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A cerimônia do jaleco é um rito que marca o início das atividades acadêmicas para os cursos de saúde. Ao lado dos familiares, o momento busca mostrar aos estudantes a importância de utilizar o EPI corretamente a partir de então para todas as atividades que serão desenvolvidas. Na ocasião, ainda é trazido uma reflexão sobre a importância da atuação profissional para fornecer assistência à população através do juramento onde cada estudante promete cumprir suas obrigações com responsabilidade e respeito. 

Neste sentido, será sediado no Teatro Facisa, de 4 a 7 de março, às 19h, às cerimônias do jaleco para os cursos de saúde da Unifacisa. Confira o cronograma:

04/03 - Medicina;

05/03 - Odontologia;

06/03 - Psicologia, Fisioterapia e Farmácia;

07/03 - Enfermagem, Nutrição, Educação Física e Medicina Veterinária.

As senhas estarão disponíveis na Coordenação de Eventos a partir do dia 28 de fevereiro, de 8h às 12h e de 14h às 22h (segunda a quinta) e de 8h às 12h e 13h às 17h (sextas-feiras).

Transformar estudantes em profissionais para o mercado de trabalho é um compromisso que a Unifacisa assume com responsabilidade através da oferta de cada um dos seus cursos. Na graduação em Farmácia, por exemplo, esse dever é evidenciado por meio da estrutura tecnológica e atualizada encontrada nos vários laboratórios ou por meio da equipe de docentes que sempre se mostram preocupados em contribuir o máximo possível com cada um dos discentes. Tais qualidades colocam os graduandos em práticas desde o primeiro semestre que evidenciam pesquisas e avanços no setor. Além disso, estas experiências tornam o aprendizado muito além da sala de aula e faz com que os estudantes se encontrem profissionalmente.

Vimerson Matheus Lucena de Oliveira é um dos tantos exemplos de egressos que receberam apoio metodologico e prático da Unifacisa durante a graduação e que hoje são realizados profissionalmente. Farmacêutico desde 2021, Vimerson, hoje, vive em Santo André/SP e se dedica ao Programa de Residência Multiprofissional em Atenção em Oncologia do Centro Universitário FMABC. Ele explicou que a preparação até a chegada desta conquista possui grande contribuição ao que foi aprendido na graduação: “a Unifacisa foi minha casa durante cinco anos. Pude aprender bastante com os cursos de aperfeiçoamentos disponibilizados, congressos e projetos de pesquisa que, além do conhecimento obtido, foram essenciais para o enriquecimento do meu currículo. Todos os professores também foram essenciais para me guiar e mostrar cada uma das diferentes áreas em que poderia atuar. Eles, que sempre me inspiraram e motivaram durante toda a graduação, merecem todo o meu respeito e gratidão. Todo aprendizado é aplicado na minha residência”, destacou.

Por meio de atividades como auxiliar de farmácia de uma distribuidora de medicamentos; jovem aprendiz das Farmácias Pague Menos; e mais uma vez como auxiliar na farmácia do Hospital Antônio Targino, Vimerson foi estreitando cada vez mais os laços com a área. “Após me formar, consegui um emprego como farmacêutico na rede de Farmácias Nissei, na cidade de Francisco Beltrão/PR, onde fiquei por seis meses. Logo após, recebi uma proposta para trabalhar em um hospital da mesma cidade, a Policlínica São Vicente de Paula, onde trabalhei por um ano e depois precisei deixar para assumir a residência”, externou. Dentro dos muros da universidade, o farmacêutico participou de “projetos de pesquisa que me renderam publicações de artigos científicos e resumos em anais de congressos nacionais e internacionais. Além disso, fui selecionado para participar da VIII Escola de Verão em Ciências Farmacêuticas, promovida pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto, USP. No fim, tive a honra de ser laureado com o melhor desempenho acadêmico da turma de formandos”, citou.

Sendo assim, após tanto êxito acadêmico, a aprovação do egresso no processo seletivo da residência é algo que aconteceria inevitavelmente. Segundo ele, os planos futuros concentram-se em “concluir os dois anos de residência e continuar contribuindo para o avanço do setor farmacêutico na pesquisa em saúde, principalmente na área de oncologia, que foi onde decidi atuar”, encerrou.

