O projeto "Jogando Tênis na Escola", idealizado e desenvolvido pelo professor Emerson de Souza Bezerra, surgiu com a proposta de ampliar o horizonte esportivo dos alunos do 7° ano do ensino fundamental II da Escola Isabel Vieira de Andrade. O objetivo é ensinar o tênis como técnica esportiva, e também promover uma compreensão mais profunda sobre o esporte, levando em consideração seu contexto histórico e cultural.
Licenciado em Educação Física pela Unifacisa, com conclusão em 2022, Emerson explicou que o projeto foi pensado para mostrar aos alunos que o tênis vai além das habilidades técnicas e táticas do jogo. “Queremos que os estudantes entendam o tênis não só como um esporte, mas também como um elemento cultural e histórico que atravessa gerações e se atualiza com o tempo", afirmou. A proposta contempla atividades práticas e teóricas, além de promover uma aprendizagem integral sobre o esporte.
A ideia do projeto surgiu a partir da constatação de que, nas escolas brasileiras, o tênis é uma prática esportiva pouco explorada. Segundo Emerson, isso ocorre por diversos fatores sociais e culturais, como apontam estudos de Ginciene, Impolcetto e Darido (2017) e Silva et al. (2017). "Percebi que o tênis não é uma modalidade amplamente difundida nas escolas e, por isso, quis trazer essa prática para o ambiente escolar diversificando as atividades físicas oferecidas e permitindo aos alunos uma vivência mais rica", destacou.
Para a implementação do projeto, Emerson contou com a contribuição da Unifacisa que foi essencial para a sua formação acadêmica e profissional. Durante sua graduação, o professor teve a oportunidade de estagiar em um clube poliesportivo em Campina Grande, onde teve contato direto com o tênis. Essa oportunidade despertou seu interesse em levar o esporte para as escolas. “A Unifacisa foi fundamental na minha formação. O corpo docente da instituição teve um papel decisivo na minha capacitação e o estágio me permitiu ver, na prática, o impacto que o tênis pode ter no desenvolvimento dos alunos", relatou. Além do aspecto educacional, o projeto também busca incentivar a prática de esportes pouco tradicionais nas escolas, mostrando aos alunos que existem diversas modalidades que podem ser exploradas e promovendo uma formação mais completa e diversificada.
Para o futuro, Emerson planeja expandir seus projetos esportivos com foco no público infantojuvenil. Ele acredita que o esporte tem um papel crucial no desenvolvimento físico, social e cultural das crianças e adolescentes e pretende continuar trabalhando para que mais jovens tenham acesso a práticas esportivas enriquecedoras. “Quero seguir desenvolvendo iniciativas que incentivem a prática esportiva e o aprendizado integral dos alunos, levando o esporte como uma ferramenta de transformação social e educacional”, concluiu.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa
A comissão organizadora do processo seletivo para ingresso na residência médica da Unifacisa em 2025 divulgou, na tarde de hoje (3), o gabarito oficial do exame. Confira aqui.
Com o compromisso de oferecer formação de excelência e atender às demandas de uma especialidade em constante evolução, o Centro Universitário Unifacisa anuncia o lançamento de sua nova Pós Médica em Ginecologia Ambulatorial. Destinada a médicos que desejam se especializar e aprofundar seus conhecimentos, o curso busca aprimorar os tratamentos ginecológicos no âmbito ambulatorial, garantindo qualidade de vida à população e fortalecendo o mercado de trabalho na área da saúde.
A pós médica combina teoria e prática, sendo realizada no HELP (Hospital de Ensino e Laboratórios de Pesquisa), referência no ensino médico, e nas instalações da Unifacisa, reconhecida por seu modelo de educação inovador. O curso visa preparar os profissionais para atender com excelência às exigências da especialidade, capacitando-os no diagnóstico e manejo de condições ginecológicas.
Diferenciais do curso:
•Desenvolvimento de habilidades práticas e teóricas específicas para a ginecologia ambulatorial;
•Corpo docente formado por médicos especialistas com sólida experiência clínica e acadêmica;
•Aulas práticas realizadas no HELP e na Unifacisa, com supervisão especializada;
•Acesso a ferramentas como biblioteca virtual e o banco de dados UpToDate;
•Networking qualificado para promover conexões profissionais;
•Carga horária adequada para a prova de título da Associação Médica Brasileira (AMB);
•Certificação reconhecida pelo MEC.
