcante. Eu fui muito feliz na Unifacisa.”, recordou.
O internato foi decisivo para confirmar a escolha profissional.
“O internato foi algo que realmente me mostrou o que é a Medicina na forma prática, na forma ativa, nos últimos dois anos. Foi ali que eu tive certeza de que é isso que eu queria para a minha vida”, afirmou.
Relação com a Unifacisa e impacto social

Para Wesllen, a Unifacisa representa mais do que estrutura física. Ele destaca o papel do corpo docente e dos projetos de extensão na formação médica.
“A Unifacisa não é só estrutura. A estrutura é impecável, não podemos reclamar de nada, mas a Unifacisa também é composta pelas pessoas, pelo corpo docente, pelos projetos sociais”, disse.
Entre essas experiências, ele cita projetos de humanização e contato direto com a população.
“Projetos como o Alegria do Plantão nos colocam em contato com a população de Campina Grande e região. Tive contato com várias crianças, o atendimento SUS do Hospital HELP. Isso prepara a gente no caráter educacional e social”, pontuou.
Gratidão e poder transformador da educação
Ao final da graduação, o sentimento predominante é de gratidão.

Wesllen afirma que o Centro Universitário Unifacisa foi, durante anos, o espaço onde mais viveu experiências marcantes.
“O Centro de Estudos Lucas Alves, da Unifacisa, foi a minha casa. Passei mais tempo ali do que em qualquer outro lugar. Hoje, quando entrei novamente aqui, passou um filme de tudo o que vivi estudando, muitas vezes sem saber se era dia ou noite, se fazia sol ou chuva, acompanhado por um sentimento de dever cumprido, a certeza de que todo esforço valeu a pena”, relatou.
Ele reforça que o esforço dedicado aos estudos valeu a pena.
“O conhecimento ninguém pode tirar da gente. Estrutura física pode se perder, mas o conhecimento ninguém rouba”, afirmou.
Para o médico, a educação tem impacto direto na transformação social.
“A educação transforma vidas. A educação de uma pessoa pode transformar a vida de todas aquelas pessoas que estão ao redor”, finalizou.
A Revista TEMA – Revista Eletrônica de Ciências, periódico científico mantido pelo Centro Universitário Unifacisa, alcançou a classificação Qualis A3 no sistema de avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), um dos mais importantes indicadores de qualidade e reconhecimento da produção científica no Brasil.
Criada em 2008, a Revista TEMA acumula 20 edições publicadas e mantém uma média de aproximadamente 20 artigos científicos por ano. A revista é voltada à divulgação de pesquisas inéditas nas áreas de Ciências Humanas, Sociais, Tecnológicas e da Saúde, aceitando trabalhos em português, inglês e espanhol.
Outro diferencial da TEMA é o compromisso com a democratização do acesso ao conhecimento científico: não há cobrança de taxas de submissão ou publicação, o que amplia as oportunidades de divulgação científica para pesquisadores, docentes e estudantes.
A avaliação Qualis é realizada periodicamente pela CAPES e classifica os periódicos científicos de acordo com critérios como relevância acadêmica, rigor editorial, impacto e qualidade da avaliação por pares. Os estratos vão de A1 (mais elevado) até C, sendo o A3 considerado um nível de excelência nacional consolidado, refletindo a maturidade editorial e científica da revista em suas áreas de atuação.
Reconhecimento institucional e compromisso científico
Para a editora-chefe da Revista TEMA, Tharcia Kiara de Oliveira Cruz, a nova classificação reafirma o papel estratégico do periódico no cenário acadêmico nacional: “A Revista tem se destacado como um instrumento de fortalecimento da produção científica nacional, promovendo o diálogo entre pesquisadores, estudantes e profissionais. Seguimos ampliando nossos indexadores, aprimorando a qualidade editorial e estimulando a cultura da pesquisa nas ciências da saúde, engenharias, humanas e tecnológicas. Convidamos a comunidade acadêmica a submeter seus trabalhos e a integrar conosco esse projeto em ascensão.”
Importância para a comunidade acadêmica
A Revista TEMA exerce um papel estratégico na formação científica institucional, sendo utilizada como:
Para pesquisadores, professores e estudantes, publicar em um periódico com Qualis A3 significa ampliar a visibilidade acadêmica, fortalecer currículos e contribuir de forma qualificada para a produção científica nacional. A classificação também impacta diretamente programas de pós-graduação, editais de fomento, seleções acadêmicas e progressões na carreira docente, já que a pontuação das publicações está vinculada à qualidade dos periódicos.
Submissão de artigos
A submissão de trabalhos para a Revista TEMA é gratuita e disponível no site oficial: revistatema.unifacisa.edu.br.
Acesse a Revista TEMA (clicando aqui) e confira as publicações e normas para submissão.
A Unifacisa divulgou nesta segunda-feira, 26 de janeiro, o edital para o Programa de Fellowship em Oftalmologia. A iniciativa oferece quatro vagas para médicos e terá início em 2 de março de 2026, em Campina Grande, na Paraíba
O programa é voltado a profissionais que desejam aprofundar a formação em áreas específicas da oftalmologia. As atividades serão presenciais e seguem critérios definidos em edital oficial.