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

O incentivo à pesquisa acadêmica é essencial durante a formação do estudante. A partir deste estímulo o aluno alcança autonomia científica e contribuição para os avanços sociais do meio em que está inserido. O curso de farmácia da Unifacisa, que possui conceito máximo na avaliação do MEC, é referência  por estimular parcerias entre docentes e discentes em prol do amadurecimento acadêmico. A partir dessas uniões surgem pesquisas de grande relevância para o setor das ciências farmacêuticas e que são rotineiramente publicadas por revistas científicas nacionais e internacionais. Gustavo Luis Ferreira Barbosa é graduando do curso de farmácia da instituição e, recentemente, publicou um artigo no periódico Journal of Drug Delivery Science and Technology (Jornal de Ciência e Tecnologia de Entrega de Medicamentos).

A pesquisa publicada pelo aluno foi orientada pelo professor Rodrigo Molina Martins, com participação da professora Maine Virginia Alves e contribuição de Eullállia Gonçalo, mestranda em ciências farmacêuticas. A revista que publicou a pesquisa cobre todos os aspectos inovadores de formas farmacêutica, além dos resultados mais avançados em liberação controlada, biodisponibilidade e absorção, nano medicamentos, entrega de genes e engenharia de tecidos. “Os procedimentos começaram na primeira metade do ano de 2022. O trabalho objetivou propor um novo modelo alternativo de testes de fotoproteção e o processo foi muito longo e difícil, já que se tratava de uma ideia inédita. Por algumas semanas nos prendemos na base do projeto até chegarmos em resultados concretos que nos deram segurança para seguir. Depois disso, escolhemos um ativo, produzimos formulações tópicas simples e nanoparticuladas. Ao longo do ano fizemos diversos ensaios biológicos e físico-químicos para atribuir robustez ao trabalho.”, disse Gustavo. 

O discente em farmácia ainda explicou como o suporte da Unifacisa foi importante para a execução do trabalho. Segundo ele, “a Unifacisa foi a base para o trabalho, não só por ser a instituição em que o projeto teve seu desenvolvimento ou por possuir ótimos equipamentos e materiais que foram necessário para realização do trabalho, mas também por dar a oportunidade aos alunos para realizarem este tipo de pesquisa.”, enfatizou. Oportunidades como esta se mostram extremamente importantes para os alunos, uma vez que, “com a pesquisa, aprendi diversos assuntos de forma prática, percebi onde se aplicam conceitos que aprendi em aula, e por apresentar uma natureza multidisciplinar o trabalho me permitiu desempenhar melhor nas aulas já que estava com o conhecimento em prática. Além do conhecimento, esse trabalho é de extrema importância para o meu currículo, que pode ser um fator decisivo no meu futuro acadêmico.”, destacou.

Por meio dessas conquistas, os alunos da instituição Unifacisa seguem o propósito do Centro Universitário de agregar evoluções para o meio em que estão inseridos, uma vez que, para o ecossistema, é impossível pensar em inovação sem antes buscar evoluir sua própria esfera. Por essa razão, a Unifacisa investe diariamente em seu programa de pesquisa e extensão que “motiva a seguir o caminho da pesquisa por meio de toda a estrutura disponível, bem como os professores. Recentemente posso ver mais um incentivo à pesquisa, com a chamada para realização de projetos pelo Núcleo de Pesquisa e Extensão, e com os recentes eventos científicos realizados pela Unifacisa. Eu pretendo seguir a carreira acadêmica e eventualmente me tornar um professor pesquisador.”, concluiu.