Com um ensino centrado no aluno e uma abordagem inovadora que valoriza o protagonismo no aprendizado, o curso visa desenvolver competências como autonomia, responsabilidade e capacidade de tomada de decisões. Dessa forma, os pós-graduandos estarão aptos a atuar de maneira eficiente e ética, oferecendo um atendimento qualificado e humanizado. Inscreva-se e seja parte de uma formação transformadora em Ginecologia Ambulatorial, contribuindo para o avanço da saúde e do bem-estar da população.
A partir de 2025.1, migraremos as contas de e-mail dos alunos e professores do Google para o Office 365. Essa mudança traz uma série de benefícios para aprimorar a colaboração, aumentar a produtividade e melhorar a gestão de dados.
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Como acessar o e-mail institucional
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O projeto é idealizado pela professora Carla Borba e, recentemente, lançou catálogo profissional com mulheres negras que atuam com produção audiovisual
O projeto Tem Mulher Negra no Audiovisual Campinense realizou na tarde desta terça-feira, 26 de novembro, o lançamento de um catálogo profissional reunindo 20 produtoras audiovisuais que atuam no município de Campina Grande. O evento contou com a presença de produtoras culturais, jornalistas, professores e familiares das profissionais incluídas no catálogo.

Contemplado pelo edital da Lei Paulo Gustavo da Secretaria de Cultura do Governo do Estado, o projeto tem como um dos objetivos enfrentar o apagamento das mulheres negras que atuam no audiovisual campinense. “Ainda persiste no imaginário do povo brasileiro a ideia de que o lugar da mulher negra no nosso Brasil é o da subalternidade. Mulheres negras em espaço de poder representam um ato de insurgência; e estamos prontas para ocupar esses espaços, como os de roteirização e direção no cinema, por exemplo, que continuam desde sempre sendo majoritariamente assumidos por homens brancos.”, afirmou a idealizadora e coordenadora do projeto, a jornalista e cientista social Carla Borba.
Para a atriz, roteirista e diretora Cris Leandro, uma das mulheres incluídas no catálogo, o projeto é bem-vindo. “Esse catálogo vem em um momento muito importante, porque é hora da gente dizer para essa sociedade que nós produzimos, que nós protagonizamos histórias.”, afirmou a produtora audiovisual.
O projeto, conta desde o seu início com o apoio da Associação Rede de Conexões para Cidadania - ARCCID, uma entidade orientada por princípios antirracistas. “É uma satisfação ser parceiro desse projeto. Ser negro nesse país é ser um agente político e nós vamos buscar tantos outro pretos e pretas para nascer outros projetos como esses que com políticas públicas possibilitam a gente a fazer o enfrentamento da invisibilidade. A ARCCID nasce com esse propósito”, afirmou o presidente da Associação, Valderedo Borba.
De acordo com Carla Borba, o catálogo foi pensado enquanto instrumento de divulgação com o propósito de potencializar uma maior diversidade de gênero e de raça nos sets de filmagens. “Precisamos de visibilidade para as mulheres pretas que se prepararam para ocupar esses lugares importantes na produção audiovisual e o projeto foi feito com esse propósito. Foi um trabalho feito por mulheres pretas, com mulheres pretas e para mulheres pretas. Quando escrevi o projeto convidei duas produtoras audiovisuais negras para compor a equipe, as jornalistas Myrlla dos Anjos e Val da Costa, porque entendemos que não é possível falar sobre nós sem nós”, explicou a professora Carla.
SOBRE O PROJETO
Realizado a partir de uma política pública do Ministério da Cultura, o projeto Tem Mulher Negra no Audiovisual Campinense foi uma das 108 iniciativas selecionadas dentre as 3.359 inscritas no edital da Lei Paulo Gustavo da Secretaria de Cultura da Paraíba.
O trabalho começou em fevereiro de 2024 e seguiu as etapas de estruturação, mapeamento das profissionais do audiovisual que atuam em Campina Grande, elaboração do instrumento de pesquisa, levantamento de dados, produção textual e edição.
Em junho deste ano a ministra da Cultura, Margareth Menezes, recebeu em Campina Grande, um kit promocional do projeto. O trabalho reúne mulheres com formação em jornalismo, arte e mídia, publicidade, produção cultural, produção audiovisual, educomunicação, cinema e também autodidatas.
No catálogo é possível encontrar profissionais que atuam como diretoras, roteiristas, produtoras, pesquisadoras, diretoras de arte, produtoras de elenco, editoras, atrizes, fotógrafas e cinegrafistas.
O catálogo digital pode ser acessado no site do projeto https://www.mulhernegranoaudiovisual.com.br/ e informações sobre o trabalho podem ser encontradas no Instagram @temmulhernegranoaudiovisual.