Inscrições e seleção
As inscrições custam R$ 450. O prazo começa às 13h do dia 28 de janeiro e segue até as 18h do dia 6 de fevereiro.
O processo seletivo será composto por entrevistas presenciais. A etapa está prevista para o dia 10 de fevereiro.
Áreas de formação
O Fellowship em Oftalmologia contempla as seguintes áreas de atuação:
Cada área possui critérios próprios de seleção e carga horária específica, detalhados no edital.
Edital e informações
As informações completas sobre estrutura do programa, requisitos e cronograma estão disponíveis no edital oficial, divulgado pela instituição.
Acesse o edital clicando aqui.
Serviço
Inscrições: 28 de janeiro a 6 de fevereiro
Entrevistas: 10 de fevereiro
Início do programa: 2 de março de 2026
Local: Campina Grande, PB
As inscrições do Programa Universidade para Todos (Prouni) 2026.1 estão abertas e oferecem 129 bolsas integrais na Unifacisa. A seleção é feita com base nas notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e ocorre exclusivamente pela internet, no portal do Ministério da Educação (MEC).
Como se inscrever
As inscrições seguem até 29 de janeiro de 2026, às 23h59, no horário de Brasília. O cadastro é gratuito e deve ser feito no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior.
Quem pode participar
A participação é gratuita e deve ser feita exclusivamente pela internet, por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, mantido pelo Ministério da Educação (MEC).
Podem se inscrever candidatos que:
Critérios de seleção
A classificação considera o desempenho no Enem, conforme regras do edital do Prouni. O processo tem duas chamadas sucessivas.
Cronograma
Inscrições
• 26/01/2026 a 29/01/2026 (até 23h59)
Resultados (Chamadas Regulares)
• 1ª chamada: 03/02/2026
• 2ª chamada: 02/03/2026
Entrega de documentação nas IES
• 1ª chamada: 03/02/2026 a 13/02/2026
• 2ª chamada: 02/03/2026 a 13/03/2026
Lista de espera
• Manifestação de interesse: 25/03/2026 e 26/03/2026
• Divulgação da lista: 31/03/2026
• Entrega de documentação: 31/03/2026 a 10/04/2026
Com a divulgação do resultado do Exame Nacional do Ensino Médio, o Enem 2025, estudantes de todo o país já podem usar a nota para ingressar no ensino superior. O exame permite concorrer a vagas em universidades públicas e privadas, por meio de programas federais ou processos seletivos próprios das instituições.
A nota do Enem é utilizada em sistemas como Sisu, ProUni e Fies. Também pode ser aproveitada diretamente em faculdades e centros universitários. O objetivo é ampliar o acesso e reduzir a necessidade de novas provas.
Principais formas de ingresso com o Enem
Após a divulgação do resultado, o candidato deve avaliar prazos, critérios e perfil de cada modalidade. Veja as principais opções.
Sisu
Sistema do governo federal que seleciona estudantes para universidades públicas. A classificação é feita com base na nota do Enem.
ProUni
Programa que concede bolsas integrais ou parciais em instituições privadas. A participação depende da renda familiar e da pontuação mínima no exame.
Fies
Financiamento estudantil que permite cursar a graduação e pagar após a conclusão do curso, conforme regras do programa.
Ingresso direto em instituições privadas
Faculdades e centros universitários utilizam a nota do Enem como forma de entrada, sem prova adicional. O modelo oferece mais flexibilidade e prazos próprios.
Ingresso direto via Enem amplia oportunidades
Cada vez mais instituições adotam o Enem como porta de entrada. O formato beneficia quem busca agilidade ou perdeu prazos de programas federais.
Na Unifacisa, a nota do Enem 2025 pode ser usada para ingresso em cursos de graduação. Acesse o site e confira tudo aqui.
O que o estudante deve fazer agora
Com o resultado em mãos, a orientação é acompanhar os calendários oficiais, verificar notas de corte e analisar as opções disponíveis. A escolha do caminho deve considerar o curso desejado, a instituição e a forma de ingresso mais adequada ao perfil do candidato.
A egressa do curso de Psicologia da Unifacisa, Marianna da Silva Nascimento, foi aprovada no Mestrado em Psicologia da Saúde da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). O resultado foi divulgado em 2025 e marca o início de uma nova etapa acadêmica. A aprovação ocorreu na linha de pesquisa Trabalho, Saúde e Subjetividade, após processo seletivo com prova teórica e arguição de projeto.
Trajetória acadêmica
Durante a graduação, Marianna desenvolveu interesse por áreas específicas da Psicologia. O foco se consolidou no último ano do curso, com a escolha da Psicologia do Trabalho e das Organizações como tema do Trabalho de Conclusão de Curso.
Nesse período, ela também atuou como monitora no estágio básico da disciplina, ampliando a experiência acadêmica e prática.