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

Moradores do Complexo Aluísio Campos foram beneficiados com vários atendimentos possibilitados com alunos de nove diferentes cursos da Unifacisa

Promovida pelo Centro Universitário Unifacisa e pela Fundação Pedro Américo (FPA), a Semana de Responsabilidade Social, que busca fornecer diversos atendimentos jurídicos e de saúde de maneira gratuita para a população, encerrou-se no último sábado (30), com a promoção de um Dia D no Complexo Aluísio Campos. Alunos dos cursos de direito, educação física, enfermagem, farmácia, fisioterapia, medicina, nutrição, odontologia e psicologia realizaram durante toda a manhã um mutirão com uma série de diferentes serviços para dezenas de moradores, entre crianças, idosos e adultos, do maior complexo habitacional da cidade. 

A professora do curso de fisioterapia, Dafne Periano, ressaltou sobre a importância de ações como esta que são benéficas para aproximar o aluno da população: “na fisioterapia nós temos uma atividade chamada ‘dermato-funcional’, então nós estamos promovendo orientações sobre cuidados e higienização da pele, principalmente com a chegada do verão. Além disso, também estamos tratando recomendações para melhorar a postura e também estamos testando a respiração de alguns idosos. Essas ações aproximam nossos alunos da população e fazem com que eles desenvolvam uma visão mais multidisciplinar e humana da atividade desempenhada pelo profissional de fisioterapia”, frisou.

Já o professor Arthur Carneiro, do curso de direito, destacou que os serviços prestados na manhã do Dia D são os mesmos serviços encontrados no Núcleo de Práticas Jurídicas (NUPRAJ) da Unifacisa. Segundo ele, “o que realizamos nesta manhã é apenas uma parte de toda a assistência jurídica que ofertamos, por meio dos nossos discentes do curso de direito, no NUPRAJ. Na advocacia, seja no papel do advogado, promotor de justiça, ou serviço prestado por um magistrado, é visível que muitas pessoas necessitam do nosso suporte para lutar pelos seus direitos e é maravilhoso poder instruir os moradores do Aluísio Campos a como reivindicar isso. Convidamos todos os moradores daqui a visitarem o nosso Núcleo, na avenida Brasília, onde prestamos esses serviços diariamente para toda a comunidade campinense”, sublinhou. 

Em meio a iniciativa, que mistura ação social e beneficente com práticas para os alunos, quem sai ganhando são todos os envolvidos. Para a aluna do curso de educação física, Ingrid Dayanna, “é muito bom estar aqui e instruir a população a seguir uma vida mais saudável. Desde o início do meu curso que tenho essas oportunidades de realizar práticas fora da sala de aula e na manhã de hoje realizamos a avaliação física dos adultos, alongamentos com os idosos e recreação com as crianças”, pontuou. Já a moradora Joelayne Alves relatou como os atendimentos oferecidos pelos alunos lhe ajudaram, já que ela está grávida de seis meses. Segundo ela, “gostei muito do atendimento com as meninas de fisioterapia. Elas cuidaram da minha pele e me explicaram como cuidar da melasma que apareceu no meu rosto por causa da gravidez. Os alunos de educação física me ensinaram alguns alongamentos e exercícios para diminuir as dores que sinto por conta da gravidez. Foi maravilhoso”, exclamou. 

A promoção de ações como esta, desenvolvida com a parceria entre as instituições, destaca o conceito promovido pela Unifacisa e pela FPA de que é impossível promover a inovação sem antes buscar pela transformação do meio que estamos inseridos. Por isso, essa união das empresas preza sempre pelo amor ao próximo por meio do investimento em saúde, humanização, educação inclusiva, para que, juntos, todos estes conceitos promovam o desenvolvimento social. 

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

No último sábado (23) encerrou-se a primeira edição do Congresso Internacional Interdisciplinar de Saúde, promovido pelo Centro Universitário Unifacisa e pelo Hospital de Ensino e Laboratórios de Pesquisa (HELP). O encontro teve duração de três dias e representou um momento de atualização para os mais de 600 inscritos, entre profissionais, alunos da área de saúde e empreendedores que compartilharam suas pesquisas e experiências com profissionais renomados e referências na área da saúde.