Na tarde do último sábado (23), na Arena Unifacisa, em Campina Grande, centenas de empreendedores, grandes lojistas, influenciadores e entusiastas do universo coorporativo se encontraram durante o Ideias Summit. O evento se destacou como uma das maiores iniciativas voltadas ao empreendedorismo, inovação e desenvolvimento pessoal e profissional na região. A programação reuniu palestras, painéis, feira de negócios e momentos de conexão entre empresários, franqueadores e startups. Entre os destaques da edição, a cidade recebeu pela primeira vez uma rodada de negócios de franquias, proporcionando um ambiente direto para negociação e parcerias. Seis startups marcaram presença, ao lado do Ecossistema de Inovação de Campina Grande (EINOV-CG).
De acordo com Karina Dias, integrante do EINOV-CG, o evento ofereceu oportunidades valiosas para os empreendedores. “o EINOV sempre apoia iniciativas como essa. Implementar inovação no nosso dia a dia é essencial para o nosso futuro. Todos os nossos representantes estão muito felizes por estar aqui nesta tarde”, afirmou. Karina também destacou que os resultados esperados devem se estender para além do evento, consolidando redes de contato e fortalecendo os negócios presentes.
Um espaço para novas ideias e soluções inovadoras
Welton Oliveira, CEO da Ideias Produtora e idealizador do evento, explicou que o Summit foi planejado para ser um ambiente multifuncional, atendendo a diversas demandas do público presente. “Combinamos feira de estandes, palestras e rodadas de negócios para apresentar novos modelos de negócios e criar um cenário ideal para expansão e inovação”, destacou.
O encontro também dedicou um espaço especial ao empreendedorismo feminino. Durante um talk, empresárias, como Carolina Gadelha, diretora de estratégia a inovação da Unifacisa, compartilharam experiências e estratégias que serviram como inspiração para quem busca se destacar no mercado. Além disso, o painel sobre franquias trouxe insights práticos para aqueles interessados em investir nesse setor, com discussões sobre crescimento e sustentabilidade dos negócios.
“Não de hoje que estamos nessa parceria com o Ideias. O Ecossistema Unifacisa promove inovação em todas as suas verticais e é por isso que apoiamos iniciativas como essa. Esse ano foi ainda melhor por termos trazido todo o evento para dentro da Unifacisa e eu ainda tive a honra de participar compartilhando minhas experiências profissionais”, disse Carolina.
Entre os palestrantes, José Salibi Neto e Sandro Magaldi trouxeram suas expertises em inovação e gestão, enquanto Fábio Farias, da Love Gifts, e Lucas Fidelis, da Lupe Pizzas, emocionaram o público com histórias de superação e sucesso.
Cultura e networking encerram a programação
Para finalizar o evento em grande estilo, o palco cultural foi comandado pela cantora Thaís Soares, criando uma atmosfera descontraída que incentivou o networking e a celebração dos avanços compartilhados ao longo do dia.
Com uma estrutura dinâmica e bem planejada, o Ideias Summit reforçou sua posição como um dos principais eventos de empreendedorismo da região, deixando expectativas elevadas para as próximas edições.
Ações sociais fazem parte das atividades da Unifacisa desde sempre. Entre as muitas iniciativas promovidas ao longo do ano, o aulão solidário, para estudantes de ensino médio que farão a prova do ENEM, ganha notoriedade por conta da arrecadação de alimentos não perecíveis. No aulão deste ano, ocorrido no último dia 29 de outubro, a Unifacisa, em parceira com o colégio ISO, arrecadou quase três toneladas de mantimentos.
Na tarde da última terça-feira (19), os alimentos arrecadados foram doados para a comunidade Remidos do Senhor. A instituição recebe diariamente diversas pessoas em situação de rua para fazerem suas refeições. “Essas doações são fruto do aulão que ocorreu no final de outubro e hoje nós estamos realizando a entrega. Agradecemos a todos que participaram dessa iniciativa trazendo 1kg de alimento. Foi através dessa contribuição que a gente agora pôde ajudar as pessoas em situação de rua que frequentam a Remidos do Senhor”, explica Eduardo Raposo, coordenador de eventos da Unifacisa.
Douglas Fernandes, coordenador do projeto Vida Anawin da comunidade Remidos do Senhor, explicou sobre a importância de iniciativas assim: “aqui na comunidade temos esse projeto que busca oferecer auxílio para pessoas em situação de rua. Essa iniciativa é 100% mantida com a ajuda de doações. Essa ação da Unifacisa nos ajudará muito. Então, manifesto aqui a minha gratidão a todos pela contribuição”, agradece.