Processo seletivo
A decisão de concorrer ao mestrado ocorreu com incentivo da professora e orientadora Valéria Morais. Mesmo conciliando a preparação com o último período da graduação, ela mapeou o edital, organizou os estudos e foi aprovada na prova teórica, avançando para a etapa de arguição do projeto. “Fiquei apreensiva, mas recebi um conselho que me marcou muito: ‘Apenas se aproprie do seu projeto e vai dar certo’. E deu”, conta.
Após a aprovação na prova escrita, Marianna avançou para a etapa final e conquistou a vaga.
Importância da aprovação
Segundo a estudante, o ingresso no mestrado representa a continuidade da formação científica em uma área de interesse construída ao longo da graduação. A pesquisa será desenvolvida no campo da Psicologia da Saúde, com foco nas relações entre trabalho, subjetividade e saúde.
Marianna destacou a contribuição da Unifacisa em sua trajetória acadêmica. O ingresso no curso de Psicologia ocorreu por meio do Probem, programa de bolsas da instituição.
“Sou muito grata à Unifacisa por essa parceria em receber alunos bolsistas, por oferecer um ambiente estruturado e professores extremamente capacitados e inspiradores. Essa conquista também é nossa”, conclui.
Com pesar, a Unifacisa e o Hospital HELP lamentam o falecimento da médica Giovanna Barreto Alves, professora da instituição e profissional atuante no ambulatório SUS do Hospital HELP.
Giovanna deixa uma contribuição marcante para a formação acadêmica e para a assistência em saúde, sendo lembrada pelo compromisso, pela dedicação e pela humanidade no cuidado com os pacientes e no exercício da docência.
Nos solidarizamos com familiares, amigos, colegas, estudantes e todos que tiveram o privilégio de conviver com ela, desejando força e conforto neste momento de profunda dor.
O velório será realizado neste domingo (4), no Parque da Paz, em Campina Grande.

As doenças cardiovasculares continuam liderando as causas de morte no Brasil. Em 2020, mais de 109 mil pessoas morreram por infarto agudo do miocárdio, segundo dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade. Estudos indicam que até 80 por cento desses óbitos poderiam ser evitados com mudanças no estilo de vida, especialmente com atividade física regular.
A combinação de números elevados e alto potencial de prevenção tem ampliado o papel da Medicina do Exercício e do Esporte. A área cresce por oferecer avaliação clínica detalhada e prescrição segura de exercícios para pessoas saudáveis e pacientes com risco cardiovascular.
Por que a atividade física é decisiva para o coração
A prática de exercícios comprovadamente reduz pressão arterial, melhora circulação, controla colesterol e glicemia e diminui inflamação sistêmica. Esses fatores estão ligados ao desenvolvimento e agravamento das cardiopatias.
O médico do esporte Diogo Vilar, coordenador da pós-graduação em Medicina do Exercício e do Esporte da Unifacisa, explica que pessoas com doenças cardiovasculares podem e devem se exercitar, desde que com orientação adequada.
“O exercício é uma intervenção poderosa. Ele precisa ser prescrito com responsabilidade, porque cada paciente tem limites, riscos e possibilidades diferentes. É essa análise detalhada que determina o caminho mais seguro e eficaz para melhorar a saúde cardiovascular”, explica.
Avaliação individual e segurança no tratamento
A Medicina do Exercício trabalha com análise clínica antes da prescrição. O médico avalia histórico familiar, condições como hipertensão, obesidade e diabetes e o nível atual de condicionamento do paciente. A partir dessa avaliação, define intensidade, volume e tipo de exercício seguro para cada pessoa.
O coração é um músculo, lembra o médico. Ele responde ao estímulo adequado, mas exige acompanhamento especializado, principalmente para quem já tem diagnóstico cardiovascular ou fatores de risco.
Atuação integrada amplia resultados
O cuidado envolve equipe multidisciplinar. O médico do esporte atua ao lado de cardiologistas, fisioterapeutas e educadores físicos. O objetivo é acompanhar a evolução clínica, ajustar a prescrição e garantir segurança durante todo o processo.
Essa integração tem ganhado importância diante do crescimento das doenças crônicas e do sedentarismo no país.
Cenário nacional exige atenção
Mesmo com avanços na área da saúde, as doenças cardiovasculares seguem no topo das estatísticas. O envelhecimento da população, o aumento da obesidade e o estilo de vida sedentário tornam o problema ainda mais complexo.
A ampliação da Medicina do Exercício surge como resposta a essa realidade. O acompanhamento especializado ajuda a transformar hábitos, reduzir riscos e melhorar a qualidade de vida de diferentes grupos.
Exercício como ferramenta terapêutica
Pesquisas confirmam que a atividade física regular é um dos pilares mais eficazes na prevenção e no tratamento das doenças do coração. Quando usada de forma segura e orientada, tem potencial para reduzir mortes evitáveis e melhorar a saúde de milhões de brasileiros.
O desafio, segundo especialistas, é garantir que mais pessoas tenham acesso à orientação profissional correta e compreendam o exercício como parte essencial do cuidado com o coração.