“Nosso Congresso Interdisciplinar abordou vários temas ligados à saúde, como novos tratamentos para as mais diversas especialidades. É maravilhoso poder contribuir com a atualização profissional não só dos nossos alunos, como também dos profissionais da saúde. Este é o compromisso da Unifacisa e nós vamos nos manter assim, preocupados e focados em melhorar cada vez mais a realidade do nosso sistema de saúde por meio da educação”, enfatizou a reitora da Unifacisa, Gisele Gadelha. 

Com temáticas ligadas à tendências e inovações no cuidado em saúde, o encontro buscou trazer o que há de mais atual e moderno em técnicas e tratamento das patologias relacionadas à saúde em geral por meio de discussões, apresentações orais de trabalhos, exposição de painéis temáticos e muito mais. Segundo a coordenadora de integração pedagógica, Vivianne Barros, “buscamos abordar as tendências em saúde. Trouxemos discussões acerca de tratamentos oncológicos, com a palestra do Dr. Ricardo Marques, workshops, painéis interativos que abordaram sobre tratamentos com a saúde mental, gestão e empreendedorismo para área da saúde, marketing para clínicas, pesquisas científicas e inovação, entre muitos outros temas tratados pelos mais de 80 palestrantes.”, disse. 

O diretor da Faculdade de Medicina da instituição, Diego Gadelha, destacou algumas participações internacionais. Segundo ele, “tivemos participação da professora Wiljeana Glover, da Babson College, em Boston, que falou sobre pesquisa científica enquanto inovação para saúde. Já o professor Yi Jin, que é co-fundador da Neosync Inc. Newport Brain Research Laboratory, tratou sobre tendências nos tratamentos do espectro autista. Participações como essas chancelaram nosso congresso como um encontro completo sobre inovações modernas e condizentes com o que se está em uso atualmente”, frisou.

Diante do valor agregado para a comunidade acadêmica com o evento, alunos como Bruno Tavares, do curso de fisioterapia da Unifacisa, explicaram sobre a participação no encontro. Para ele “foi um imenso prazer estar presente em um congresso internacional e interdisciplinar, onde aprendemos e trocamos experiências interdisciplinarmente com as mais diversas áreas da saúde. Nós, que estudamos sobre a saúde, sabemos diariamente da necessidade de atualização para atuar profissionalmente e essa aprendizagem o congresso nos proporcionou.”, destacou o aluno. 

Dado o sucesso do evento, por meio dos laços de aprendizagem construídos entre os congressistas com a Unifacisa e o HELP, já é possível crer que o Congresso Internacional Interdisciplinar de Saúde terá muitas outras edições uma vez que iniciativas como essa reforçam um dos objetivos instituição: a preparação de profissionais de sucesso para um mercado de trabalho cada vez mais moderno. Para o chanceler da Unifacisa, Dalton Gadelha, “queremos continuar promovendo possibilidades de transformação não só para a saúde de Campina Grande, mas para todos os âmbitos sociais do nosso estado. É por este e para este objetivo que transitamos por investimentos na educação, no esporte, na cultura, na saúde e na tecnologia.”, concluiu. 

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

Um dos maiores desafios enfrentados pelos recém-formados é a conquista de um espaço no mercado de trabalho. Obter visibilidade apenas após a formação não é fácil e é priorizando a solução desta problemática que as graduações da Unifacisa buscam evidenciar oportunidades aos seus graduandos desde o início do curso. Na instituição, por meio de uma metodologia inovadora que alia extensão à pesquisa, os estudantes são qualificados para se destacarem no competitivo e atual mercado de trabalho. A partir deste conceito proposto pelo centro universitário, torna-se comum que os graduandos consigam boas oportunidades em suas áreas antes mesmo da conclusão dos seus cursos.  

Beatriz Almeida Lins é um exemplo de recém-formada que conquistou uma boa oportunidade enquanto estudante. Egressa do curso de farmácia da instituição, a ex-graduanda iniciou suas atividades profissionais como estagiária de uma famosa rede de farmácia na cidade de Campina Grande, no qual, após sua exitosa experiência com o estágio, foi proposto à Beatriz uma vaga como farmacêutica para ser assumida logo após sua colação de grau. “Sempre tive admiração por essa rede de farmácia, por ser conhecida na cidade e por estar crescendo cada vez mais por proporcionar serviço de qualidade. Então tive a oportunidade de realizar o estágio obrigatório na empresa, proporcionado pela Unifacisa, e pude aproveitar ao máximo, adquirindo muito conhecimento. Após o término do estágio, tive a oportunidade de continuar na rede e hoje me tornei farmacêutica da empresa em que pude realizar o meu estágio.”, destacou Beatriz. 

