A trajetória acadêmica de Rafael Lucena é um exemplo de dedicação e inspiração. Egresso do curso de Psicologia da Unifacisa, ele foi aprovado no programa de mestrado da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), um dos mais concorridos na área, consolidando um sonho que vinha sendo cultivado há anos. 

“Demorou um pouco para cair a ficha e foi uma mistura de emoções. Fiquei muito feliz com a concretização de um desejo que tinha já há algum tempo e tive o prazer de receber a ligação da minha orientadora na Unifacisa, Emily Gaião, no dia que saiu o resultado. Esse apoio me deu bastante certeza de estar no caminho certo”, conta o estudante. 

O interesse pela vida acadêmica nasceu ainda na graduação, inspirado também pela família. “Meus pais são professores universitários e tive muitas conversas com eles ao longo da minha trajetória. Durante esse processo, me aproximei das atividades de monitoria e pesquisa, que me motivaram a seguir no caminho acadêmico e a passar pelo processo de formação do mestrado agora”, relembra. 

Contribuição da Unifacisa 

A vivência na Unifacisa teve papel importante nessa jornada.  “A instituição contribuiu ao proporcionar contato com professores que me incentivaram e na possibilidade de participar de eventos científicos internos. Acredito que a Unifacisa foi parte importante nesse caminho e sei que tem espaço para muito mais.” 

Contar com um corpo docente formado por especialistas é um dos pilares do Centro Universitário. São professores que aliam experiência acadêmica e prática profissional, impulsionando os alunos a enxergar além da sala de aula e se preparar para os grandes desafios da carreira. Adriano Barros, coordenador do curso de Psicologia, destaca: “A formação oferecida proporciona um ambiente acadêmico que integra ensino, pesquisa e extensão. O corpo docente, composto majoritariamente por doutores, estimula a produção científica e desperta nos estudantes o interesse pelo campo da pesquisa. O acesso às ferramentas disponibilizadas pelo ecossistema institucional é essencial para esse desenvolvimento, favorecendo não apenas a trajetória durante a graduação, mas também a continuidade nos estudos de pós-graduação, que vão além da especialização e se estendem a desafios maiores, como o mestrado e o doutorado.” 

Já Emily Gaião, foi professora e orientadora de Rafael, e para ela, todos os professores já estiveram um dia no lugar de iniciantes e essa troca de vivências auxilia os alunos a compreenderem melhor os processos que surgem na vida profissional. “Quando Rafael me procurou para orientação do TCC, já tínhamos tido contato em algumas disciplinas e nas supervisões de estágio, então entendo que esse percurso fez com que uma boa relação de troca e aprendizagem tenha sido construída, o que abriu espaço para que ele naturalmente falasse do seu desejo pelo mestrado e conseguíssemos pensar em caminhos para construção desse projeto.” 

Hoje, seguindo os passos de sua ex-orientadora, ele ingressa no mesmo programa de mestrado que ela cursou, inclusive com o mesmo orientador. 

Olhando para o futuro 

Com a aprovação, o egresso pretende se aprofundar nos estudos em Inteligência Emocional e Psicologia da Educação, áreas que despertam sua paixão e nas quais deseja deixar sua contribuição. 

“Não é um caminho fácil, é um esforço contínuo e por vezes invisível, mas que é o motor da promoção de um mundo melhor. A ciência vale a pena.” 

 

Campina Grande é reconhecida como um dos principais polos de inovação e empreendedorismo do Nordeste. A Unifacisa, que faz parte desse ecossistema, estará presente na Feira do Empreendedor. Com mais de 25 anos trajetória, a instituição estará presente no evento levando iniciativas que reafirmam seu protagonismo no desenvolvimento tecnológico e na formação de líderes transformadores. 

Entre as atividades programadas, destaca-se na Arena Inovação, o curso de Jogos Digitais, que apresentará a I Mostra de Jogos Digitais, reunindo projetos desenvolvidos por estudantes e egressos, promovendo experiências imersivas ao público. 

O professor e coordenador do curso de jogos digitais da Unifacisa, Daniel Leite Costa, disse que essa é mais uma oportunidade de crescimento para a formação técnica e acadêmica dos alunos. Na qual podem receber feedbacks diferentes e veem óticas variadas sobre seus produtos. “Desde os primeiros momentos, os alunos já entram em um mundo de criação. Os jogos digitais são um ambiente de empreendedorismo muito forte e todo esse ecossistema criativo que Campina Grande vive, tem uma importância muito grande, tanto para nós, como também para as empresas, estúdios, empresários e pessoas de diversas áreas." 