Com ações como o aulão solidário, a Unifacisa, Fundação Pedro Américo e o Colégio ISO reforçam o compromisso com a transformação social, mostrando que a educação vai além das salas de aula. A entrega dos alimentos arrecadados à comunidade Remidos do Senhor é um exemplo concreto de como a união de esforços pode impactar vidas, promovendo solidariedade e esperança. Essa parceria reafirma o poder da empatia e da responsabilidade social em construir uma sociedade mais justa e acolhedora.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa
O curso de Nutrição da Unifacisa, por meio da coordenação da professora Mayra Cavalcanti, celebra a conquista acadêmica de mais uma egressa. Camila Alexandre Cavalieri, formada em 2021, transformou seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em um capítulo para o livro Saúde da Criança e do Adolescente: Desafios e Perspectivas 6. O artigo intitulado O Uso da Dieta Cetogênica na Epilepsia: uma Revisão Bibliográfica foi aprovado para publicação em 1º de outubro desse ano.
O processo de construção do trabalho foi repleto de desafios, especialmente devido às restrições impostas pela pandemia da Covid-19 que exigiram a adaptação de estudos de caso para revisões bibliográficas. Camila, entretanto, tinha clareza sobre seu foco de pesquisa: a saúde infantil. Inspirada pela professora e preceptora de estágio Carolina Campelo, a quem descreve como uma mentora essencial e parceira no projeto, Camila escolheu abordar um tema pouco explorado no Brasil. “Nosso principal objetivo era facilitar o entendimento das diferentes pesquisas feitas em vários países. Foi uma verdadeira parceria de aluno e professor”, conta.
A relação entre orientadora e orientanda foi marcada por sintonia e leveza, mesmo diante do estresse de final de curso. Segundo Camila, a professora Carol trazia calma e motivação, reconhecendo nela uma profissional em formação. Essa parceria foi fundamental para o sucesso do trabalho que hoje se consolida como um recurso valioso na área de Nutrição. A Unifacisa desempenhou um papel central na trajetória de Camila, oferecendo recursos e apoio durante todo o processo. Segundo ela, “a Unifacisa te prepara bem e te incentiva a acreditar no seu potencial. Desde a estrutura da biblioteca até os materiais de apoio, tudo contribuiu para a construção ética e sólida do meu trabalho”, destaca.
A publicação do TCC marca o início de uma nova etapa para Camila que vê na pesquisa um caminho promissor para o futuro. “Agregou muito à minha formação. Meu plano de carreira é fazer um mestrado futuramente, então é um primeiro passo de muitos que estão por vir”, afirma. Como egressa, Camila já demonstra entusiasmo em continuar contribuindo para a área acadêmica: “adoro escrever e minha experiência foi tão boa que faria outros trabalhos tranquilamente”, conclui. A trajetória de Camila Cavalieri é um exemplo de como a dedicação e o suporte institucional podem transformar projetos acadêmicos em conquistas profissionais, inspirando novos estudantes e egressos a explorarem o universo da pesquisa científica.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa
Nesta terça-feira (13) os alunos do último período do curso de Farmácia da Unifacisa realizaram um evento inovador no qual foram expostos 26 modelos de negócios desenvolvidos ao longo da disciplina de Gestão de Empreendedorismo Farmacêutico, com a professora Karina Dias. O evento, realizado no campus da universidade, teve como objetivo promover o desenvolvimento de habilidades empreendedoras nos estudantes, incentivando-os a pensar de forma criativa e estratégica para o mercado farmacêutico. Além disso, o evento ocorreu durante a Semana Global do Empreendedorismo, comemorada em mais de 85 países ao redor do mundo. A iniciativa inclui integrar os alunos ao movimento global de estímulo ao empreendedorismo e proporcionar uma experiência única de imersão no universo dos negócios, com foco em inovações que podem transformar o setor farmacêutico.
Modelos de negócios criativos
Os alunos desenvolveram projetos diversos que incluíram desde produtos cosméticos, como hidratantes e sabonetes, até itens nutricionais inovadores, como brigadeiros que utilizam ervas e ingredientes funcionais. Cada um desses projetos foi desenvolvido dentro do contexto acadêmico da disciplina, com supervisão de professores e apoio de parceiros como o SEBRAE e o Sicoob. Durante o processo, os alunos puderam aplicar conceitos fundamentais de empreendedorismo, como elaboração de estratégias de marketing.
A professora Karina, responsável pela disciplina, ressaltou a importância da atividade para a formação dos futuros farmacêuticos, destacando a integração de conteúdos teóricos com a prática. “É gratificante ver os alunos colocando na prática todo o conhecimento adquirido ao longo do curso. Eles saem não apenas como farmacêuticos, mas como empreendedores capacitados, prontos para inovar no mercado”, afirmou Karina.