Para desempenhar bem as funções propostas pelo estágio, a farmacêutica atribui sua boa preparação à Unifacisa. Segunda ela, “a Unifacisa sempre me conduziu a alcançar os meus sonhos no âmbito profissional, através do curso de farmácia que me proporcionou experiências maravilhosas, mostrando sempre o melhor caminho a ser trilhado, oferecendo uma grande estrutura e uma equipe de profissionais qualificados que me prepararam para o mercado de trabalho. Sem contar que a Unifacisa possui uma estrutura sem igual, além de ter empresas parceiras que auxiliam no aprendizado dos graduandos. Vivi todas as áreas onde o profissional farmacêutico pode atuar por meio dos estágios, e tudo isso foi bastante significativo para minha formação e me deu a certeza de que eu estava no lugar certo.”, disse.  

A egressa ainda relatou a diferença entre as atividades realizadas enquanto estagiária para as atividades realizadas agora, enquanto farmacêutica formada. “Tive a oportunidade de conhecer essa rede de farmácia enquanto estava no 5º período do curso de farmácia na Unifacisa. Assim, fui destinada a realizar lá o meu estágio em drogaria e pude vivenciar uma experiência incrível, na qual tive contato com a população de forma direta, além de praticar algumas atribuições do farmacêutico em drogaria. Hoje, além de praticar algumas atividades a mais do que era realizado no estágio, posso observar que foi de grande importância a experiência proporcionada pela Unifacisa, pois muitas das atividades que realizo foram ensinadas enquanto estava no estágio. Então, hoje posso praticar como farmacêutica o que foi ensinado enquanto era estagiária.”, enfatizou. 

Para o futuro, a profissional relatou que tem “como plano continuar em busca de propósitos que me acrescente profissionalmente, como, por exemplo, terminar uma pós-graduação e dar seguimento em uma residência para atuar auxiliando na melhoria e bem-estar dos pacientes.”, concluiu. 

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

Com o tema “Tendências e Inovações no Cuidado em Saúde”, a primeira edição do Congresso Internacional Interdisciplinar de Saúde, promovido pela Unifacisa, possui uma vasta programação que contempla todas as áreas da saúde e suas respectivas especialidades. Através dessa iniciativa, o evento objetiva a oportunidade de debater a respeito de grandes temas da saúde, além de evidenciar a apresentação de novidades e tecnologias que ajudam a alavancar as especialidades da saúde e os tratamentos de pacientes.

Abaixo, alguns destaques do que está listado para acontecer entre os três dias de evento: 

21/09 - Workshops (mais de 25 opções) e a Conferência de Abertura: “Inovações e interdisciplinaridade no tratamento oncológico", com o Dr. Ricardo Marques.

22/09 -  Painéis e Talk Show

             Speedtalks:

23/09 - Simpósio Satélite: Tendências e inovação no tratamento do Transtorno do Espectro Autista.

Simpósio Satélite: Tendências e inovação na Medicina Veterinária.

Confira a programação completa e inscreva-se!

O editorial da Revista Tema, eletrônica, ISSN 2175-9553, qualis B1, em colaboração com a Comissão Organizadora do Congresso Internacional Interdisciplinar de Saúde, torna público a chamada para a publicação de artigos científicos em um dossiê temático alusivo à temática do congresso: “Tendências e inovações no cuidado em saúde”. O encontro acontecerá de 21 a 23 de setembro de 2023. 

Serão aceitos artigos científicos e resumos expandidos relacionados aos eixos temáticos Saúde e Qualidade de Vida, Inovações na Assistência de Saúde, Empreendedorismo, Gestão e Marketing, Pesquisa Científica e Inovação na Saúde. Cada autor (individualmente ou em coautoria) poderá submeter até dois trabalhos, sejam artigos ou resumos. O número limite preferencial de autores não deverá ultrapassar a cinco por manuscrito. 