Além disso, o evento contará com o Chanceler da Unifacisa, Dr. Dalton Gadelha, eleito um dos 100 mais influentes da Saúde em 2024 pelo Grupo Mídia. O chanceler irá ministrar uma palestra sobre o polo médico de Campina Grande, e o papel estratégico do Centro Universitário nesse processo de transformação regional, “Queremos que Campina Grande seja referência nacional em medicina de alta complexidade” reforçou Dalton Gadelha, Presidente do Hospital HELP.  

A inscrição é gratuita e garante acesso a toda a programação da Feira. Para mais informações sobre programação e ingressos, acesse aqui.  

Entre os dias 12 e 14 de agosto, a Unifacisa recebeu, pela terceira vez consecutiva, alunos da Babson College, dos Estados Unidos, em uma imersão acadêmica e cultural. A visita faz parte de um programa de cooperação internacional que promove a troca de experiências, o empreendedorismo e a inovação entre estudantes de diferentes países. 

Além das atividades de integração, a iniciativa tem como objetivo o desenvolvimento de projetos conjuntos entre alunos da Babson e da Unifacisa. Em grupos mistos, eles trabalham na criação de soluções inovadoras para desafios reais, unindo diferentes perspectivas acadêmicas e culturais. 

Durante a estadia, os alunos conheceram de perto o campus do Centro Universitário, explorando os laboratórios, salas de aula e espaços de convivência. Para o CEO da Unifacisa, Diego Gadelha, a experiência fortalece a missão institucional: “Uma iniciativa extremamente gratificante e que proporciona aos alunos a troca de conhecimento, aprendizado, e no final das contas, quem ganha é a população que vai ter uma solução inovadora para solucionar problemas do SUS.” 

Alunos da Unifacisa e Babson College com o CEO Diego Gadelha, durante desenvolvimento de projeto

No segundo dia, a programação seguiu para o Hospital Help, referência em tecnologia e atendimento de alta complexidade no interior do Nordeste. Os alunos tiveram acesso aos bastidores do funcionamento hospitalar, visitando setores como centro cirúrgico, UTI e áreas de diagnóstico por imagem, entendendo como a estrutura está conectada à formação médica e à inovação em saúde. 

O aluno da Babson College, Joshua Bell, ficou impressionado com a estrutura e com os equipamentos do hospital. “O que eu mais gosto na visita é ver a acessibilidade entre o setor privado e o setor público, tornando a saúde mais democrática. Saúde é algo muito importante e este hospital, em particular, me chamou atenção pelo fato de permitir que as pessoas tenham acesso a cuidados de qualidade. Acho isso muito especial.”  

Encerrando o roteiro, os participantes visitaram o Museu de Arte Contemporânea (MAC), que atualmente recebe a exposição FIOS. A mostra aborda conexões, sendo uma experiência interativa e imersiva que homenageia o algodão colorido. 

A imersão reforça ainda a inovação da metodologia acadêmica adotada pela Unifacisa, que permite que os alunos sejam protagonistas no processo de aprendizagem. É por meio dessa abordagem que eles desenvolvem conhecimentos, habilidades e atitudes essenciais, capazes de transformar realidades e fazer a diferença no cuidado com a saúde e no avanço de soluções para a sociedade. 

Parcerias como a da Unifacisa e Babson College reafirmam a importância de iniciativas que aproximam saberes, estimulam a criatividade e fortalecem o protagonismo estudantil, dentro e fora da sala de aula. 

Conforme orientação da Caixa Econômica Federal, informamos que a Resolução MEC nº 63, de 24 de julho de 2025, aumentou o teto de financiamento para o curso de Medicina de R$ 60.000,00 (sessenta mil reais) para R$ 78.000,00 (setenta e oito mil reais), com efeito a partir do 2º semestre de 2025.

Se você efetivou o aditamento do seu contrato Novo FIES referente ao semestre 2025.2 entre 14 e 25 de julho de 2025, ainda com o teto anterior de R$ 60.000,00 (sessenta mil reais), solicitamos que confirme se deseja refazer o aditamento considerando o novo teto.

Ao optar pelo refazimento do aditamento, é importante que você esteja ciente de que:

· A majoração do teto implica aumento no valor total financiado;

· O aumento pode gerar necessidade de substituição e/ou complementação de fiadores, conforme as regras do Novo FIES, exigindo que o(s) fiador(es) comprove(m) renda compatível com o novo valor;

· O percentual de financiamento concedido pelo MEC permanece inalterado, sendo aplicado sobre o valor da semestralidade com desconto, cabendo ao teto apenas limitar o financiamento;

· A responsabilidade pelo sucesso ou insucesso do processo de aditamento é exclusivamente do(a) estudante e do agente financiador (Caixa Econômica Federal).