Experiência empreendedora
Com o objetivo de proporcionar uma experiência lúdica e enriquecedora, o evento foi estruturado de forma para permitir que os estudantes vivenciassem o processo empreendedor de maneira descontraída e prática. Mesmo sendo farmacêuticos em formação, os alunos puderam explorar ideias e soluções para o mercado de saúde e bem-estar com liberdade criativa, em um ambiente que estimulava a inovação e o espírito empreendedor.
Esta cooperação não apenas proporcionou aos alunos uma experiência prática em empreendedorismo, mas também reforçou a importância de preparar os estudantes para atuar como agentes de mudança no mercado farmacêutico. “Foi uma experiência totalmente diferente do que vivemos ao longo dos cinco anos de curso. Tivemos muitas oportunidades práticas e estágios que ampliaram nossa visão acerca da área, mas essa disciplina foi muito interessante. Vamos deixar a Unifacisa sabendo que também podemos empreender enquanto farmacêuticos”, afirmou a concluinte Gabrielle Vasconcelos.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa
Uma equipe de estudantes da Unifacisa se destacou globalmente no NASA Space Apps Challenge 2024, um dos maiores hackathons de inovação tecnológica do mundo. Com um projeto inovador sobre a possibilidade de vida nos oceanos extraterrestres em uma das luas de Júpiter, os alunos da Unifacisa foram selecionados entre mais de 9.900 propostas de diferentes países.
A equipe, composta por Emanuel Gustavo, Heitor Silva, Lavínia Ribeiro, Nathan Trajano e Sanclero Nunes, todos os alunos de cursos como Sistemas de Informação, Jogos Digitais (Unifacisa) e Ciência da Computação (UFCG), trabalhou arduamente para criar uma simulação imersiva baseada na exploração de vida desenvolvida na lua europa (uma das luas de Júpiter).
O processo de construção do projeto começou com uma intensa pesquisa científica sobre as condições ambientais da lua europa, que possui uma vasta costa oceânica capaz de abrigar formas de vida. Sob a orientação de Mônica Ramos, líder local do NASA Space Apps Challenge, a equipe se dividiu em tarefas específicas. "A ideia era integrar diversos campos do conhecimento, como biologia e geologia, com a programação e modelagem 3D. Cada um trouxe suas habilidades para a mesa, criando um produto final multidisciplinar", explicou Sanclero Nunes.
A submissão e a seleção global
Após meses de dedicação, a equipe finalizou a simulação e se preparou para apresentar seu trabalho. O projeto foi apresentado na plataforma oficial do NASA Space Apps Challenge, onde foi avaliado por jurados especializados. Dentre mais de 9.900 propostas, a equipe da Unifacisa se destacou e foi escolhida entre os 940 melhores projetos do mundo.
A apresentação foi uma combinação de tecnologia de ponta e conceitos científicos, com uma demonstração da simulação interativa da lua europa. O público poderia explorar o mundo oceânico e entender como as condições da lua podem ser desenvolvidas à vida, tudo isso através de uma experiência imersiva que mesclava ciência e arte digital.
O impacto na trajetória acadêmica e profissional
Para os estudantes da Unifacisa essa conquista global não é apenas uma vitória acadêmica, mas também um grande passo em suas trajetórias profissionais. “Participar do NASA Space Apps Challenge e ser reconhecido globalmente abriu muitas portas. Esse tipo de experiência nos dá visibilidade no mercado e nos conecta com pessoas que estão fazendo pesquisas e inovações em diversas partes do mundo.", comentou Sanclero.
A participação no evento também reforçou a importância da colaboração interdisciplinar que vai além dos limites das salas de aula. “Aprender a aplicar o conhecimento de forma prática e trabalhar em equipe com pessoas de diferentes áreas. Isso é algo que vou levar para toda a minha carreira.", disse.
Com a seleção global, os alunos da Unifacisa aguardam agora as próximas etapas do evento, que poderão trazer novas oportunidades e desafios. No entanto, o impacto do projeto vai muito além da competição: ele abriu novos horizontes para os estudantes, mostrando como a colaboração entre áreas do conhecimento pode gerar soluções inovadoras para problemas complexos.
Este é apenas o começo de uma jornada promissória, e a equipe está motivada a continuar explorando novas fronteiras no campo da tecnologia e da ciência. “Estamos muito felizes com o que conseguimos até agora, mas ainda temos muito a aprender e a conquistar", concluiu o estudante.
Por André Bojim - Assessoria de Imprensa Unifacisa