Os 10 melhores artigos submetidos serão publicados no dossiê temático, editado pela comissão organizadora do congresso, desde que haja um mínimo de seis artigos aprovados. Já os resumos expandidos, por sua vez, serão publicados nos anais do evento. 

Veja o edital completo aqui.

Confira o cronograma:

 

Submissão dos trabalhos: 07/08/2023 a 25/08/2023;

Período de avaliação: 08/08/2023 a 08/09/2023;

Divulgação dos resultados das avaliações: 11/09/2023;

Apresentação dos painéis: 22/09/2023;

Publicação do dossiê temático: 02/10/2023;

Publicação dos anais do congresso: 30/10/2023.

O material publicado faz análise às folhas da cajarana, uma planta oriunda do Sertão paraibano

A Unifacisa é uma instituição de ensino superior que vai muito além da sala de aula porque promove uma profissionalização de excelência através de toda a sua estrutura que permite a vivência de experiências completas. Recentemente, o LAMCIF (Laboratório Multiusuário de Ciências Farmacêuticas), do curso de farmácia da instituição, foi fundamental para o progresso de uma pesquisa desenvolvida pelo docente Felipe Hugo Alencar Fernandes, em parceria com outros pesquisadores da  Irlanda, Alemanha e Cazaquistão, e que, posteriormente, resultou em um artigo científico publicado em uma revista internacional Natural Product Research, do Reino Unido.

Felipe é docente dos cursos de farmácia, medicina e odontologia da Unifacisa. A pesquisa desenvolvida por ele foi voltada para o setor farmacêutico, por isso o envolvimento do LAMCIF na continuidade do trabalho. No laboratório foram realizados os ensaios de atividade antioxidante com a técnica de DPPH (2,2-difenil-1-picrilhidrazil) e de quelação de metais usando a espectroscopia UV-Vis. 

Segundo o docente, “o artigo apresenta os aspectos farmacológicos, toxicológicos e fitoquímicos das folhas de cajarana (Spondias dulcis). A planta é comum no sertão paraibano. Os dados mostraram que o extrato da folha possui potencial laxante a antioxidante e ausência de toxicidade. Também foi isolada uma substância chamada Rutina, que possui diferentes potenciais biológicos.”, relatou. Assim, a pesquisa apontou que as folhas da planta possuem efeitos que inibem a famosa “prisão de ventre”. “O principal efeito terapêutico observado no artigo foi a atividade laxante das folhas da Cajarana. Como 20% a 30% da população é acometida por constipações que causam desconfortos intestinais, o tratamento com as folhas pode ser uma ótima solução.”, explicou o docente. 

Felipe ainda comentou sobre como se deu o processo de produção da pesquisa. Segundo ele, “o trabalho é uma continuidade dos nossos estudos com as plantas do gênero Spondias, espécies que são estudadas juntamente com nossos parceiros do Programa de Pós-graduação em Ciências Farmacêuticas da Universidade Estadual da Paraíba e com a Universidade Estadual Paulista, de Araraquara. Além disso, tivemos a colaboração de pesquisadores da Irlanda, Alemanha e Cazaquistão.”, frisou.

Por fim, o professor ainda relatou como leva o desenvolvimento de processos de pesquisas como este e como pretende realizar atividades científicas ao lado dos estudantes de farmácia “na competência desenvolver produtos fitoterápicos, homeopáticos e florais do curso de farmácia, esse artigo é apresentado aos alunos como leitura complementar para a compreensão das etapas de desenvolvimento de um produto fitoterápico através dos dados científicos. A ideia é dar continuidade com os estudos visando avaliar outras possibilidades terapêuticas.”, concluiu. 