Caso tenha interesse em refazer o aditamento, compareça ao setor responsável até 20/08/2025 para formalizar sua ciência e autorização. Informamos que o aumento do teto do FIES não implicará em alterações no valor financiado para os estudantes que possuem percentual de financiamento igual ou inferior a 90,20%. Isso ocorre porque o ajuste é calculado com base no valor da semestralidade do curso, e não sobre o percentual de financiamento contratado. Portanto, mesmo com o novo teto, os contratos que já estão abaixo ou no limite de 90,20% permanecem inalterados. Para aqueles que terão financiamento superior a esse percentual, devem procurar a Caixa Econômica Federal para verificar as novas condições e promover novo aditamento.

O compromisso da Unifacisa em formar profissionais qualificados e preparados para os desafios do mercado de trabalho e da pesquisa acadêmica segue rendendo frutos. Duas egressas da instituição acabam de conquistar importantes avanços em suas trajetórias.

A nutricionista Mayana Morais, graduada pela Unifacisa e Mestra em Engenharia de Alimentos pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), foi aprovada no doutorado da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), consolidando sua caminhada acadêmica com um passo decisivo rumo à pesquisa e à produção científica na área da saúde. “O ambiente acadêmico acolhedor e desafiador da instituição me preparou para seguir com segurança no mestrado e, agora, no doutorado. Que representa a oportunidade de aprofundar meus estudos e desenvolver soluções inovadoras para a indústria de alimentos, unindo ciência, tecnologia e impacto social.”, destaca Mayara.

Com Gabriela Marques não foi diferente, a recém-formada em Nutrição, celebra sua inserção no mercado de trabalho com a contratação como nutricionista no Berçário Bem Crescer, onde já atua no cuidado e acompanhamento nutricional de crianças. “Foi um sentimento de muita alegria e gratidão. Saber que essa conquista é resultado de anos de dedicação e esforço ao longo de toda a graduação é extremamente gratificante.”, e afirma:  “Sempre procurei aproveitar ao máximo cada oportunidade que a faculdade ofereceu, desde trabalhos voluntários, participação em hackathons até projetos de extensão internacional. Acredito que isso fez toda a diferença para que eu chegasse ao estágio no berçário onde hoje trabalho.”, completa.

Para a coordenadora do curso de Nutrição da Unifacisa, Vivianne Barros, conquistas como essas reforçam a missão da instituição em preparar profissionais que se destacam pela excelência técnica e humana. “São habilidades de aplicarem a ciência na prática clínica, esportiva, coletiva e industrial. Comunicação clara para orientar pacientes, equipes e públicos diversos, junto com a tomada de decisão baseada em evidências para resolver problemas reais. Assim, o aluno sai preparado para atuar com segurança e inovação.”, ressalta a coordenadora.

Histórias como as de Mayana e Gabriela, reafirmam o compromisso da Unifacisa em formar nutricionistas preparados para transformar realidades.

Minha infância foi em Sousa, uma cidade onde sol batia forte em praticamente todos os meses do ano na década de 1960. Isso não mudou muito desde aquela época. A diferença mesmo é que, naqueles anos, o tempo passava arrastado feito caminho que se percorre a cavalo. Sem os smartphones de hoje e a televisão que só chegaria alguns anos mais tarde, a nossa diversão eram os banhos de rio nas raras enchentes, as peladas na quadra da escola que nós nos cotizamos para construir, os jogos em Cajazeiras com Rômulo de Lafaiete e o circo que vinha de meses em meses.


Mas havia um passatempo que me deixava especialmente ansioso. Era a espera da gaivota. E não me refiro à ave marinha de bico forte, de presença quase inexistente na sequidão do semiárido. Falo mesmo da empresa de ônibus que levava e trazia, além dos viajantes que vinham e voltavam de João Pessoa, do Recife e até de São Paulo, as revistas que líamos compulsivamente até um novo pouso da Gaivota.
Eu e Salomão saíamos de casa e caminhávamos uns cinco quarteirões para comprar as revistas. Geraldo da Banca, que sabia desde cedo que quem tem com o que me pague não me deve, deixava fiado até papai chegar e pagar a conta toda. A gente lia de tudo: política naturalmente, história, futebol na Placar em que acompanhávamos o Flamengo, nossa paixão, e o Santos de Pelé.