Por André Bojm - Assessoria de Imprensa Unifacisa

A professora relatou também sobre a importância de não exceder na automedicação e os riscos que essa ação pode trazer para a saúde da população

Segundo dados levantados pelo Ministério da Saúde, o número de brasileiros que desenvolveram sintomas relacionados à gripe ou ao resfriado aumentou durante o período do inverno de 2022. Neste contexto, é comum que as pessoas busquem a automedicação com o intuito de aliviar os sintomas trazidos por estas enfermidades. Entretanto, mesmo procurando soluções rápidas, é importante frisar a importância do diagnóstico médico, em casos de sintomas persistentes, e do papel fundamental dos farmacêuticos que podem fornecer informações sobre a posologia adequada, efeitos colaterais, contraindicações e esclarecer dúvidas sobre medicamentos de venda livre, auxiliando no uso correto dos medicamentos e na prática do autocuidado.

Com a inevitabilidade do aumento nos casos de gripes e resfriados, torna-se essencial entender como evitar o desenvolvimento desses sintomas, bem como as maneiras de não aumentar suas propagações. Segundo a professora do curso de farmácia da Unifacisa, Thamara Rodrigues de Melo, a gripe e os resfriados são transmitidos, principalmente, através do contato com a saliva ou o muco de pessoas infectadas. “A prevenção acontece com a adoção de hábitos simples: evitar mudanças bruscas de temperatura; lavagem com frequência das mãos ou uso de álcool; não compartilhar objetos pessoais; evitar tocar os olhos, boca e nariz; uma alimentação balanceada; prática de  exercícios e o uso de máscara.”, disse. Outra atitude extremamente importante que pode e deve ser tomada é “a atenção para que todos tomem as vacinas disponibilizadas nos postos de saúde. Esses imunizantes têm a função de reduzir a carga da doença, prevenindo hospitalizações, mortes e consultas ambulatoriais, além de reduzir a sobrecarga sobre os serviços de saúde.”, destacou a farmacêutica.

Em caso de aparecimento dos sintomas gripais, a docente explicou que alguns tratamentos farmacológicos comuns podem ser iniciados sem prescrição médica e que estes tratamentos, muitas vezes, estão focados no alívio destas manifestações enquanto o organismo combate o vírus. Assim, “medicamentos isentos de prescrição (MIPs), como alguns tipos de analgésicos para alívio de dores no corpo e febre podem ser iniciados.”, relatou. Como auxílio para parte do tratamento não medicamentoso, recomenda-se “a lavagem nasal com soro fisiológico que tem um papel estratégico. A ação provoca um efeito de descongestionamento ao ajudar na desobstrução das vias aéreas. O método também auxilia aqueles que sofrem de rinite alérgica e sinusite. Além da importância do repouso relativo e aumento da ingestão hídrica que também auxiliam no tratamento.”, recomendou. 

Contudo, segundo Thamara, apesar dos MIPs não necessitarem de receita para serem comprados, é preciso estar bastante atento ao uso destes medicamentos. Por serem de fácil acesso ao consumidor, o uso excessivo destes fármacos abrem espaço para os perigos da automedicação. “A utilização incorreta de medicamentos pode apresentar diversos riscos como o mascaramento de condições de saúde subjacentes mais graves. Além disso, doses inadequadas e o uso prolongado podem causar efeitos colaterais indesejados, agravos à saúde e, em alguns casos, a morte.”, advertiu a profissional. O surgimento de novos sintomas após o início de algum tratamento farmacológico “pode ser um alerta de que o tratamento atual não está sendo eficaz ou que existe uma condição subjacente mais complexa. Nesses casos, é importante procurar atendimento médico para uma avaliação, diagnóstico e tratamento adequado, se necessário.”, reforçou.

Por fim, Thamara frisou que “é fundamental conscientizar o público sobre os riscos da automedicação e que a orientação do farmacêutico deve ser sempre buscada antes do início de algum tratamento. Cada indivíduo é único e pode ter particularidades de saúde que exigem uma abordagem personalizada. Além disso, a orientação médica também deve ser buscada para uma avaliação adequada e prescrição dos medicamentos necessários. A segurança e o bem-estar de todos são promovidos quando há um cuidado responsável e um diálogo aberto com os profissionais de saúde.”, concluiu. 

Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa

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