Mas as minhas maiores fixações eram a Corrida Espacial, que era intensa durante a Guerra Fria, e o transplante cardíaco. Surpreendia-me como Armstrong podia chegar à lua, um canto para o qual não se compra uma passagem nem pela Gaivota e, que, portanto, meus olhos não podiam enxergar. Na mesma proporção, admirava-me como Barnard e Zerbini permitiram o movimento sistólico-diastólico por meio de um coração de alguém que já morrera. Era como um eletricista que ligava dois fios e fazia a luz voltar a iluminar. Simples assim, mas não tanto.


Era como se o ser humano pudesse, em algum momento, atingir a imortalidade. Eu fiquei tão animado com o tema que, em um trabalho da escola, escolhi tratar sobre ele. Li todas as revistas trazidas no ônibus, fiz os fichamentos necessários, decorei tudo que precisava falar e abordei o assunto em sala de aula. Para minha surpresa, um rotundo ZERO, em letras e sermões garrafais. Teria eu blasfemado ao sugerir que o homem poderia substituir Deus, o único que pode dar e tirar a vida.

Aquilo não me convencia. Esse não era o Deus em que eu acreditava. Já naquela minha mente de menino, não havia espaço para a antítese religião-ciência. Afinal, quantas vidas a ciência já salvou e continuará salvando pela providência divina? Eu ficava a imaginar se um dia eu seria capaz de contribuir de alguma forma com os fenômenos que as revistas faziam minha imaginação voar longe.


Eu nunca tive a pretensão de me tornar astronauta. O máximo que consegui foi construir um dos maiores centros universitários do país que, dentre outros cursos, possui um de aviação civil, pioneiro no Nordeste. Sucede que os aviões podem até nos levar a Mary W. Jackson, mas definitivamente não à lua, muito menos a outro planeta desconhecido.


Já o sonho do transplante me parecia mais possível. Eu virei médico e vi átrios e ventrículos a centímetros.
Mais do que a técnica, me sentia vivo, com um instrumento de exercício da solidariedade e do desprendimento. Talvez, ao contrário do que pensou a professora carola, as mãos de Deus no mundo que concedem a alguém o direito de sonhar.


E Deus me deu a chance de construir o maior hospital da Paraíba, um dos maiores do Brasil, para oferecer o melhor tratamento médico com igualdade para aqueles podem e os que não podem pagar, ricos e pobres, pretos e brancos, do Catolé a Bodocongó. O SUS que sai do papel. Deus me deu a chance de curar um câncer nesse mesmo hospital, ao lado de pessoas humildes dos mais diversos rincões do Estado que faziam radioterapia na mesma sala que eu com o melhor equipamento do mercado por recomendação do meu oncologista que, anos atrás, salvava a vida de Gisele no maior centro médico do país.


Essa semana, o HELP obteve mais uma grande conquista: o credenciamento para fazer transplantes cardíacos, concedido pelo Ministério da Saúde. A proximidade com o Hospital de Traumas não poderia propiciar espaço melhor para salvar vidas através de tecnologia de ponta aliada à empatia e aos gestos de comovente humanismo daqueles que nos deixam, mas deixam na terra uma semente de amor ao próximo.


Aquilo que parecia blasfêmia ou até ficção científica para um garoto curioso virou a realidade próxima que salvará inúmeras pessoas. Hoje, o sonho da vida se confunde com o meu sonho de menino.

A história escrita e contada por Dalton Roberto Benevides Gadelha - Presidente da Fundação Pedro Américo.

O Centro Universitário Unifacisa realiza, nos dias 28 e 29 de agosto, o IV Simpósio Psicologia, Ciência e Profissão, principal evento do curso de Psicologia e parte das comemorações pelo Dia da Psicologia, comemorado no dia 27 de agosto. Este ano, o tema central será "Subjetividades consumidas: psicologia, capitalismo digital e o mal-estar contemporâneo", trazendo reflexões atuais e urgentes sobre os impactos do mundo digital na saúde mental e nas relações humanas. 

Mais do que atender às demandas tradicionais de um evento acadêmico, o simpósio propõe um formato inovador, que une debates, momentos de formação, palestras com especialistas e espaço para apresentação de trabalhos de iniciação científica. A programação abordará como o avanço das tecnologias e a lógica de consumo digital influenciam comportamentos, percepções e formas de existir, ampliando a discussão para além dos muros da instituição. 

Aberto a estudantes, profissionais e comunidade interessada, o simpósio busca fortalecer o papel da Psicologia como ciência e profissão no enfrentamento dos desafios contemporâneos. 

Para conferir a programação completa e realizar a inscrição, os interessados devem acessar o site oficial do evento: Acesse aqui!  

O programa de monitoria voluntária tem como objetivo oferecer aos alunos uma oportunidade de aprofundar seus conhecimentos, desenvolver habilidades pedagógicas e colaborar com o aprendizado coletivo.

Podem participar do processo seletivo os estudantes regularmente matriculados, que tenham bom desempenho acadêmico e interesse em contribuir com atividades de apoio às disciplinas.

As inscrições estarão abertas no período de 12 a 22 de agosto. A seleção será realizada por meio de análise curricular e/ou entrevista, conforme critérios estabelecidos no regulamento disponível nos editais.

Confira o edital completo para a monitoria voluntária e monitoria voluntária de medicina.

Para mais informações, os interessados podem entrar em contato pelo e-mail monitoria@unifacisa.edu.br

Os egressos do curso de Odontologia da Unifacisa, Lunara Fernandes e Rafael Durand, foram aprovados no programa de Mestrado da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), dando mais um passo importante em suas trajetórias profissionais e levando consigo o legado de uma formação sólida construída na instituição. 

Reconhecida por sua estrutura de ensino inovadora, corpo docente altamente qualificado e incentivo constante à pesquisa e à extensão, a Unifacisa foi o ponto de partida e de transformação pessoal e acadêmica desses jovens talentos. 

Formação que vai além do diploma

Para Lunara, a decisão de mudar de Estado e ingressar na Unifacisa em 2019 marcou o início de uma jornada repleta de desafios, aprendizados e crescimento. Ela foi aprovada no mestrado em Clínicas Odontológicas, com ênfase em Diagnóstico Oral. 

“De maneira pessoal e profissional, fui moldada por nosso ecossistema. Estive cercada de grandes professores e incentivadores que nunca me deixaram desistir, sempre estimulando o estudo, a pesquisa e a inovação. Muito mais que um currículo, fui capacitada para ir além, em busca de meus sonhos e objetivos… e isso não tem preço. Estou imensamente realizada”, destaca Lunara, emocionada. 

Incentivo à pesquisa e à extensão que abrem portas

Rafael Durand, formado em dezembro de 2023, foi aprovado no mestrado em Epidemiologia e Promoção de Saúde em Odontologia. Desde os primeiros períodos do curso, já tinha em mente o desejo de seguir carreira acadêmica e encontrou na Unifacisa o ambiente ideal para desenvolver seu potencial. 

“Na Unifacisa, tive o privilégio de ter Ramon Targino Firmino como professor. Com ele, participei de projetos de extensão, iniciação científica, escrevi artigos e apresentei trabalhos em congressos. Tudo isso me ajudou a construir meu currículo para ser aprovado no mestrado”, afirma Rafael. 

O sucesso de Lunara e Rafael não representa apenas conquistas pessoais, mas também reflete o compromisso da Unifacisa em proporcionar uma formação de excelência, baseada em ensino de qualidade, infraestrutura moderna e apoio constante ao desenvolvimento acadêmico e humano de seus alunos. 

Na Unifacisa, a formação em Direito vai muito além do conteúdo teórico, o curso dispõe de uma estrutura sólida de prática jurídica, que os prepara para os desafios reais da profissão e desenvolvam competências jurídicas em ambientes reais de atuação, como tribunais, órgãos públicos e núcleos jurídicos próprios da instituição.

Um dos destaques está no Núcleo de Práticas Jurídicas, o NUPRAJ, um espaço que oferece uma estrutura completa que auxilia no desenvolvimento dos alunos no exercício do direito. No Escritório Modelo, os estudantes participam de atendimentos reais a comunidade, colocando em prática a teoria do curso e exercitando o raciocínio jurídico, bem como a argumentação e empatia. Com os espaços vinculados ao sistema judiciário, como o CEJUSC/ Justiça Federal – Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania, Juizado Especial Cível e o Juizado da Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher, a vivência se torna mais profunda, com o contato e atuação direta com situações sob supervisão qualificada.

Além disso, o curso de Direito da Unifacisa conta com convênios nos mais diversos órgãos públicos, como o Ministério Público, Defensorias, Tribunais e Procuradorias. Dessa forma, os estudantes acompanham audiências, analisam processos e auxiliam profissionais da justiça sob supervisão, o que proporciona vivência prática do sistema judiciário e aplicação do conhecimento jurídico em casos reais.

Arthur da Gama, coordenador do curso de Direito, destaca “A imersão do aluno em competências trimestrais permitem maior contato com o conteúdo e a vivência na área. Só isso já demonstra a preocupação com o desenvolvimento do estudante”.

Ainda segundo o coordenador, o curso foi estruturado com foco no desenvolvimento de competências e habilidades que vão além do conteúdo técnico. “São cinco anos de intenso envolvimento na área jurídica, que permitem ao aluno a adaptação ao meio profissional, com vivências práticas reais nas mais diversas áreas do Direito”, explica.

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